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       <title>Construções Rurais e Ambiência (CRA) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
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              <item>
           <title>TEMPERATURA SUPERFICIAL DE TELHAS DE FIBROCIMENTO INSTALADAS EM CAMADAS DUPLAS EM DIFERENTES PERÍODOS DO ANO</title>
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           <media:title type="plain">TEMPERATURA SUPERFICIAL DE TELHAS DE FIBROCIMENTO INSTALADAS EM CAMADAS DUPLAS EM DIFERENTES PERÍODOS DO ANO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> FONSECA, K. R., SOUSA, K. D., CINTRA, L. M., CAPUCHINHO, F. F., FONSECA, P. C. F., ALMEIDA, E. A.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Telha, Ambiência, Eficiência térmica</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Em construções rurais, a cobertura apresenta grande relevância na manutenção do ambiente térmico. O presente estudo foi conduzido na Universidade Estadual de Goiás (UEG), com o objetivo de avaliar a eficiência de telhas de fibrocimento em camadas simples e duplas, com diferentes espaçamentos entre camadas (1, 3 e 5 cm), em dois períodos do ano (seco e chuvoso). O estudo foi composto por 4 tratamentos (coberturas), adotando-se como repetição os dias de coleta. Para a coleta da Temperatura da Superfície Interna (TSI) das telhas foram instalados sensores na parte inferior de cada cobertura, sendo coletados os valores de TSI entre as 08:00h e as 16:00h. Os dados foram analisados pelo software Sisvar®, realizando-se análise de variância e teste de Tukey a 5% de significância. O comportamento da TSI foi semelhante nos dois períodos do ano estudados, observando-se decréscimo significativo na TSI de acordo com o aumento do espaçamento entre as camadas da cobertura, verificando-se os valores mais elevados de TSI no tratamento com cobertura em camada simples. Conclui-se que a instalação da telha de fibrocimento em camada dupla é um artifício eficaz na redução da TSI da cobertura.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> FONSECA, K. R., SOUSA, K. D., CINTRA, L. M., CAPUCHINHO, F. F., FONSECA, P. C. F., ALMEIDA, E. A.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Telha, Ambiência, Eficiência térmica</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Em construções rurais, a cobertura apresenta grande relevância na manutenção do ambiente térmico. O presente estudo foi conduzido na Universidade Estadual de Goiás (UEG), com o objetivo de avaliar a eficiência de telhas de fibrocimento em camadas simples e duplas, com diferentes espaçamentos entre camadas (1, 3 e 5 cm), em dois períodos do ano (seco e chuvoso). O estudo foi composto por 4 tratamentos (coberturas), adotando-se como repetição os dias de coleta. Para a coleta da Temperatura da Superfície Interna (TSI) das telhas foram instalados sensores na parte inferior de cada cobertura, sendo coletados os valores de TSI entre as 08:00h e as 16:00h. Os dados foram analisados pelo software Sisvar®, realizando-se análise de variância e teste de Tukey a 5% de significância. O comportamento da TSI foi semelhante nos dois períodos do ano estudados, observando-se decréscimo significativo na TSI de acordo com o aumento do espaçamento entre as camadas da cobertura, verificando-se os valores mais elevados de TSI no tratamento com cobertura em camada simples. Conclui-se que a instalação da telha de fibrocimento em camada dupla é um artifício eficaz na redução da TSI da cobertura.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 25 Oct 2019 09:15:47 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>COMPORTAMENTO TÉRMICO DE COBERTURAS EM CAMADAS DUPLAS SOBRE O AMBIENTE ZOOTÉCNICO NO PERÍODO SECO</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/431-comportamento-termico-de-coberturas-em-camadas-duplas-sobre-o-ambiente-zootecnico-no-periodo-seco?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> CINTRA, L. M., CAPUCHINHO, F. F., FONSECA, K. R., SOUSA, K. D., FONSECA, P. C. F. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Telha, ambiência, conforto térmico</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A cobertura tem papel fundamental em uma instalação, sendo capaz de impedir que grande parte da radiação solar penetre e eleve a sua temperatura. O presente experimento foi conduzido na UEG, Campus de Ciências Exatas e Tecnológicas - Anápolis - GO, com o objetivo de avaliar a eficiência da cobertura de Fibrocimento, no período seco, em camadas simples e duplas com diferentes espaçamentos entre camadas de 1cm, 3cm e 5cm. No total utilizaram-se 4 tratamentos, e como repetição adotou-se os dias de coleta. Foram instalados sensores de temperatura na parte inferior da cobertura e no centro do modelo, obtendo-se a Temperatura da Superfície Interna das coberturas (TSI) e a Temperatura Ambiente (TA) no interior do modelo. Os dados foram analisados utilizando-se o Sisvar, considerando as médias diárias de cada dia avaliado, sendo realizada análise de variância e teste de Tukey a 5% de significância. Para TSI observou-se uma diferença de 7,7°C entre a cobertura simples (35,6°C) e em camada dupla com 5cm de espaçamento (27,9°C). Para TA observou-se valor máximo para a cobertura simples (25,9°C) e mínimo para a camada dupla com 5cm de espaçamento (22,3°C). A utilização de cobertura de Fibrocimento em camadas duplas foi eficiente, promovendo decréscimo nos valores de TSI e TA no modelo estudado.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> CINTRA, L. M., CAPUCHINHO, F. F., FONSECA, K. R., SOUSA, K. D., FONSECA, P. C. F. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Telha, ambiência, conforto térmico</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A cobertura tem papel fundamental em uma instalação, sendo capaz de impedir que grande parte da radiação solar penetre e eleve a sua temperatura. O presente experimento foi conduzido na UEG, Campus de Ciências Exatas e Tecnológicas - Anápolis - GO, com o objetivo de avaliar a eficiência da cobertura de Fibrocimento, no período seco, em camadas simples e duplas com diferentes espaçamentos entre camadas de 1cm, 3cm e 5cm. No total utilizaram-se 4 tratamentos, e como repetição adotou-se os dias de coleta. Foram instalados sensores de temperatura na parte inferior da cobertura e no centro do modelo, obtendo-se a Temperatura da Superfície Interna das coberturas (TSI) e a Temperatura Ambiente (TA) no interior do modelo. Os dados foram analisados utilizando-se o Sisvar, considerando as médias diárias de cada dia avaliado, sendo realizada análise de variância e teste de Tukey a 5% de significância. Para TSI observou-se uma diferença de 7,7°C entre a cobertura simples (35,6°C) e em camada dupla com 5cm de espaçamento (27,9°C). Para TA observou-se valor máximo para a cobertura simples (25,9°C) e mínimo para a camada dupla com 5cm de espaçamento (22,3°C). A utilização de cobertura de Fibrocimento em camadas duplas foi eficiente, promovendo decréscimo nos valores de TSI e TA no modelo estudado.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 25 Oct 2019 09:10:32 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>COMPORTAMENTO TÉRMICO DE COBERTURAS EM CAMADAS DUPLAS SOBRE O AMBIENTE ZOOTÉCNICO NO PERÍODO CHUVOSO</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/346-comportamento-termico-de-coberturas-em-camadas-duplas-sobre-o-ambiente-zootecnico-no-periodo-chuvoso?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> SOUSA, K. D., CAPUCHINHO, F. F., CINTRA, L. M., RABELO, K., FONSECA, P. C. F. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Telha, ambiência, conforto térmico</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A cobertura tem papel fundamental em uma instalação, sendo capaz de impedir que grande parte da radiação solar penetre e eleve a sua temperatura. O presente experimento foi conduzido na UEG, Campus de Ciências Exatas e Tecnológicas - Anápolis - GO, com o objetivo de avaliar a eficiência da cobertura de Fibrocimento, no período chuvoso, em camadas simples e duplas com diferentes espaçamentos entre camadas de 1, 3 e 5 cm. No total utilizaram-se 4 tratamentos, e como repetição adotou-se os dias de coleta. Foram instalados sensores de temperatura na parte inferior da cobertura e no centro do modelo, obtendo-se a Temperatura da Superfície Interna das coberturas (TSI) e a Temperatura Ambiente (TA) no interior do modelo. Os dados foram analisados utilizando-se o Sisvar, considerando as médias diárias de cada dia avaliado, sendo realizada análise de variância e teste de Tukey a 5% de significância. Para TSI observou-se uma diferença de 8,9 °C entre a cobertura simples (37,4 °C) e em camada dupla com 5cm de espaçamento (28,5 °C). Para TA observou-se valor máximo para a cobertura simples (25,4 °C) e mínimo para a camada dupla com 5cm de espaçamento (21,0 °C). A utilização de cobertura de Fibrocimento em camadas duplas foi eficiente, promovendo decréscimo nos valores de TSI e TA no modelo estudado.