<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?><rss version="2.0"
     xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
     xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
     xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/">

   <channel>
       <title>Engenharia de Água e Solo (EAS) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
       <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12?format=html</link>
              <lastBuildDate>Mon, 21 Oct 2019 17:25:31 -0300</lastBuildDate>
       <atom:link href="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12?format=rss" rel="self" type="application/rss+xml"/>
       <language>pt-BR</language>
       <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
       <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>

              <item>
           <title>AVALIAÇÃO HIDROLÓGICA DAS PRATICAS DE CONSERVAÇÃO DO SOLO NO RIBEIRÃO DAS POSSES, EXTREMA-MG</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/429-avaliacao-hidrologica-das-praticas-de-conservacao-do-solo-no-ribeirao-das-posses-extrema-mg?format=html</link>
           <enclosure url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/429-avaliacao-hidrologica-das-praticas-de-conservacao-do-solo-no-ribeirao-das-posses-extrema-mg/file" length="260605" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/429-avaliacao-hidrologica-das-praticas-de-conservacao-do-solo-no-ribeirao-das-posses-extrema-mg/file"
                fileSize="260605"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">AVALIAÇÃO HIDROLÓGICA DAS PRATICAS DE CONSERVAÇÃO DO SOLO NO RIBEIRÃO DAS POSSES, EXTREMA-MG</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">RICARDO, H. C., DUARTE, S. N. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Projeto Conservador das Águas; monitoramento hídrico; BFI. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A queda de qualidade e escassez de recursos têm impulsionado a aplicação de diferentes metodologias para a conservação hídrica, entre as quais o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA). O Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) é um instrumento econômico que garante o fornecimento e serviços ambientais aos usuários e recompensa os “provedores”, incentivando a proteção e o uso sustentável dos recursos naturais. No Brasil a principal referência das iniciativas de PSA é o Projeto Conservador das Águas (PCA). Acredita-se que as ações conservacionistas promovidas pelo projeto, entre elas a recuperação de áreas degradadas por atividades agrícolas, possam contribuir para promover aumentos significativos no volume de água presente nos mananciais da região. Neste contexto, o objetivo do estudo é analisar o comportamento da série histórica de dados fluviométricos da microbacia de Ribeirão das Posses. Os parâmetros utilizados para a caracterização hidrológica são o Índice de Escoamento de Base (BFI) e Flashiness. A tendência de evolução entre os parâmetros foi determinada por intermédio do teste de Mann Kendall. Assim, após as análises realizadas, o estudo demonstrou uma melhoria em potencial nos indicadores hídricos da microbacia Ribeirão das Posses. </span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/429-avaliacao-hidrologica-das-praticas-de-conservacao-do-solo-no-ribeirao-das-posses-extrema-mg?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">RICARDO, H. C., DUARTE, S. N. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Projeto Conservador das Águas; monitoramento hídrico; BFI. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A queda de qualidade e escassez de recursos têm impulsionado a aplicação de diferentes metodologias para a conservação hídrica, entre as quais o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA). O Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) é um instrumento econômico que garante o fornecimento e serviços ambientais aos usuários e recompensa os “provedores”, incentivando a proteção e o uso sustentável dos recursos naturais. No Brasil a principal referência das iniciativas de PSA é o Projeto Conservador das Águas (PCA). Acredita-se que as ações conservacionistas promovidas pelo projeto, entre elas a recuperação de áreas degradadas por atividades agrícolas, possam contribuir para promover aumentos significativos no volume de água presente nos mananciais da região. Neste contexto, o objetivo do estudo é analisar o comportamento da série histórica de dados fluviométricos da microbacia de Ribeirão das Posses. Os parâmetros utilizados para a caracterização hidrológica são o Índice de Escoamento de Base (BFI) e Flashiness. A tendência de evolução entre os parâmetros foi determinada por intermédio do teste de Mann Kendall. Assim, após as análises realizadas, o estudo demonstrou uma melhoria em potencial nos indicadores hídricos da microbacia Ribeirão das Posses. </span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 17:25:31 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>MODELO MATEMÁTICO PARA ESTIMATIVA DA VAZÃO DE DILUIÇÃO DE AFLUENTES</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/428-modelo-matematico-para-estimativa-da-vazao-de-diluicao-de-afluentes?format=html</link>
           <enclosure url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/428-modelo-matematico-para-estimativa-da-vazao-de-diluicao-de-afluentes/file" length="417026" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/428-modelo-matematico-para-estimativa-da-vazao-de-diluicao-de-afluentes/file"
                fileSize="417026"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">MODELO MATEMÁTICO PARA ESTIMATIVA DA VAZÃO DE DILUIÇÃO DE AFLUENTES</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">MASTEGHIN, L. T., GONÇALVES, F. A., SILVEIRA, A., SOUZA, A. D. G., OLIVEIRA, T. C. C. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Gestão de recursos hídricos; Vazão de subsídio; Vazões mínimas de longo período. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A pegada hídrica cinza refere-se ao volume de água necessário para diluir os poluentes, de modo que a qualidade da água em seu estado natural seja mantida acima dos padrões mínimos de qualidade da água aceitáveis. Esse volume de água pode ser expresso com o termo de vazão de diluição. Em função disto, com este trabalho objetivou-se estabelecer uma metodologia inédita que possibilitasse calcular a vazão de diluição em cursos d’água, permitindo um melhor entendimento da gestão dos recursos hídricos da bacia hidrográfica, sob o ponto de vista da sustentabilidade hídrica. Neste estudo, a metodologia foi aplicada para a Bacia Hidrográfica do rio Paraíba do Sul. A vazão de diluição foi correlacionada com vazões mínimas de referência por meio de Índices de Sustentabilidade Hídrica (ISH). Os resultados permitem concluir que a metodologia apresentada pode ser considerada como um instrumento de gestão dos recursos hídricos, utilizada para avaliar impactos e situações de degradabilidade do meio aquático, tornando-se importante nas tomadas de decisão para prevenção ou remediação de impactos ambientais. </span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/428-modelo-matematico-para-estimativa-da-vazao-de-diluicao-de-afluentes?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">MASTEGHIN, L. T., GONÇALVES, F. A., SILVEIRA, A., SOUZA, A. D. G., OLIVEIRA, T. C. C. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Gestão de recursos hídricos; Vazão de subsídio; Vazões mínimas de longo período. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A pegada hídrica cinza refere-se ao volume de água necessário para diluir os poluentes, de modo que a qualidade da água em seu estado natural seja mantida acima dos padrões mínimos de qualidade da água aceitáveis. Esse volume de água pode ser expresso com o termo de vazão de diluição. Em função disto, com este trabalho objetivou-se estabelecer uma metodologia inédita que possibilitasse calcular a vazão de diluição em cursos d’água, permitindo um melhor entendimento da gestão dos recursos hídricos da bacia hidrográfica, sob o ponto de vista da sustentabilidade hídrica. Neste estudo, a metodologia foi aplicada para a Bacia Hidrográfica do rio Paraíba do Sul. A vazão de diluição foi correlacionada com vazões mínimas de referência por meio de Índices de Sustentabilidade Hídrica (ISH). Os resultados permitem concluir que a metodologia apresentada pode ser considerada como um instrumento de gestão dos recursos hídricos, utilizada para avaliar impactos e situações de degradabilidade do meio aquático, tornando-se importante nas tomadas de decisão para prevenção ou remediação de impactos ambientais. </span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 17:23:15 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CONSUMO DE ÁGUA E RENDIMENTO DO TRIGO: UMA APROXIMAÇÃO AO MODELO SIMDUALKC</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/427-consumo-de-agua-e-rendimento-do-trigo-uma-aproximacao-ao-modelo-simdualkc?format=html</link>
           <enclosure url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/427-consumo-de-agua-e-rendimento-do-trigo-uma-aproximacao-ao-modelo-simdualkc/file" length="256739" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/427-consumo-de-agua-e-rendimento-do-trigo-uma-aproximacao-ao-modelo-simdualkc/file"
                fileSize="256739"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">CONSUMO DE ÁGUA E RENDIMENTO DO TRIGO: UMA APROXIMAÇÃO AO MODELO SIMDUALKC</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">LONDERO, D. D., PETRY, M. T., CHECHI, L., ANTONELLO, M. C., GONÇALVES, A. F., ROSÁRIO, C. R.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> evapotranspiração, modelo de balanço hídrico, trigo irrigado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A água interfere no potencial produtivo das culturas, de forma que determinar a demanda hídrica destas é fundamental para evitar perdas por déficit hídrico. O objetivo do trabalho foi calibrar e validar o modelo de balanço hídrico SIMDualKc para estimar a evapotranspiração na cultura (ET<sub>c</sub>) do trigo no Cerrado, visando identificar a ocorrência de stress hídrico em estádios onde o rendimento é afetado. O estudo foi realizado em Goiás, em trigo irrigado por aspersão, nos anos agrícolas de 2017 e 2018. O modelo de balanço hídrico SIMDualKc foi calibrado e validado comparando dados observados e simulados da água disponível no solo (ASW) durante o ciclo da cultura. Os indicadores estatísticos apresentaram boa concordância entre os valores observados e simulados do ASW, com um coeficiente de regressão forçado à origem (b<sub>0</sub>) próximo a 1,0, para todas as áreas. O coeficiente de determinação (R<sup>2</sup>) foi próximo a 1,0, indicando que maior parte das observações da água no solo podem ser explicadas pelo modelo. Os erros de estimativas foram baixos, com raiz quadrada do erro médio (RMSE) de 4,22 mm (2017) e 5,33 mm (2018). A maior ET<sub>c</sub> foi observada na área 4 (447 mm) para um rendimento de grãos de 8.1 Mg ha<sup>-1.