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> SOUSA, K. D., CAPUCHINHO, F. F., CINTRA, L. M., RABELO, K., FONSECA, P. C. F. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Telha, ambiência, conforto térmico</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A cobertura tem papel fundamental em uma instalação, sendo capaz de impedir que grande parte da radiação solar penetre e eleve a sua temperatura. O presente experimento foi conduzido na UEG, Campus de Ciências Exatas e Tecnológicas - Anápolis - GO, com o objetivo de avaliar a eficiência da cobertura de Fibrocimento, no período chuvoso, em camadas simples e duplas com diferentes espaçamentos entre camadas de 1, 3 e 5 cm. No total utilizaram-se 4 tratamentos, e como repetição adotou-se os dias de coleta. Foram instalados sensores de temperatura na parte inferior da cobertura e no centro do modelo, obtendo-se a Temperatura da Superfície Interna das coberturas (TSI) e a Temperatura Ambiente (TA) no interior do modelo. Os dados foram analisados utilizando-se o Sisvar, considerando as médias diárias de cada dia avaliado, sendo realizada análise de variância e teste de Tukey a 5% de significância. Para TSI observou-se uma diferença de 8,9 °C entre a cobertura simples (37,4 °C) e em camada dupla com 5cm de espaçamento (28,5 °C). Para TA observou-se valor máximo para a cobertura simples (25,4 °C) e mínimo para a camada dupla com 5cm de espaçamento (21,0 °C). A utilização de cobertura de Fibrocimento em camadas duplas foi eficiente, promovendo decréscimo nos valores de TSI e TA no modelo estudado.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 16:22:59 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RESPOSTAS AMBIENTAIS E PRODUTIVAS DE BOVINOS DE CORTE CONFINADOS EM AMBIENTES COM E SEM RESFRIAMENTO EVAPORATIVO ADIABÁTICO</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/345-respostas-ambientais-e-produtivas-de-bovinos-de-corte-confinados-em-ambientes-com-e-sem-resfriamento-evaporativo-adiabatico?format=html</link>
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           <media:title type="plain">RESPOSTAS AMBIENTAIS E PRODUTIVAS DE BOVINOS DE CORTE CONFINADOS EM AMBIENTES COM E SEM RESFRIAMENTO EVAPORATIVO ADIABÁTICO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> CAPUCHINHO, F. F., MARCOLA, R. R., FONSECA, P. C. F.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Bovinocultura, conforto térmico, produção animal.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Objetivou-se avaliar o desempenho de bovinos de corte, confinados em currais com e sem irrigação, a fim de comparar os índices de conforto térmico de índice de temperatura de globo negro e umidade (ITGU) e carga térmica de radiação (CTR), ganho de peso (GP), consumo diário de alimentos (CDA) e conversão alimentar (CA). As variáveis, foram submetidas ao teste Tukey 5% de probabilidade. Utilizou um sistema de irrigação por aspersão com dois aspersores por curral, com altura de instalação de dois metros, raio molhado 14 metros, vazão 1,24 m3 h-1, tempo de aplicação 15 minutos, turno de rega de um dia, ligados às nove horas da manhã no período de 28 dias. Os índices ITGU e CTR indicaram que o sistema de aspersão foi eficaz, proporcionando um ambiente térmico mais favorável a criação dos animais. Mesmo o CDA no ambiente sem aspersores respondendo em maior média, a aspersão em currais de confinamento demonstrou eficiência na produção de carne, no sentido que, os resultados de GP e CA foram significativamente superiores no ambiente irrigado, representando maior valor agregado ao animal no final do regime de engorda.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/345-respostas-ambientais-e-produtivas-de-bovinos-de-corte-confinados-em-ambientes-com-e-sem-resfriamento-evaporativo-adiabatico?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> CAPUCHINHO, F. F., MARCOLA, R. R., FONSECA, P. C. F.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Bovinocultura, conforto térmico, produção animal.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Objetivou-se avaliar o desempenho de bovinos de corte, confinados em currais com e sem irrigação, a fim de comparar os índices de conforto térmico de índice de temperatura de globo negro e umidade (ITGU) e carga térmica de radiação (CTR), ganho de peso (GP), consumo diário de alimentos (CDA) e conversão alimentar (CA). As variáveis, foram submetidas ao teste Tukey 5% de probabilidade. Utilizou um sistema de irrigação por aspersão com dois aspersores por curral, com altura de instalação de dois metros, raio molhado 14 metros, vazão 1,24 m3 h-1, tempo de aplicação 15 minutos, turno de rega de um dia, ligados às nove horas da manhã no período de 28 dias. Os índices ITGU e CTR indicaram que o sistema de aspersão foi eficaz, proporcionando um ambiente térmico mais favorável a criação dos animais. Mesmo o CDA no ambiente sem aspersores respondendo em maior média, a aspersão em currais de confinamento demonstrou eficiência na produção de carne, no sentido que, os resultados de GP e CA foram significativamente superiores no ambiente irrigado, representando maior valor agregado ao animal no final do regime de engorda.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 16:20:10 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>COMPORTAMENTO TÉRMICO DE COBERTURAS EM CAMADAS DUPLAS SOBRE O AMBIENTE ZOOTÉCNICO</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/344-comportamento-termico-de-coberturas-em-camadas-duplas-sobre-o-ambiente-zootecnico?format=html</link>
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           <media:title type="plain">COMPORTAMENTO TÉRMICO DE COBERTURAS EM CAMADAS DUPLAS SOBRE O AMBIENTE ZOOTÉCNICO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> CAPUCHINHO, F. F., FONSECA, K. R., SOUSA, K. D., CINTRA, L. M., FONSECA, P. C. F.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Ambiência, conforto térmico, telha</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A cobertura tem papel fundamental em uma instalação, sendo capaz de impedir que grande parte da radiação solar penetre e eleve a sua temperatura. Portanto, objetivou-se avaliar a eficiência da cobertura de Fibrocimento, em camadas simples e duplas, com diferentes espaçamentos entre camadas (1, 3 e 5 cm) e comparar a eficiência nos períodos chuvoso e seco. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2x4 (período do ano x tipo de cobertura), adotando-se os dias de coleta como as repetições. Foram instalados sensores de temperatura na parte inferior da cobertura e no centro do modelo, a fim de se coletar as temperaturas de superfície interna das coberturas (TSI) e do ambiente (TA) no interior do modelo. Os dados foram submetidos à análise de variância (P≤0,05) e, quando significativos, foi realizado teste de Tukey a 5% de probabilidade, utilizando o Software Sisvar 5.6. A cobertura de fibrocimento em camadas duplas, com espaçamento de 5 cm entre as camadas, demonstrou uma maior inércia térmica em relação às coberturas, com decréscimo nos valores da temperatura do ambiente interno (TA) e temperatura superficial interna (TSI) das coberturas, no modelo estudado.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> CAPUCHINHO, F. F., FONSECA, K. R., SOUSA, K. D., CINTRA, L. M., FONSECA, P. C. F.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Ambiência, conforto térmico, telha</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A cobertura tem papel fundamental em uma instalação, sendo capaz de impedir que grande parte da radiação solar penetre e eleve a sua temperatura. Portanto, objetivou-se avaliar a eficiência da cobertura de Fibrocimento, em camadas simples e duplas, com diferentes espaçamentos entre camadas (1, 3 e 5 cm) e comparar a eficiência nos períodos chuvoso e seco. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2x4 (período do ano x tipo de cobertura), adotando-se os dias de coleta como as repetições. Foram instalados sensores de temperatura na parte inferior da cobertura e no centro do modelo, a fim de se coletar as temperaturas de superfície interna das coberturas (TSI) e do ambiente (TA) no interior do modelo. Os dados foram submetidos à análise de variância (P≤0,05) e, quando significativos, foi realizado teste de Tukey a 5% de probabilidade, utilizando o Software Sisvar 5.6. A cobertura de fibrocimento em camadas duplas, com espaçamento de 5 cm entre as camadas, demonstrou uma maior inércia térmica em relação às coberturas, com decréscimo nos valores da temperatura do ambiente interno (TA) e temperatura superficial interna (TSI) das coberturas, no modelo estudado.