</sup></span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/427-consumo-de-agua-e-rendimento-do-trigo-uma-aproximacao-ao-modelo-simdualkc?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">LONDERO, D. D., PETRY, M. T., CHECHI, L., ANTONELLO, M. C., GONÇALVES, A. F., ROSÁRIO, C. R.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> evapotranspiração, modelo de balanço hídrico, trigo irrigado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A água interfere no potencial produtivo das culturas, de forma que determinar a demanda hídrica destas é fundamental para evitar perdas por déficit hídrico. O objetivo do trabalho foi calibrar e validar o modelo de balanço hídrico SIMDualKc para estimar a evapotranspiração na cultura (ET<sub>c</sub>) do trigo no Cerrado, visando identificar a ocorrência de stress hídrico em estádios onde o rendimento é afetado. O estudo foi realizado em Goiás, em trigo irrigado por aspersão, nos anos agrícolas de 2017 e 2018. O modelo de balanço hídrico SIMDualKc foi calibrado e validado comparando dados observados e simulados da água disponível no solo (ASW) durante o ciclo da cultura. Os indicadores estatísticos apresentaram boa concordância entre os valores observados e simulados do ASW, com um coeficiente de regressão forçado à origem (b<sub>0</sub>) próximo a 1,0, para todas as áreas. O coeficiente de determinação (R<sup>2</sup>) foi próximo a 1,0, indicando que maior parte das observações da água no solo podem ser explicadas pelo modelo. Os erros de estimativas foram baixos, com raiz quadrada do erro médio (RMSE) de 4,22 mm (2017) e 5,33 mm (2018). A maior ET<sub>c</sub> foi observada na área 4 (447 mm) para um rendimento de grãos de 8.1 Mg ha<sup>-1.</sup></span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 17:20:28 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RELEVÂNCIA DO MANEJO DA ÁGUA PARA SUSTENTABILIDADE DE SUA EXPLORAÇÃO</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/426-relevancia-do-manejo-da-agua-para-sustentabilidade-de-sua-exploracao?format=html</link>
           <enclosure url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/426-relevancia-do-manejo-da-agua-para-sustentabilidade-de-sua-exploracao/file" length="216508" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/426-relevancia-do-manejo-da-agua-para-sustentabilidade-de-sua-exploracao/file"
                fileSize="216508"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">RELEVÂNCIA DO MANEJO DA ÁGUA PARA SUSTENTABILIDADE DE SUA EXPLORAÇÃO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SCHUTZ, F. C. A., HORONZI, A. A. M., BUSARELLO, C. J., MENDONÇA, S. N. T. G., SCHMIDT, C. A. P.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Água, Natureza, Substância química.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O presente artigo analisa a água, que é um recurso abundante extraído da natureza, precisa ser valorizada pois nem toda é disponibilizada para consumo, o presente artigo tem por objetivo analisar a água como uma substancia química, aspecto econômico e social, destacando a necessidade da proteção da natureza. O método adotado foi o dedutivo, buscando, a partir de uma pesquisa monográfica, bibliográfica descritiva e documental. Nos resultados busca por informar um arsenal completo de conhecimento que incorpore não apenas os aspectos científicos tecnológicos, mas também a dimensão social que o envolve para evitar a sua escassez, causadas por impacto ambiental resultante das atividades antrópicas que afetam a saúde e bem-estar da população futura.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/426-relevancia-do-manejo-da-agua-para-sustentabilidade-de-sua-exploracao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SCHUTZ, F. C. A., HORONZI, A. A. M., BUSARELLO, C. J., MENDONÇA, S. N. T. G., SCHMIDT, C. A. P.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Água, Natureza, Substância química.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O presente artigo analisa a água, que é um recurso abundante extraído da natureza, precisa ser valorizada pois nem toda é disponibilizada para consumo, o presente artigo tem por objetivo analisar a água como uma substancia química, aspecto econômico e social, destacando a necessidade da proteção da natureza. O método adotado foi o dedutivo, buscando, a partir de uma pesquisa monográfica, bibliográfica descritiva e documental. Nos resultados busca por informar um arsenal completo de conhecimento que incorpore não apenas os aspectos científicos tecnológicos, mas também a dimensão social que o envolve para evitar a sua escassez, causadas por impacto ambiental resultante das atividades antrópicas que afetam a saúde e bem-estar da população futura.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 17:15:32 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CALIBRAÇÃO E SIMULAÇÃO DO RENDIMENTO DA BATATA INGLESA UTILIZANDO-SE O MODELO SUBSTOR POTATO PARA JABOTICABAL-SP</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/425-calibracao-e-simulacao-do-rendimento-da-batata-inglesa-utilizando-se-o-modelo-substor-potato-para-jaboticabal-sp?format=html</link>
           <enclosure url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/425-calibracao-e-simulacao-do-rendimento-da-batata-inglesa-utilizando-se-o-modelo-substor-potato-para-jaboticabal-sp/file" length="392084" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/425-calibracao-e-simulacao-do-rendimento-da-batata-inglesa-utilizando-se-o-modelo-substor-potato-para-jaboticabal-sp/file"
                fileSize="392084"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">CALIBRAÇÃO E SIMULAÇÃO DO RENDIMENTO DA BATATA INGLESA UTILIZANDO-SE O MODELO SUBSTOR POTATO PARA JABOTICABAL-SP</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">VIANA, J. S., BARBOSA, J. A., FARIA, R. T., PALARETTI, L. F., DALRI, A. B.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> DSSAT, Modelagem, Produtividade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Modelos de crescimento de cultivos são ferramentas eficientes para avaliar o efeito de práticas de manejo agrícola. O objetivo deste trabalho foi calibrar e avaliar o desempenho do modelo SUBSTOR para a cultura da batateira nas condições edafoclimáticas de Jaboticabal, SP. O modelo foi calibrado e avaliado com dados coletados de experimento conduzidos em 2018. Na calibração foi utilizado o experimento e validação de 2018. Com os coeficientes genéticos calibrados para a cultivar de batata Orchestra ciclo curto/mediano. O modelo simulou corretamente a fenologia, o crescimento da área foliar, porém para lâmina de 50% da ETc juntamente com as fertilizações utilizadas a produtividade foi subestimado. </span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/425-calibracao-e-simulacao-do-rendimento-da-batata-inglesa-utilizando-se-o-modelo-substor-potato-para-jaboticabal-sp?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">VIANA, J. S., BARBOSA, J. A., FARIA, R. T., PALARETTI, L. F., DALRI, A. B.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> DSSAT, Modelagem, Produtividade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Modelos de crescimento de cultivos são ferramentas eficientes para avaliar o efeito de práticas de manejo agrícola. O objetivo deste trabalho foi calibrar e avaliar o desempenho do modelo SUBSTOR para a cultura da batateira nas condições edafoclimáticas de Jaboticabal, SP. O modelo foi calibrado e avaliado com dados coletados de experimento conduzidos em 2018. Na calibração foi utilizado o experimento e validação de 2018. Com os coeficientes genéticos calibrados para a cultivar de batata Orchestra ciclo curto/mediano. O modelo simulou corretamente a fenologia, o crescimento da área foliar, porém para lâmina de 50% da ETc juntamente com as fertilizações utilizadas a produtividade foi subestimado. </span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 17:11:37 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>UTILIZAÇÃO DE ADITIVO PARA REDUÇÃO DA PERDA DE NITROGÊNIO POR VOLATILIZAÇÃO DE AMÔNIA EM SOLO DE TEXTURA ARGILOSA E ARENOSA</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/424-utilizacao-de-aditivo-para-reducao-da-perda-de-nitrogenio-por-volatilizacao-de-amonia-em-solo-de-textura-argilosa-e-arenosa?format=html</link>
           <enclosure url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/424-utilizacao-de-aditivo-para-reducao-da-perda-de-nitrogenio-por-volatilizacao-de-amonia-em-solo-de-textura-argilosa-e-arenosa/file" length="246115" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/424-utilizacao-de-aditivo-para-reducao-da-perda-de-nitrogenio-por-volatilizacao-de-amonia-em-solo-de-textura-argilosa-e-arenosa/file"
                fileSize="246115"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">UTILIZAÇÃO DE ADITIVO PARA REDUÇÃO DA PERDA DE NITROGÊNIO POR VOLATILIZAÇÃO DE AMÔNIA EM SOLO DE TEXTURA ARGILOSA E ARENOSA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">PALARETTI, L. F., FERNANDES, M. M., CASCALDI, A. M. S., MAURO NETO, S., DALRI, A. B., FARIA, R. T.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> NH<sub>3</sub>, aditivo, NZone Max. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">As perdas por volatilização de amônia podem ser reduzidas por meio de adição de produtos à ureia. Assim, o objetivo no trabalho foi de avaliar o efeito da utilização do aditivo NZone Max nas perdas por volatilização em dois tipos de solos. Os tratamentos consideraram a aplicação de 250 kg ha<sup>-1</sup> de N sem aditivo, 250 kg ha<sup>-1</sup> de N com aditivo e 500 kg ha<sup>-1</sup> de N com aditivo. O experimento foi em estufa agrícola em delineamento inteiramente casualizado arranjado em fatorial 3x5x2 com três repetições. A NH<sub>3</sub> volatilizada foi coletada em câmaras fechadas. Foi analisada a variância pelo teste F e as médias pelo teste de Tukey a 5%. A quantidade de NH<sub>3</sub> volatilizada no solo argiloso foi crescente até o sexto dia após a adubação, reduzindo à partir daí até o último dia. No solo arenoso, a quantidade de NH<sup>3 </sup>volatilizada foi crescente até o quarto dia após a adubação com posterior queda até o último dia de avaliação. A volatilização de NH<sub>3</sub> foi maior no solo arenoso. O uso do aditivo promoveu a redução das perdas de nitrogênio por volatilização.