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 16:17:49 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUÇÃO DE MUDAS DE TAMARINDO EM DIFERENTES AMBIENTES PROTEGIDOS E BANCADA COM MATERIAL REFLETOR</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/342-producao-de-mudas-de-tamarindo-em-diferentes-ambientes-protegidos-e-bancada-com-material-refletor?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PRODUÇÃO DE MUDAS DE TAMARINDO EM DIFERENTES AMBIENTES PROTEGIDOS E BANCADA COM MATERIAL REFLETOR</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> SALLES, J. S., LIMA, A. H. F., MELLO, B. F. F. R., COSTA, E., SALLES, J. S.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Aluminet, ambiência vegetal, <i>Tamarindus indica</i></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">O trabalho avaliou a produção de mudas de tamarindo em diferentes ambientes protegidos e bancadas de cultivo. O experimento foi realizado na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, unidade de Cassilândia. Os cinco ambientes protegidos avaliados foram: estufa agrícola com 22% e 42% de sombreamento, telado agrícola de 18% e 30% de sombreamento e Telado com tela termo-refletora aluminizada de 35% de sombreamento, e duas bancadas de cultivo: Bancada com material refletor aluminet e sem material refletor. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado com 5 repetições de 4 mudas. Foi avaliado a altura, diâmetro do colo e número de folhas aos 30 e 43 dias após o transplante. Apesar de avaliar cinco diferentes ambientes protegidos, as mudas não apresentaram diferença em função do ambiente de cultivo, mas apresentaram crescimento inicial adequado em todos os ambientes. A bancada sem material refletor propiciaram a formação de mudas com maior altura.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/342-producao-de-mudas-de-tamarindo-em-diferentes-ambientes-protegidos-e-bancada-com-material-refletor?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> SALLES, J. S., LIMA, A. H. F., MELLO, B. F. F. R., COSTA, E., SALLES, J. S.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Aluminet, ambiência vegetal, <i>Tamarindus indica</i></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">O trabalho avaliou a produção de mudas de tamarindo em diferentes ambientes protegidos e bancadas de cultivo. O experimento foi realizado na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, unidade de Cassilândia. Os cinco ambientes protegidos avaliados foram: estufa agrícola com 22% e 42% de sombreamento, telado agrícola de 18% e 30% de sombreamento e Telado com tela termo-refletora aluminizada de 35% de sombreamento, e duas bancadas de cultivo: Bancada com material refletor aluminet e sem material refletor. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado com 5 repetições de 4 mudas. Foi avaliado a altura, diâmetro do colo e número de folhas aos 30 e 43 dias após o transplante. Apesar de avaliar cinco diferentes ambientes protegidos, as mudas não apresentaram diferença em função do ambiente de cultivo, mas apresentaram crescimento inicial adequado em todos os ambientes. A bancada sem material refletor propiciaram a formação de mudas com maior altura.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 15:38:37 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>INFLUÊNCIA DA RADIAÇÃO SOLAR E DO FLUXO DE AR SOBRE MEDIDAS DE SENSORES EM CASA DE VEGETAÇÃO</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/340-influencia-da-radiacao-solar-e-do-fluxo-de-ar-sobre-medidas-de-sensores-em-casa-de-vegetacao?format=html</link>
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           <media:title type="plain">INFLUÊNCIA DA RADIAÇÃO SOLAR E DO FLUXO DE AR SOBRE MEDIDAS DE SENSORES EM CASA DE VEGETAÇÃO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> ROZALINO, L. A. M., CESAR, T. Q. Z., MIRANDA, F. A. M. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Radiação solar, sensor, temperatura do ar</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A necessidade do controle dos fatores ambientais envolvidos na produção em ambientes protegidos é fundamental tanto para o sucesso quanto para a sustentabilidade de sua operação, tornando fundamental a correta mensuração de grandezas ambientais como temperatura e umidade relativa do ar. Analisaram-se os efeitos causados nas leituras de sensores de temperatura do ar, por diferentes velocidades de ar aspirado e por proteção da radiação solar em casa de vegetação. A fim de verificar a existência de pelo menos um tratamento com diferença estatística significativa, foram utilizados a ANOVA e o teste não paramétrico de <i>Kruskal-Wallis</i>, em conjunto respectivamente com os testes de médias, de <i>Tukey </i>ao nível de 5% e do <i>Dunn’s Test. </i>Em magnitude, a temperatura do ar medida com sensores desprotegidos da incidência da radiação solar e não aspirados apresenta valores superiores aos coletados com sensores protegidos e aspirados. Não há distinção entre os valores de temperatura do ar coletados com sensores protegidos e aspirados com velocidades do ar de 1,8 m.s-¹ e 3,0 m.s-¹.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/340-influencia-da-radiacao-solar-e-do-fluxo-de-ar-sobre-medidas-de-sensores-em-casa-de-vegetacao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> ROZALINO, L. A. M., CESAR, T. Q. Z., MIRANDA, F. A. M. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Radiação solar, sensor, temperatura do ar</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A necessidade do controle dos fatores ambientais envolvidos na produção em ambientes protegidos é fundamental tanto para o sucesso quanto para a sustentabilidade de sua operação, tornando fundamental a correta mensuração de grandezas ambientais como temperatura e umidade relativa do ar. Analisaram-se os efeitos causados nas leituras de sensores de temperatura do ar, por diferentes velocidades de ar aspirado e por proteção da radiação solar em casa de vegetação. A fim de verificar a existência de pelo menos um tratamento com diferença estatística significativa, foram utilizados a ANOVA e o teste não paramétrico de <i>Kruskal-Wallis</i>, em conjunto respectivamente com os testes de médias, de <i>Tukey </i>ao nível de 5% e do <i>Dunn’s Test. </i>Em magnitude, a temperatura do ar medida com sensores desprotegidos da incidência da radiação solar e não aspirados apresenta valores superiores aos coletados com sensores protegidos e aspirados. Não há distinção entre os valores de temperatura do ar coletados com sensores protegidos e aspirados com velocidades do ar de 1,8 m.s-¹ e 3,0 m.s-¹.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 15:35:21 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CARACTERIZAÇÃO DO AMBIENTE TÉRMICO EM AVIÁRIOS DE POSTURA VERTICAIS, CLIMATIZADOS VIA VENTILAÇÃO POR PRESSÃO NEGATIVA EM MODO TÚNEL</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/152-caracterizacao-do-ambiente-termico-em-aviarios-de-postura-verticais-climatizados-via-ventilacao-por-pressao-negativa-em-modo-tunel?format=html</link>
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           <media:title type="plain">CARACTERIZAÇÃO DO AMBIENTE TÉRMICO EM AVIÁRIOS DE POSTURA VERTICAIS, CLIMATIZADOS VIA VENTILAÇÃO POR PRESSÃO NEGATIVA EM MODO TÚNEL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> MENDES, M. A. S. A., COELHO, D. J. R., </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">VIEIRA, M. F. A., GATES, R. S., TINÔCO, I. F. F., SOUZA, C. F.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ambiência, poedeiras, bateria de gaiolas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O presente trabalho teve como objetivo avaliar as condições ambientais internas de um galpão para galinhas poedeiras, constituído por cinco baterias de gaiolas verticais, ventilado por pressão negativa em modo túnel, dotado de isolamento térmico na cobertura e resfriamento evaporativo. Avaliou-se temperatura e umidade relativa do ar. A presente pesquisa foi realizada em granja comercial, situada no município de Pouso Alto - Minas Gerais, localizada na Serra da Mantiqueira. No interior deste, foram instalados sessenta sensores de temperatura e vinte sensores de umidade relativa do ar. Um sensor de umidade relativa e um sensor de temperatura foram instalados no interior de um abrigo meteorológico, nas proximidades do galpão. Observou-se que durante o período avaliado, a temperatura média máxima mensurada no interior da instalação foi igual a 26,2 °C e a temperatura média mínima igual a 22,1 °C, para uma temperatura média máxima de 28,5 °C e a média mínima de 17,9°C no ambiente externo. Em relação à umidade relativa do ar foram verificados valores máximos de 81,5 % e mínimo de 72,2 % no interior da instalação, e valores máximos de 93,6% e 57,9% no ambiente externo.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> MENDES, M. A. S. A., COELHO, D. J. R., </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">VIEIRA, M. F. A., GATES, R. S., TINÔCO, I. F. F., SOUZA, C. F.