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/424-utilizacao-de-aditivo-para-reducao-da-perda-de-nitrogenio-por-volatilizacao-de-amonia-em-solo-de-textura-argilosa-e-arenosa?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">PALARETTI, L. F., FERNANDES, M. M., CASCALDI, A. M. S., MAURO NETO, S., DALRI, A. B., FARIA, R. T.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> NH<sub>3</sub>, aditivo, NZone Max. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">As perdas por volatilização de amônia podem ser reduzidas por meio de adição de produtos à ureia. Assim, o objetivo no trabalho foi de avaliar o efeito da utilização do aditivo NZone Max nas perdas por volatilização em dois tipos de solos. Os tratamentos consideraram a aplicação de 250 kg ha<sup>-1</sup> de N sem aditivo, 250 kg ha<sup>-1</sup> de N com aditivo e 500 kg ha<sup>-1</sup> de N com aditivo. O experimento foi em estufa agrícola em delineamento inteiramente casualizado arranjado em fatorial 3x5x2 com três repetições. A NH<sub>3</sub> volatilizada foi coletada em câmaras fechadas. Foi analisada a variância pelo teste F e as médias pelo teste de Tukey a 5%. A quantidade de NH<sub>3</sub> volatilizada no solo argiloso foi crescente até o sexto dia após a adubação, reduzindo à partir daí até o último dia. No solo arenoso, a quantidade de NH<sup>3 </sup>volatilizada foi crescente até o quarto dia após a adubação com posterior queda até o último dia de avaliação. A volatilização de NH<sub>3</sub> foi maior no solo arenoso. O uso do aditivo promoveu a redução das perdas de nitrogênio por volatilização.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 17:08:10 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>SEGURANÇA ALIMENTAR, PRECIPITAÇÃO PROVÁVEL E VERANICOS NO VALE DO JEQUITINHONHA, MG</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/423-seguranca-alimentar-precipitacao-provavel-e-veranicos-no-vale-do-jequitinhonha-mg?format=html</link>
           <enclosure url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/423-seguranca-alimentar-precipitacao-provavel-e-veranicos-no-vale-do-jequitinhonha-mg/file" length="301728" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/423-seguranca-alimentar-precipitacao-provavel-e-veranicos-no-vale-do-jequitinhonha-mg/file"
                fileSize="301728"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">SEGURANÇA ALIMENTAR, PRECIPITAÇÃO PROVÁVEL E VERANICOS NO VALE DO JEQUITINHONHA, MG</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">LACERDA, M. G., BRITO, B. L. N., DIAS, G. F., SILVA, R. M., LIMA, V. M. P.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Baixo Jequitinhonha, modelos de distribuição, abastecimento hídrico</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O conhecimento da variação e da distribuição das precipitações permite determinar períodos críticos predominantes numa determinada região e reduzir consequências causadas pelas flutuações do regime pluviométrico. Vários modelos de distribuição de frequência têm sido utilizados, visando à estimativa da precipitação provável para diferentes locais e períodos de ocorrência. No presente trabalho os dados de registros pluviométricos do município de Jequitinhonha, entre 1977 a 2002, foram utilizados para adequação dos modelos de distribuição de probabilidades. Os registros pluviométricos dos anos de 1950 a 2019, da mesma estação, foram utilizados para comparar as precipitações prováveis aos dados históricos e verificar a ocorrência de veranicos. Considerando o nível de probabilidade de 75%, verificou-se uma precipitação provável no período chuvoso (novembro a março) de 70,6 mm e no período seco (abril a outubro) de 13,7 mm. No mês de dezembro, com 75% de probabilidade de ocorrência, é esperada uma lâmina de 114 mm. A irregular distribuição das chuvas e a severidade dos veranicos nos anos de 2015 a 2019 resultou em perda de produção de grãos, diminuição da segurança alimentar e desabastecimento das famílias. </span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/423-seguranca-alimentar-precipitacao-provavel-e-veranicos-no-vale-do-jequitinhonha-mg?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">LACERDA, M. G., BRITO, B. L. N., DIAS, G. F., SILVA, R. M., LIMA, V. M. P.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Baixo Jequitinhonha, modelos de distribuição, abastecimento hídrico</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O conhecimento da variação e da distribuição das precipitações permite determinar períodos críticos predominantes numa determinada região e reduzir consequências causadas pelas flutuações do regime pluviométrico. Vários modelos de distribuição de frequência têm sido utilizados, visando à estimativa da precipitação provável para diferentes locais e períodos de ocorrência. No presente trabalho os dados de registros pluviométricos do município de Jequitinhonha, entre 1977 a 2002, foram utilizados para adequação dos modelos de distribuição de probabilidades. Os registros pluviométricos dos anos de 1950 a 2019, da mesma estação, foram utilizados para comparar as precipitações prováveis aos dados históricos e verificar a ocorrência de veranicos. Considerando o nível de probabilidade de 75%, verificou-se uma precipitação provável no período chuvoso (novembro a março) de 70,6 mm e no período seco (abril a outubro) de 13,7 mm. No mês de dezembro, com 75% de probabilidade de ocorrência, é esperada uma lâmina de 114 mm. A irregular distribuição das chuvas e a severidade dos veranicos nos anos de 2015 a 2019 resultou em perda de produção de grãos, diminuição da segurança alimentar e desabastecimento das famílias. </span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 17:04:15 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUÇÃO DE TOMATE CEREJA COM EFLUENTE DA PISCICULTURA EM DIFERENTES ESTRATÉGIAS DE IRRIGAÇÃO</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/422-producao-de-tomate-cereja-com-efluente-da-piscicultura-em-diferentes-estrategias-de-irrigacao?format=html</link>
           <enclosure url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/422-producao-de-tomate-cereja-com-efluente-da-piscicultura-em-diferentes-estrategias-de-irrigacao/file" length="237657" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/422-producao-de-tomate-cereja-com-efluente-da-piscicultura-em-diferentes-estrategias-de-irrigacao/file"
                fileSize="237657"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">PRODUÇÃO DE TOMATE CEREJA COM EFLUENTE DA PISCICULTURA EM DIFERENTES ESTRATÉGIAS DE IRRIGAÇÃO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SILVA, A. A., DIAS, N. S., SÁ, F. V. S., JALES, G. D., REBOUÇAS, T. C., LEMOS NETO, H. S.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> <i>Solanum lycopersicon, </i>sustentabilidade, salinidade. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A escassez de água superficial de qualidade aliado a baixa fertilidade natural dos solos são fatores limitantes a produção agrícola no semiárido brasileiro. Portanto, deve-se buscar fontes alternativas de recursos hídricos para agricultura. Neste contexto, essa pesquisa teve como objetivo avaliar estratégias irrigação com efluente da piscicultura em diferentes estádios fenológicos na produção do tomate cereja. Foi utilizado o delineamento de blocos casualizados, com quatro repetições e dez tratamentos, sendo estes obtidos com o uso do efluente da piscicultura (R) com CE de 4,54 dS m<sup>-1</sup> e água de abastecimento (A) com CE de 0,54 dS m<sup>-1</sup>, intercalados durante quatro fases fenológicas da cultura. Avaliou-se o número de frutos por cachos (NFC), número de cachos por planta (NCP), peso médio do cacho (PMC), produção por planta (PROD) e número de frutos por planta (NFP). Para o NFC os tratamentos 2, 4, 8 e 9 apresentaram médias superiores ao controle, indicando que o uso de efluente da piscicultura no manejo de irrigação em pelo menos uma fase fenológica promove maior NFC. Considerando a PROD, o tratamento 9 apresentou-se superior ao controle, obtendo média de 137,25 g/planta. Foi também observado diferença entre o NFP para os tratamentos 2, 8 e 9 em relação ao controle, esses apresentaram as maiores médias. A água da piscicultura pode ser usada como fonte hídrica e nutricional intercalada com água de baixa CE na irrigação do tomate cereja.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/422-producao-de-tomate-cereja-com-efluente-da-piscicultura-em-diferentes-estrategias-de-irrigacao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SILVA, A. A., DIAS, N. S., SÁ, F. V. S., JALES, G. D., REBOUÇAS, T. C., LEMOS NETO, H. S.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> <i>Solanum lycopersicon, </i>sustentabilidade, salinidade. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A escassez de água superficial de qualidade aliado a baixa fertilidade natural dos solos são fatores limitantes a produção agrícola no semiárido brasileiro. Portanto, deve-se buscar fontes alternativas de recursos hídricos para agricultura. Neste contexto, essa pesquisa teve como objetivo avaliar estratégias irrigação com efluente da piscicultura em diferentes estádios fenológicos na produção do tomate cereja. Foi utilizado o delineamento de blocos casualizados, com quatro repetições e dez tratamentos, sendo estes obtidos com o uso do efluente da piscicultura (R) com CE de 4,54 dS m<sup>-1</sup> e água de abastecimento (A) com CE de 0,54 dS m<sup>-1</sup>, intercalados durante quatro fases fenológicas da cultura. Avaliou-se o número de frutos por cachos (NFC), número de cachos por planta (NCP), peso médio do cacho (PMC), produção por planta (PROD) e número de frutos por planta (NFP). Para o NFC os tratamentos 2, 4, 8 e 9 apresentaram médias superiores ao controle, indicando que o uso de efluente da piscicultura no manejo de irrigação em pelo menos uma fase fenológica promove maior NFC. Considerando a PROD, o tratamento 9 apresentou-se superior ao controle, obtendo média de 137,25 g/planta. Foi também observado diferença entre o NFP para os tratamentos 2, 8 e 9 em relação ao controle, esses apresentaram as maiores médias. A água da piscicultura pode ser usada como fonte hídrica e nutricional intercalada com água de baixa CE na irrigação do tomate cereja.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 17:01:02 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CRESCIMENTO INICIAL DO MAMOEIRO IRRIGADO COM ÁGUA CINZA</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/421-crescimento-inicial-do-mamoeiro-irrigado-com-agua-cinza?format=html</link>