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ambiência, poedeiras, bateria de gaiolas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O presente trabalho teve como objetivo avaliar as condições ambientais internas de um galpão para galinhas poedeiras, constituído por cinco baterias de gaiolas verticais, ventilado por pressão negativa em modo túnel, dotado de isolamento térmico na cobertura e resfriamento evaporativo. Avaliou-se temperatura e umidade relativa do ar. A presente pesquisa foi realizada em granja comercial, situada no município de Pouso Alto - Minas Gerais, localizada na Serra da Mantiqueira. No interior deste, foram instalados sessenta sensores de temperatura e vinte sensores de umidade relativa do ar. Um sensor de umidade relativa e um sensor de temperatura foram instalados no interior de um abrigo meteorológico, nas proximidades do galpão. Observou-se que durante o período avaliado, a temperatura média máxima mensurada no interior da instalação foi igual a 26,2 °C e a temperatura média mínima igual a 22,1 °C, para uma temperatura média máxima de 28,5 °C e a média mínima de 17,9°C no ambiente externo. Em relação à umidade relativa do ar foram verificados valores máximos de 81,5 % e mínimo de 72,2 % no interior da instalação, e valores máximos de 93,6% e 57,9% no ambiente externo.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 09:12:50 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CARACTERIZAÇÃO ESPACIAL DO AMBIENTE TÉRMICO DE AVIÁRIOS DE POSTURA VERTICAIS, SUBMETIDOS À VENTILAÇÃO NATURAL</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/149-caracterizacao-espacial-do-ambiente-termico-de-aviarios-de-postura-verticais-submetidos-a-ventilacao-natural?format=html</link>
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           <media:title type="plain">CARACTERIZAÇÃO ESPACIAL DO AMBIENTE TÉRMICO DE AVIÁRIOS DE POSTURA VERTICAIS, SUBMETIDOS À VENTILAÇÃO NATURAL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> MENDES, M. A. S. A., COELHO, D. J. R., VIEIRA, M. F. A., GATES, R. S., TINÔCO, I. F. F., SOUZA, C. F.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ambiência, poedeiras, bateria de gaiolas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O presente trabalho teve como objetivo avaliar as condições ambientais internas de um galpão para galinhas poedeiras, constituído por cinco baterias de gaiolas, verticais, ventilado naturalmente e não dotado de isolamento térmico na cobertura, no que se refere às variáveis térmicas: temperatura e umidade relativa do ar. Esta pesquisa foi realizada em granja comercial, situada no município de Pouso Alto - Minas Gerais, localizada na Serra da Mantiqueira. O galpão é constituído por cinco alas de gaiolas com seis níveis de altura cada, o que permite o alojamento de até 100 mil aves. No interior deste, foram instalados sensores de temperatura e umidade relativa do ar. Um sensor de umidade relativa e um sensor de temperatura foram instalados no interior de um abrigo meteorológico, nas proximidades do galpão, a fim de monitorar as condições ambientais externas. Pode-se observar que o ambiente interno do aviário apresentou variação térmica entre as diferentes áreas, sendo que as variações médias máximas encontradas no período diurno foram de 2,5 °C no nível inferior e de 2,0°C no nível superior; no período noturno foram de 3,5°C no nível inferior e 3,5 °C no nível superior.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/149-caracterizacao-espacial-do-ambiente-termico-de-aviarios-de-postura-verticais-submetidos-a-ventilacao-natural?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> MENDES, M. A. S. A., COELHO, D. J. R., VIEIRA, M. F. A., GATES, R. S., TINÔCO, I. F. F., SOUZA, C. F.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ambiência, poedeiras, bateria de gaiolas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O presente trabalho teve como objetivo avaliar as condições ambientais internas de um galpão para galinhas poedeiras, constituído por cinco baterias de gaiolas, verticais, ventilado naturalmente e não dotado de isolamento térmico na cobertura, no que se refere às variáveis térmicas: temperatura e umidade relativa do ar. Esta pesquisa foi realizada em granja comercial, situada no município de Pouso Alto - Minas Gerais, localizada na Serra da Mantiqueira. O galpão é constituído por cinco alas de gaiolas com seis níveis de altura cada, o que permite o alojamento de até 100 mil aves. No interior deste, foram instalados sensores de temperatura e umidade relativa do ar. Um sensor de umidade relativa e um sensor de temperatura foram instalados no interior de um abrigo meteorológico, nas proximidades do galpão, a fim de monitorar as condições ambientais externas. Pode-se observar que o ambiente interno do aviário apresentou variação térmica entre as diferentes áreas, sendo que as variações médias máximas encontradas no período diurno foram de 2,5 °C no nível inferior e de 2,0°C no nível superior; no período noturno foram de 3,5°C no nível inferior e 3,5 °C no nível superior.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 09:09:05 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DISPOSITIVO MICROCONTROLADO PARA REGISTRO DE VARIÁVEIS AMBIENTAIS E DETERMINAÇÃO DE ÍNDICE DE CONFORTO TÉRMICO ANIMAL</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/145-dispositivo-microcontrolado-para-registro-de-variaveis-ambientais-e-determinacao-de-indice-de-conforto-termico-animal?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DISPOSITIVO MICROCONTROLADO PARA REGISTRO DE VARIÁVEIS AMBIENTAIS E DETERMINAÇÃO DE ÍNDICE DE CONFORTO TÉRMICO ANIMAL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> SILVA, R. A. B., PANDORFI, H., GONÇALVES, G. E., MEDEIROS, V. W. C. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">automação, conforto térmico animal, microeletrônica</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A caracterização do ambiente térmico por meio do registro de elementos meteorológicos e determinação do índice de conforto é necessário à mensuração das condições físicas de alojamento dos animais. Nesse contexto, objetivou-se desenvolver um dispositivo microcontrolado para o registro de variáveis ambientais e determinação do índice de temperatura de globo e umidade. O equipamento foi equipado com sensores que permitiram o registro da temperatura do ar (Tbs, <sup>o</sup>C), umidade relativa do ar (UR, %) e temperatura de globo negro (Tgn, <sup>o</sup>C). Sua montagem contou com uma placa Wemos D1 mini, sensores DHT22, uma esfera oca de policloreto de polivinila (PVC), WeMOS micro SD Card Shield, shield RTC DS1307 e Wemos Mini D1 - Dual Base Shield para junção dos componentes. A linguagem de programação utilizada foi C++ utilizando a IDE ARDUINO e o API de internet das coisas Thingspeak. O dispositivo apresentou relação funcional entre as variáveis que permitiu alcançar coeficiente de determinação de 0,84, 0,75 e 0,84, para Tgn, Tbs e UR, respectivamente, quando comparado a um datalogger comercial, além do correto armazenamento dos dados conforme rotinas implementadas. O custo para montagem do equipamento foi de 10% do valor de aquisição de um equipamento com características similares no mercado.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/145-dispositivo-microcontrolado-para-registro-de-variaveis-ambientais-e-determinacao-de-indice-de-conforto-termico-animal?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> SILVA, R. A. B., PANDORFI, H., GONÇALVES, G. E., MEDEIROS, V. W. C. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">automação, conforto térmico animal, microeletrônica</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A caracterização do ambiente térmico por meio do registro de elementos meteorológicos e determinação do índice de conforto é necessário à mensuração das condições físicas de alojamento dos animais. Nesse contexto, objetivou-se desenvolver um dispositivo microcontrolado para o registro de variáveis ambientais e determinação do índice de temperatura de globo e umidade. O equipamento foi equipado com sensores que permitiram o registro da temperatura do ar (Tbs, <sup>o</sup>C), umidade relativa do ar (UR, %) e temperatura de globo negro (Tgn, <sup>o</sup>C). Sua montagem contou com uma placa Wemos D1 mini, sensores DHT22, uma esfera oca de policloreto de polivinila (PVC), WeMOS micro SD Card Shield, shield RTC DS1307 e Wemos Mini D1 - Dual Base Shield para junção dos componentes. A linguagem de programação utilizada foi C++ utilizando a IDE ARDUINO e o API de internet das coisas Thingspeak. O dispositivo apresentou relação funcional entre as variáveis que permitiu alcançar coeficiente de determinação de 0,84, 0,75 e 0,84, para Tgn, Tbs e UR, respectivamente, quando comparado a um datalogger comercial, além do correto armazenamento dos dados conforme rotinas implementadas. O custo para montagem do equipamento foi de 10% do valor de aquisição de um equipamento com características similares no mercado.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 08:56:22 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AVALIAÇÃO DE DIFERENTES MODELOS DE EDIFICAÇÕES UTILIZADOS NA PRODUÇÃO DE FRANGOS DE CORTE</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/144-avaliacao-de-diferentes-modelos-de-edificacoes-utilizados-na-producao-de-frangos-de-corte?format=html</link>