           <enclosure url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/421-crescimento-inicial-do-mamoeiro-irrigado-com-agua-cinza/file" length="226418" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/421-crescimento-inicial-do-mamoeiro-irrigado-com-agua-cinza/file"
                fileSize="226418"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">CRESCIMENTO INICIAL DO MAMOEIRO IRRIGADO COM ÁGUA CINZA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">OLIVEIRA, H. A., BATISTA, R. O., SÁ, F. V. S., DIAS, N. S., FERREIRA, A. K. C., LEMOS NETO, H. S.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> <i>Carica papaya </i>L., reúso da água, efluente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A reutilização de água é uma alternativa importante para viabilizar os cultivos irrigados no semiárido, uma vez que essa região tem baixos índices pluviométricos. Objetivou-se com este trabalho avaliar o crescimento inicial do mamoeiro irrigado com água cinza. O experimento foi conduzido no delineamento em blocos ao acaso, em arranjo de parcelas sub-divididas (3 x 3) no tempo, sendo três tipos de águas de irrigação (água cinza tratada, água verde tratada para abastecimento e mistura da água cinza e da água verde tratada para abastecimento) nas parcelas e nas sub-parcelas os tempos de avaliação 30, 60 e 75 dias após a semeadura. Avaliou-se altura da planta, diâmetro do caule e número de folhas. Aos 60 e 75 dias após a semeadura (DAS), verificou-se as maiores alturas nas mudas irrigadas com água cinza tratada e com a mistura do efluente com água verde tratada para abastecimento, com crescimento superior na ordem de 45,61 e 40,39% aos 60 dias e de 56,38 e 45,18% aos 75 DAS, respectivamente. As mudas irrigadas com a água cinza tratada tiveram maiores valores de altura da planta e diâmetro do caule. A irrigação com água cinza tratada é viável para a produção de mudas de mamoeiros, promovendo maior crescimento em relação às mudas irrigadas com água verde tratada para abastecimento. </span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/421-crescimento-inicial-do-mamoeiro-irrigado-com-agua-cinza?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">OLIVEIRA, H. A., BATISTA, R. O., SÁ, F. V. S., DIAS, N. S., FERREIRA, A. K. C., LEMOS NETO, H. S.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> <i>Carica papaya </i>L., reúso da água, efluente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A reutilização de água é uma alternativa importante para viabilizar os cultivos irrigados no semiárido, uma vez que essa região tem baixos índices pluviométricos. Objetivou-se com este trabalho avaliar o crescimento inicial do mamoeiro irrigado com água cinza. O experimento foi conduzido no delineamento em blocos ao acaso, em arranjo de parcelas sub-divididas (3 x 3) no tempo, sendo três tipos de águas de irrigação (água cinza tratada, água verde tratada para abastecimento e mistura da água cinza e da água verde tratada para abastecimento) nas parcelas e nas sub-parcelas os tempos de avaliação 30, 60 e 75 dias após a semeadura. Avaliou-se altura da planta, diâmetro do caule e número de folhas. Aos 60 e 75 dias após a semeadura (DAS), verificou-se as maiores alturas nas mudas irrigadas com água cinza tratada e com a mistura do efluente com água verde tratada para abastecimento, com crescimento superior na ordem de 45,61 e 40,39% aos 60 dias e de 56,38 e 45,18% aos 75 DAS, respectivamente. As mudas irrigadas com a água cinza tratada tiveram maiores valores de altura da planta e diâmetro do caule. A irrigação com água cinza tratada é viável para a produção de mudas de mamoeiros, promovendo maior crescimento em relação às mudas irrigadas com água verde tratada para abastecimento. </span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 16:56:47 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TOLERÂNCIA DA CANA-DE-AÇÚCAR EM SOLO INUNDADO SOB DIFERENTES ESTÁDIOS DE DESENVOLVIMENTO</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/420-tolerancia-da-cana-de-acucar-em-solo-inundado-sob-diferentes-estadios-de-desenvolvimento?format=html</link>
           <enclosure url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/420-tolerancia-da-cana-de-acucar-em-solo-inundado-sob-diferentes-estadios-de-desenvolvimento/file" length="308174" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/420-tolerancia-da-cana-de-acucar-em-solo-inundado-sob-diferentes-estadios-de-desenvolvimento/file"