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           <media:title type="plain">AVALIAÇÃO DE DIFERENTES MODELOS DE EDIFICAÇÕES UTILIZADOS NA PRODUÇÃO DE FRANGOS DE CORTE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> OLIVEIRA, P. A. V., MALTAURO, K., COLDEBELLA, A., MARTINS, F. M. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">sistema de ventilação, dark house, produção de aves.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O modelo de edificação é fator determinante para o desempenho da produção de frangos de corte. Na avicultura brasileira são utilizados, basicamente, três modelos de edificação, que se diferenciam quanto ao tipo de ventilação, controle de ambiência, e programas de iluminação: ventilação natural, ventilação forçada tipo túnel e Dark House. O presente estudo compara os desempenhos destes modelos, com mesma área produtiva. Foram analisados índices produtivos de 74 lotes produzidos em uma única granja em que os três modelos acima referidos foram utilizados ao longo do tempo. A mudança do modelo de ventilação natural para ventilação tipo túnel resultou em um aumento de 11.376±165 (11,85±0,18 aves/m<sup>2</sup>) para 12.384±135 (12,9±0,15 aves/m<sup>2</sup>) aves alojadas, implicando um acréscimo de 8,9%. O modelo Dark House, por sua vez, permitiu alojar 13.689±96 aves (14,26 aves/m<sup>2</sup>), resultando num acréscimo de 10,5% em relação à ventilação tipo túnel e de 20,3% em relação à ventilação natural. O modelo Dark House, apresentou os menores índices de mortalidade (média de 5,38±0,32%), consumo de ração (médio 4,49±0,09 kg/ave) e conversão alimentar (média 1,62±0,01/ave) e o maior índice de eficiência econômica (401±5,4).</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> OLIVEIRA, P. A. V., MALTAURO, K., COLDEBELLA, A., MARTINS, F. M. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">sistema de ventilação, dark house, produção de aves.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O modelo de edificação é fator determinante para o desempenho da produção de frangos de corte. Na avicultura brasileira são utilizados, basicamente, três modelos de edificação, que se diferenciam quanto ao tipo de ventilação, controle de ambiência, e programas de iluminação: ventilação natural, ventilação forçada tipo túnel e Dark House. O presente estudo compara os desempenhos destes modelos, com mesma área produtiva. Foram analisados índices produtivos de 74 lotes produzidos em uma única granja em que os três modelos acima referidos foram utilizados ao longo do tempo. A mudança do modelo de ventilação natural para ventilação tipo túnel resultou em um aumento de 11.376±165 (11,85±0,18 aves/m<sup>2</sup>) para 12.384±135 (12,9±0,15 aves/m<sup>2</sup>) aves alojadas, implicando um acréscimo de 8,9%. O modelo Dark House, por sua vez, permitiu alojar 13.689±96 aves (14,26 aves/m<sup>2</sup>), resultando num acréscimo de 10,5% em relação à ventilação tipo túnel e de 20,3% em relação à ventilação natural. O modelo Dark House, apresentou os menores índices de mortalidade (média de 5,38±0,32%), consumo de ração (médio 4,49±0,09 kg/ave) e conversão alimentar (média 1,62±0,01/ave) e o maior índice de eficiência econômica (401±5,4).</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 08:50:52 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DESENVOLVIMENTO DE BANCADAS DE CULTIVO DE PLANTAS PARA DEFINIÇÃO DA NECESSIDADE HÍDRICA VEGETAL</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/143-desenvolvimento-de-bancadas-de-cultivo-de-plantas-para-definicao-da-necessidade-hidrica-vegetal?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DESENVOLVIMENTO DE BANCADAS DE CULTIVO DE PLANTAS PARA DEFINIÇÃO DA NECESSIDADE HÍDRICA VEGETAL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> CAMPOS, B. C., SANTOS, C. E. R., PASCHOAL, M. C. G., MAZZINI-GUEDES, R. B., RIBEIRO, M. D., NOVODWORSK, J.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Capilaridade, cultivo protegido, estresse hídrico.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O estresse hídrico vegetal, causado por falta de água, promove nas plantas um baixo desenvolvimento, causando assim uma perda na qualidade e na produção vegetal, se fazendo necessário a determinação da quantidade mínima de água disponível para que as plantas possam se desenvolver. Com isso, o objetivo foi desenvolver bancadas inclinadas cuja manta absorvente disposta em suas superfícies, a uma dada inclinação, faça com que a água esteja disponível, por capilaridade ascendente, em menor quantidade para os vasos dispostos na parte superior e em maior quantidade para os vasos dispostos na parte inferior da bancada, mais próxima à fonte de água. As bancadas foram construídas utilizando-se caibros de madeira de eucalipto, ripão de pinus e tampo de MDF, com a possibilidade de inclinações variadas, diminuindo-se assim a quantidade de água disponível ao longo delas. As bancadas já foram usadas em um experimento para definição da tolerância de cravina (<i>Dianthus chinensis</i>) ao déficit hídrico, cujo objetivo foi avaliar a tolerância e o desenvolvimento das plantas sob estresse hídrico. Nesse primeiro experimento, observou-se que as bancadas funcionaram conforme previsto, promovendo a distribuição de água em níveis diferentes ao longo delas, e de acordo com suas inclinações.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/143-desenvolvimento-de-bancadas-de-cultivo-de-plantas-para-definicao-da-necessidade-hidrica-vegetal?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> CAMPOS, B. C., SANTOS, C. E. R., PASCHOAL, M. C. G., MAZZINI-GUEDES, R. B., RIBEIRO, M. D., NOVODWORSK, J.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Capilaridade, cultivo protegido, estresse hídrico.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O estresse hídrico vegetal, causado por falta de água, promove nas plantas um baixo desenvolvimento, causando assim uma perda na qualidade e na produção vegetal, se fazendo necessário a determinação da quantidade mínima de água disponível para que as plantas possam se desenvolver. Com isso, o objetivo foi desenvolver bancadas inclinadas cuja manta absorvente disposta em suas superfícies, a uma dada inclinação, faça com que a água esteja disponível, por capilaridade ascendente, em menor quantidade para os vasos dispostos na parte superior e em maior quantidade para os vasos dispostos na parte inferior da bancada, mais próxima à fonte de água. As bancadas foram construídas utilizando-se caibros de madeira de eucalipto, ripão de pinus e tampo de MDF, com a possibilidade de inclinações variadas, diminuindo-se assim a quantidade de água disponível ao longo delas. As bancadas já foram usadas em um experimento para definição da tolerância de cravina (<i>Dianthus chinensis</i>) ao déficit hídrico, cujo objetivo foi avaliar a tolerância e o desenvolvimento das plantas sob estresse hídrico. Nesse primeiro experimento, observou-se que as bancadas funcionaram conforme previsto, promovendo a distribuição de água em níveis diferentes ao longo delas, e de acordo com suas inclinações.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 08:46:40 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>SIMULAÇÃO DA TEMPERATURA INTERNA EM CAIXAS DE ABELHAS ATRAVÉS DE ELEMENTOS FINITOS</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/142-simulacao-da-temperatura-interna-em-caixas-de-abelhas-atraves-de-elementos-finitos?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> FREIRE, M. S., YANAGI JR., T., ANDRADE, E. T., SOUZA, M. F. P., TURCO, S. H. N., BAHUTI, M.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ambiência animal, apicultura de precisão, simulação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A utilização de simulações numérica na resolução de problemas na área de ambiência animal é essencial na avaliação do ambiente térmico, visto que o estresse térmico ainda é um dos fatores limitantes na produção animal. O objetivo do estudo foi modelar e simular as trocas térmicas entre o ambiente externo e a caixa de abelhas, utilizando as técnicas de FEM (<i>Finite Element Methods</i>), analisar a distribuição da temperatura do ar interno a partir das trocas térmicas entre o ambiente e a caixa de abelhas. Foram introduzidas as propriedades térmicas do material, bem como os parâmetros de entrada e as condições de contorno dados pela temperatura do ar (tbs), fluxo de calor nas superfícies externas das paredes e pelo calor gerado pelas abelhas. A análise térmica demonstrou que no ponto onde o sensor foi alocado, a tbsi estava dentro da faixa de conforto térmico para as abelhas <i>Apis Mellifera</i>. A simulação numérica apresentou resultados convergentes, com qualidade de malha excelente. O modelo foi validado, obtendo-se R<sup>2</sup> de 0,98, MAE de 0,21 ºC e RMSE de 0,24 ºC. </span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/142-simulacao-da-temperatura-interna-em-caixas-de-abelhas-atraves-de-elementos-finitos?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> FREIRE, M. S., YANAGI JR., T., ANDRADE, E. T., SOUZA, M. F. P., TURCO, S. H. N., BAHUTI, M.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ambiência animal, apicultura de precisão, simulação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A utilização de simulações numérica na resolução de problemas na área de ambiência animal é essencial na avaliação do ambiente térmico, visto que o estresse térmico ainda é um dos fatores limitantes na produção animal. O objetivo do estudo foi modelar e simular as trocas térmicas entre o ambiente externo e a caixa de abelhas, utilizando as técnicas de FEM (<i>Finite Element Methods</i>), analisar a distribuição da temperatura do ar interno a partir das trocas térmicas entre o ambiente e a caixa de abelhas. Foram introduzidas as propriedades térmicas do material, bem como os parâmetros de entrada e as condições de contorno dados pela temperatura do ar (tbs), fluxo de calor nas superfícies externas das paredes e pelo calor gerado pelas abelhas. A análise térmica demonstrou que no ponto onde o sensor foi alocado, a tbsi estava dentro da faixa de conforto térmico para as abelhas <i>Apis Mellifera</i>. A simulação numérica apresentou resultados convergentes, com qualidade de malha excelente. O modelo foi validado, obtendo-se R<sup>2</sup> de 0,98, MAE de 0,21 ºC e RMSE de 0,24 ºC. </span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 08:41:42 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>UMITEMP: MONITORAMENTO DO MICROCLIMA EM TEMPO REAL EM CÂMARA FRIA DE UVAS DE MESA</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/141-umitemp-monitoramento-do-microclima-em-tempo-real-em-camara-fria-de-uvas-de-mesa?format=html</link>
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           <media:title type="plain">UMITEMP: MONITORAMENTO DO MICROCLIMA EM TEMPO REAL EM CÂMARA FRIA DE UVAS DE MESA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> FREIRE, M. S., TURCO, S. H. N., SANTOS, A. P., COSTA, D. S., RAMOS, R. P. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Agricultura de precisão, cadeia de frios, eletrônica embarcada </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O presente trabalho teve como objetivo monitorar e avaliar as condições micrometeorológicas do armazenamento a frio de uvas de mesa no Submédio do Vale do São Francisco. Foi utilizado o sistema de monitoramento em tempo real, UmiTemP, desenvolvido para coletar e apresentar os dados de Tar e UR via web. Esse sistema consistiu em uma rede de sensores sem fio, espacialmente distribuídos numa câmara fria, coletando dados a cada um minuto. Foi verificado que a Tar média no interior da câmara fria variou entre 0,2 e 0,9 ºC. A Tar média no corredor apresentou valores entre 10,8 e 13,8 ºC. A câmara fria manteve-se acima da Tar recomendada (0 ºC) e abaixo da UR mínima recomendada (90%). Houve diferença entre as propriedades do ar nos dois ambientes, durante o experimento, reforçando a necessidade do controle da Tar no corredor da câmara fria.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/141-umitemp-monitoramento-do-microclima-em-tempo-real-em-camara-fria-de-uvas-de-mesa?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> FREIRE, M. S., TURCO, S. H. N., SANTOS, A. P., COSTA, D. S., RAMOS, R. P. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Agricultura de precisão, cadeia de frios, eletrônica embarcada </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O presente trabalho teve como objetivo monitorar e avaliar as condições micrometeorológicas do armazenamento a frio de uvas de mesa no Submédio do Vale do São Francisco. Foi utilizado o sistema de monitoramento em tempo real, UmiTemP, desenvolvido para coletar e apresentar os dados de Tar e UR via web. Esse sistema consistiu em uma rede de sensores sem fio, espacialmente distribuídos numa câmara fria, coletando dados a cada um minuto. Foi verificado que a Tar média no interior da câmara fria variou entre 0,2 e 0,9 ºC. A Tar média no corredor apresentou valores entre 10,8 e 13,8 ºC. A câmara fria manteve-se acima da Tar recomendada (0 ºC) e abaixo da UR mínima recomendada (90%). Houve diferença entre as propriedades do ar nos dois ambientes, durante o experimento, reforçando a necessidade do controle da Tar no corredor da câmara fria.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 08:35:57 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TEMPERATURA SUPERFICIAL DA LAJE ANTES E APÓS A INSTALAÇÃO DO TELHADO VERDE POR MEIO DA TERMOGRAFIA POR INFRAVERMELHO</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/140-temperatura-superficial-da-laje-antes-e-apos-a-instalacao-do-telhado-verde-por-meio-da-termografia-por-infravermelho?format=html</link>
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           <media:title type="plain">TEMPERATURA SUPERFICIAL DA LAJE ANTES E APÓS A INSTALAÇÃO DO TELHADO VERDE POR MEIO DA TERMOGRAFIA POR INFRAVERMELHO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> SILVA JÚNIOR, J. S., SILVA e SILVA, R., ALMEIDA, M. E. B., SANTANA, T. C., CAVALCANTI, S. D. L., GUISELINI, C.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Comportamento térmico, cobertura verde, microclima.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A Termografia é uma técnica de medição da temperatura, não invasiva e não destrutiva capaz de detectar variações mínimas na temperatura superficial de um corpo com precisão. Objetivou-se com essa pesquisa avaliar a influência do telhado verde na redução da temperatura da laje por meio de imagens termográficas. A pesquisa foi conduzida no Edifício Garagem do Empresarial Charles Darwin, Rio Ave Empreendimentos, Recife, PE, em dois períodos, 2016 (sem telhado verde) e 2017 (com telhado verde). Na laje superior do edifício foi instalada uma estação meteorológica na qual foram registrados os dados de temperatura do ar e umidade relativa do ar, no interior do edifício em uma sala de compensado as mesmas variáveis foram registradas com auxílio de um mini datalogger. Para a análise térmica foi utilizada uma câmera infravermelha modelo FLIR I60, obtendo imagens da face interna (TSI) e externa (TSE) da cobertura. Após a implantação o do telhado verde ocorreram reduções na temperatura da superfície interna de 1,83 ºC e externa de 5,14 ºC. A utilização do telhado verde torna-se uma alternativa na diminuição da temperatura superficial. </span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/140-temperatura-superficial-da-laje-antes-e-apos-a-instalacao-do-telhado-verde-por-meio-da-termografia-por-infravermelho?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> SILVA JÚNIOR, J. S., SILVA e SILVA, R., ALMEIDA, M. E. B., SANTANA, T. C., CAVALCANTI, S. D. L., GUISELINI, C.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Comportamento térmico, cobertura verde, microclima.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A Termografia é uma técnica de medição da temperatura, não invasiva e não destrutiva capaz de detectar variações mínimas na temperatura superficial de um corpo com precisão. Objetivou-se com essa pesquisa avaliar a influência do telhado verde na redução da temperatura da laje por meio de imagens termográficas. A pesquisa foi conduzida no Edifício Garagem do Empresarial Charles Darwin, Rio Ave Empreendimentos, Recife, PE, em dois períodos, 2016 (sem telhado verde) e 2017 (com telhado verde). Na laje superior do edifício foi instalada uma estação meteorológica na qual foram registrados os dados de temperatura do ar e umidade relativa do ar, no interior do edifício em uma sala de compensado as mesmas variáveis foram registradas com auxílio de um mini datalogger. Para a análise térmica foi utilizada uma câmera infravermelha modelo FLIR I60, obtendo imagens da face interna (TSI) e externa (TSE) da cobertura. Após a implantação o do telhado verde ocorreram reduções na temperatura da superfície interna de 1,83 ºC e externa de 5,14 ºC. A utilização do telhado verde torna-se uma alternativa na diminuição da temperatura superficial. </span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 08:30:37 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DESLOCAMENTOS VERTICAIS DE VIGAS DE MADEIRA LAMINADA COLADA ARMADA AVALIADOS POR MODELAGEM COMPUTACIONAL</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/139-deslocamentos-verticais-de-vigas-de-madeira-laminada-colada-armada-avaliados-por-modelagem-computacional?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DESLOCAMENTOS VERTICAIS DE VIGAS DE MADEIRA LAMINADA COLADA ARMADA AVALIADOS POR MODELAGEM COMPUTACIONAL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> PEIXOTO, l. S., SORIANO, J., PELLIS, B. P. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Derivados da madeira; reforços metálicos; rigidez a flexão. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A madeira laminada colada (MLC) representa um dos principais produtos tecnológicos e derivados da madeira. Um melhor desempenho estrutural de peças de MLC pode ser obtido com a utilização de reforços com barras de aço coladas internamente nessas peças. O presente trabalho teve como objetivo avaliar o desempenho de vigas de MLC armadas com barras de aço, tendo por base os deslocamentos verticais experimentais e os deslocamentos obtidos com a modelagem computacional. Para tanto, vigas de MLC com e sem reforço metálico foram ensaiadas sob flexão estática por quatro pontos e, também modeladas com o software Ansys (R19.1). Nas peças armadas foram empregadas as taxas de armadura (relação entre as áreas de aço e de madeira) iguais a 2% e 4%. Foi observado que a modelagem proporcionou deslocamentos verticais precisos quando comparados com os resultados dos ensaios laboratoriais. Foi possível concluir que o aumento da taxa de armadura fez reduzir as diferenças entre os resultados experimentais e da modelagem. </span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/139-deslocamentos-verticais-de-vigas-de-madeira-laminada-colada-armada-avaliados-por-modelagem-computacional?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> PEIXOTO, l. S., SORIANO, J., PELLIS, B. P. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Derivados da madeira; reforços metálicos; rigidez a flexão. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A madeira laminada colada (MLC) representa um dos principais produtos tecnológicos e derivados da madeira. Um melhor desempenho estrutural de peças de MLC pode ser obtido com a utilização de reforços com barras de aço coladas internamente nessas peças. O presente trabalho teve como objetivo avaliar o desempenho de vigas de MLC armadas com barras de aço, tendo por base os deslocamentos verticais experimentais e os deslocamentos obtidos com a modelagem computacional. Para tanto, vigas de MLC com e sem reforço metálico foram ensaiadas sob flexão estática por quatro pontos e, também modeladas com o software Ansys (R19.1). Nas peças armadas foram empregadas as taxas de armadura (relação entre as áreas de aço e de madeira) iguais a 2% e 4%. Foi observado que a modelagem proporcionou deslocamentos verticais precisos quando comparados com os resultados dos ensaios laboratoriais. Foi possível concluir que o aumento da taxa de armadura fez reduzir as diferenças entre os resultados experimentais e da modelagem. </span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 08:26:13 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>EFICIÊNCIA TÉRMICA DE TELHADOS EM FUNÇÃO DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DAS TELHAS</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/138-eficiencia-termica-de-telhados-em-funcao-do-estado-de-conservacao-das-telhas?format=html</link>
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           <media:title type="plain">EFICIÊNCIA TÉRMICA DE TELHADOS EM FUNÇÃO DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DAS TELHAS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> SAMPAIO, C. A. P., TEREZO, R. F., SILVA, L. M. C., SOARES, M. H. O., TRIPOLI, K. D., SIMON NETO, D. L. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">emissividade, condutibilidade térmica, fatores ambientais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A sensação térmica de frio ou calor depende das condições ambientais e das propriedades do material construtivo. Este trabalho teve como objetivos avaliar telhas em função de sua superfície (limpa ou suja) baseando nas temperaturas da superfície e nos índices de conforto térmico, em modelos reduzidos de instalações rurais, para as condições de verão. As temperaturas das superfícies das telhas apresentaram diferenças estatísticas. As telhas cerâmicas limpas e sujas e de fibrocimento limpas apresentaram ITGU (índice de temperatura de globo negro e umidade) e CTR (índice de carga térmica de radiação) similares e foram as melhores na proteção do calor. Houve significativa redução da CTR, de 24,70 e de 32,70%, para os telhados de aço galvanizado e de cerâmica limpos, respectivamente, em comparação ao ambiente. Os máximos de IBUTG (índice de bulbo úmido - temperatura de globo negro) mostram que um trabalhador pode estar sujeito à condição insalubre por calor. Pode-se concluir que para conforto térmico, o telhado do melhor para o pior, é formado de telhas cerâmicas limpas e sujas, de fibrocimento limpas, de alumínio limpas, de fibrocimento sujas e por telhas de aço galvanizado limpas, respectivamente.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> SAMPAIO, C. A. P., TEREZO, R. F., SILVA, L. M. C., SOARES, M. H. O., TRIPOLI, K. D., SIMON NETO, D. L. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">emissividade, condutibilidade térmica, fatores ambientais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A sensação térmica de frio ou calor depende das condições ambientais e das propriedades do material construtivo. Este trabalho teve como objetivos avaliar telhas em função de sua superfície (limpa ou suja) baseando nas temperaturas da superfície e nos índices de conforto térmico, em modelos reduzidos de instalações rurais, para as condições de verão. As temperaturas das superfícies das telhas apresentaram diferenças estatísticas. As telhas cerâmicas limpas e sujas e de fibrocimento limpas apresentaram ITGU (índice de temperatura de globo negro e umidade) e CTR (índice de carga térmica de radiação) similares e foram as melhores na proteção do calor. Houve significativa redução da CTR, de 24,70 e de 32,70%, para os telhados de aço galvanizado e de cerâmica limpos, respectivamente, em comparação ao ambiente. Os máximos de IBUTG (índice de bulbo úmido - temperatura de globo negro) mostram que um trabalhador pode estar sujeito à condição insalubre por calor. Pode-se concluir que para conforto térmico, o telhado do melhor para o pior, é formado de telhas cerâmicas limpas e sujas, de fibrocimento limpas, de alumínio limpas, de fibrocimento sujas e por telhas de aço galvanizado limpas, respectivamente.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 08:21:42 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>EFEITOS DA RIGIDEZ SEGUNDO A ORIENTAÇÃO DAS CAMADAS DE PAINÉIS RETANGULARES OSB</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/137-efeitos-da-rigidez-segundo-a-orientacao-das-camadas-de-paineis-retangulares-osb?format=html</link>
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           <media:title type="plain">EFEITOS DA RIGIDEZ SEGUNDO A ORIENTAÇÃO DAS CAMADAS DE PAINÉIS RETANGULARES OSB</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> SORIANO, J., FIORELLI, J., PEIXOTO, L. S., BARBIRATO, G. H., LOPES JUNIOR, W. E., MARTINS, R.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Derivados da madeira, modelagem computacional, propriedades mecânicas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A tecnologia da madeira tem proporcionado a produção de painéis com o uso de partículas residuais, para importantes aplicações na construção urbana e rural e outros setores industriais. Os painéis OSB (Oriented Strand Boards) geralmente são constituídos por três camadas de partículas orientadas de forma a garantir a estabilidade e rigidez do mesmo. Esta pesquisa teve por objetivo avaliar por meio de simulação numérica os efeitos de rigidez devida a orientação das partículas nas camadas de OSB. Para tanto, com o software ANSYS foram simulados painéis retangulares OSB alternando-se a orientação de cada uma das camadas, segundo as direções longitudinal e transversal do painel. As camadas externas quando dispostas com os ‘strands’ orientados segundo a direção longitudinal minimizaram os deslocamentos verticais máximos do painel fletido e, consequentemente, influenciou nas distribuições das tensões normais com as maiores solicitações na direção longitudinal. </span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/137-efeitos-da-rigidez-segundo-a-orientacao-das-camadas-de-paineis-retangulares-osb?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> SORIANO, J., FIORELLI, J., PEIXOTO, L. S., BARBIRATO, G. H., LOPES JUNIOR, W. E., MARTINS, R.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Derivados da madeira, modelagem computacional, propriedades mecânicas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A tecnologia da madeira tem proporcionado a produção de painéis com o uso de partículas residuais, para importantes aplicações na construção urbana e rural e outros setores industriais. Os painéis OSB (Oriented Strand Boards) geralmente são constituídos por três camadas de partículas orientadas de forma a garantir a estabilidade e rigidez do mesmo. Esta pesquisa teve por objetivo avaliar por meio de simulação numérica os efeitos de rigidez devida a orientação das partículas nas camadas de OSB. Para tanto, com o software ANSYS foram simulados painéis retangulares OSB alternando-se a orientação de cada uma das camadas, segundo as direções longitudinal e transversal do painel. As camadas externas quando dispostas com os ‘strands’ orientados segundo a direção longitudinal minimizaram os deslocamentos verticais máximos do painel fletido e, consequentemente, influenciou nas distribuições das tensões normais com as maiores solicitações na direção longitudinal. </span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Wed, 16 Oct 2019 17:24:33 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AVALIAÇÃO AMBIENTAL COM INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS MENSURADAS NO LOCAL E DADOS DISPONÍVEIS NA REDE</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/135-avaliacao-ambiental-com-informacoes-climaticas-mensuradas-no-local-e-dados-disponiveis-na-rede?format=html</link>
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           <media:title type="plain">AVALIAÇÃO AMBIENTAL COM INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS MENSURADAS NO LOCAL E DADOS DISPONÍVEIS NA REDE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> SANTOS, R. C., COSTA, K. F., LOVATTO, J., SILVA, L. A. M., NASCIMENTO, M. A., SANCHES, A. C.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ambiência, avicultura, monitoramento ambiental</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A ambiência animal tem sido bastante explorada com vistas a aumentar a eficiência produtiva, em especial ao se estudar tecnologias relacionadas à agricultura digital direcionadas ao zoneamento agroclimático. Em criatórios não automatizados é comum a mensuração de dados utilizando coletas manuais, sujeito a erros. Outra forma de avaliação ambiental é o uso de banco de dados disponíveis na Rede, de estações meteorológicas regionais, nem sempre próximas às instalações onde estão os animais. Assim, objetivou-se comparar dados climáticos mensurados próximos a um galpão para produção avícola com informações coletadas via Rede, de uma estação meteorológica local, para verificar as diferenças existentes devido à distância geográfica. Durante 7 dias, das 05h-18h, coletou-se dados de temperatura e umidade relativa em um galpão avícola na UFGD e pela Rede global de computadores (Internet), da estação do INMET em Dourados, distanciados 15km um do outro. Foi calculada a Entalpia e submetida à análise estatística, mostrando diferença significativa entre os locais analisados. Concluiu-se que os dados obtidos, no site do INMET demonstraram um ambiente diferente do local onde está o galpão avícola, evidenciando que um dos desafios da agricultura digital é a introdução de equipamentos de monitoramento ambiental de baixo custo e portáteis com medições contínuas.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> SANTOS, R. C., COSTA, K. F., LOVATTO, J., SILVA, L. A. M., NASCIMENTO, M. A., SANCHES, A. C.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ambiência, avicultura, monitoramento ambiental</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A ambiência animal tem sido bastante explorada com vistas a aumentar a eficiência produtiva, em especial ao se estudar tecnologias relacionadas à agricultura digital direcionadas ao zoneamento agroclimático. Em criatórios não automatizados é comum a mensuração de dados utilizando coletas manuais, sujeito a erros. Outra forma de avaliação ambiental é o uso de banco de dados disponíveis na Rede, de estações meteorológicas regionais, nem sempre próximas às instalações onde estão os animais. Assim, objetivou-se comparar dados climáticos mensurados próximos a um galpão para produção avícola com informações coletadas via Rede, de uma estação meteorológica local, para verificar as diferenças existentes devido à distância geográfica. Durante 7 dias, das 05h-18h, coletou-se dados de temperatura e umidade relativa em um galpão avícola na UFGD e pela Rede global de computadores (Internet), da estação do INMET em Dourados, distanciados 15km um do outro. Foi calculada a Entalpia e submetida à análise estatística, mostrando diferença significativa entre os locais analisados. Concluiu-se que os dados obtidos, no site do INMET demonstraram um ambiente diferente do local onde está o galpão avícola, evidenciando que um dos desafios da agricultura digital é a introdução de equipamentos de monitoramento ambiental de baixo custo e portáteis com medições contínuas.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Wed, 16 Oct 2019 17:19:37 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>FERRAMENTA DE AMBIÊNCIA DE PRECISÃO PARA AVALIAÇÃO DE CONFORTO DE FRANGOS DE CORTE CRIADOS EM MATO GROSSO DO SUL</title>
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           <media:title type="plain">FERRAMENTA DE AMBIÊNCIA DE PRECISÃO PARA AVALIAÇÃO DE CONFORTO DE FRANGOS DE CORTE CRIADOS EM MATO GROSSO DO SUL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> SANTOS, R. C., COSTA, K. F., CESCA, R. S., RODRIGUES, T. R., ALVES, C. O., SANCHES, A. C.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Binários, conforto térmico, gestão da produção</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O Brasil ocupa posições de destaque nos rankings mundiais de produção e exportação de frangos de corte, estando o Mato grosso do Sul entre os maiores produtores do país. O objetivo da pesquisa foi gerar uma matriz de binários com o propósito de utilizá-la como ferramenta para determinar o risco de ocorrência de estresse térmico nos principais locais envolvidos na produção de frangos de corte em MS. Para a construção da matriz de binários utilizada como ferramenta de avaliação ambiental considerou-se as variáveis temperatura máxima, umidade relativa máxima e entalpia máxima horária. Ao combinar estas variáveis, para condições ideais foram atribuídos valor 0, e condições desfavoráveis foram atribuídos valor 1. O município de Sidrolândia foi a com maior número de registros válidos, seguida por Dourados e Paranaíba. O município de Dourados foi o que apresentou menor risco de estresse classificado como alto e moderado. Paranaíba foi a região menos interessante por apresentar alto risco de estresse ambiental. Com este estudo foi possível concluir que o monitoramento ambiental um dos desafios da Agricultura Digital a utilização de classificação de riscos de estresse por meio de binários facilita a gestão da produção quanto a necessidade do uso de equipamentos para arrefecimento térmico. </span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> SANTOS, R. C., COSTA, K. F., CESCA, R. S., RODRIGUES, T. R., ALVES, C. O., SANCHES, A. C.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA) </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Binários, conforto térmico, gestão da produção</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O Brasil ocupa posições de destaque nos rankings mundiais de produção e exportação de frangos de corte, estando o Mato grosso do Sul entre os maiores produtores do país. O objetivo da pesquisa foi gerar uma matriz de binários com o propósito de utilizá-la como ferramenta para determinar o risco de ocorrência de estresse térmico nos principais locais envolvidos na produção de frangos de corte em MS. Para a construção da matriz de binários utilizada como ferramenta de avaliação ambiental considerou-se as variáveis temperatura máxima, umidade relativa máxima e entalpia máxima horária. Ao combinar estas variáveis, para condições ideais foram atribuídos valor 0, e condições desfavoráveis foram atribuídos valor 1. O município de Sidrolândia foi a com maior número de registros válidos, seguida por Dourados e Paranaíba. O município de Dourados foi o que apresentou menor risco de estresse classificado como alto e moderado. Paranaíba foi a região menos interessante por apresentar alto risco de estresse ambiental. Com este estudo foi possível concluir que o monitoramento ambiental um dos desafios da Agricultura Digital a utilização de classificação de riscos de estresse por meio de binários facilita a gestão da produção quanto a necessidade do uso de equipamentos para arrefecimento térmico. </span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Wed, 16 Oct 2019 17:14:09 -0300</pubDate>
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