                fileSize="308174"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">TOLERÂNCIA DA CANA-DE-AÇÚCAR EM SOLO INUNDADO SOB DIFERENTES ESTÁDIOS DE DESENVOLVIMENTO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SOUZA1, K. T. S., DUARTE, S. N., DIAS, N. S., LEMOS NETO, H. S., TAVARES, A. C. S., SOUSA NETO, O. N.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Encharcamento, nível freático, drenagem artificial. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Em solos com problemas de encharcamento, a baixa disponibilidade de oxigênio afeta rendimento das culturas. Assim técnicas de drenagem artificial são fundamentais para propiciar o cultivo nesses tipos de solos. Objetivou-se avaliar a tolerância da cana-de-açúcar em cultivo inundado com diferentes velocidades de rebaixamento do nível freático em diferentes estádios de desenvolvimento da cana-soca. O experimento foi conduzido no delineamento de blocos casualizados, em arranjo fatorial de (3 x 5 + 1), sendo 3 estádios de desenvolvimento (44, 210 e 300 dias após o plantio), 5 velocidades de rebaixamento do nível freático (30 cm em 3, 6, 9, 12 e 15 dias), mais um tratamento controle (irrigação sem inundação do solo), com 4 repetições. Foram avaliadas a área foliar (AF), massa fresca e seca do colmo (MFC e MSC). Houve efeito significativo para velocidades de rebaixamento do nível freático e períodos de avaliação para AF. Para a MFC e MSC não houve diferença significativa. Os tratamentos P1V4 e P2V3 foram os que apresentaram as maiores médias de área foliar (0,91 m²) e a testemunha a menor (0,71 m²). A primeira soca da cana-de-açúcar cultivar ‘RB 867515’ mostrou-se tolerante ao encharcamento do solo nos diferentes estádios de desenvolvimento da cultura e para as diferentes velocidades de rebaixamento do nível freático.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/420-tolerancia-da-cana-de-acucar-em-solo-inundado-sob-diferentes-estadios-de-desenvolvimento?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SOUZA1, K. T. S., DUARTE, S. N., DIAS, N. S., LEMOS NETO, H. S., TAVARES, A. C. S., SOUSA NETO, O. N.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Encharcamento, nível freático, drenagem artificial. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Em solos com problemas de encharcamento, a baixa disponibilidade de oxigênio afeta rendimento das culturas. Assim técnicas de drenagem artificial são fundamentais para propiciar o cultivo nesses tipos de solos. Objetivou-se avaliar a tolerância da cana-de-açúcar em cultivo inundado com diferentes velocidades de rebaixamento do nível freático em diferentes estádios de desenvolvimento da cana-soca. O experimento foi conduzido no delineamento de blocos casualizados, em arranjo fatorial de (3 x 5 + 1), sendo 3 estádios de desenvolvimento (44, 210 e 300 dias após o plantio), 5 velocidades de rebaixamento do nível freático (30 cm em 3, 6, 9, 12 e 15 dias), mais um tratamento controle (irrigação sem inundação do solo), com 4 repetições. Foram avaliadas a área foliar (AF), massa fresca e seca do colmo (MFC e MSC). Houve efeito significativo para velocidades de rebaixamento do nível freático e períodos de avaliação para AF. Para a MFC e MSC não houve diferença significativa. Os tratamentos P1V4 e P2V3 foram os que apresentaram as maiores médias de área foliar (0,91 m²) e a testemunha a menor (0,71 m²). A primeira soca da cana-de-açúcar cultivar ‘RB 867515’ mostrou-se tolerante ao encharcamento do solo nos diferentes estádios de desenvolvimento da cultura e para as diferentes velocidades de rebaixamento do nível freático.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 16:51:31 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO DA VAZÃO DE UM TUBO GOTEJADOR SOB DIFERENTES PRESSÕES DE OPERAÇÃO</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/419-avaliacao-do-comportamento-da-vazao-de-um-tubo-gotejador-sob-diferentes-pressoes-de-operacao?format=html</link>
           <enclosure url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/419-avaliacao-do-comportamento-da-vazao-de-um-tubo-gotejador-sob-diferentes-pressoes-de-operacao/file" length="192793" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/419-avaliacao-do-comportamento-da-vazao-de-um-tubo-gotejador-sob-diferentes-pressoes-de-operacao/file"
                fileSize="192793"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO DA VAZÃO DE UM TUBO GOTEJADOR SOB DIFERENTES PRESSÕES DE OPERAÇÃO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ROCHA, M. O., SOUZA, A. B. C. B., LIMA JUNIOR, J. C., BEZERRA, F. M. S., FERREIRA, M. A., TEIXEIRA, A. S.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> irrigação por gotejamento; avaliação de tubo gotejador; performance hidráulica</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O objetivo principal deste estudo foi avaliar o comportamento da vazão de um tubo gotejador sob diferentes pressões de operação. O experimento foi realizado na Universidade Federal do Ceará (Campus do Pici), utilizando um tubo gotejador do fabricante Rivulis, modelo D5000 PC. Foram aferidas as vazões em diferentes pressões (25; 50; 75; 100; 125; 150; 175; 200; 225 e 250 kPa) durante sete minutos. A curva característica da fita gotejadora apresentou equação característica tipo potencial, dada pela equação q =1,5648 x<sup>0,0604</sup>, e R<sup>2</sup> =0,6294, sendo comprovada uma boa relação vazão x pressão. O expoente da equação foi menor que 0,2, classificando-o como autocompensante. O regime de escoamento obtido é caracterizado como turbulento na faixa de pressão utilizada. </span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/419-avaliacao-do-comportamento-da-vazao-de-um-tubo-gotejador-sob-diferentes-pressoes-de-operacao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ROCHA, M. O., SOUZA, A. B. C. B., LIMA JUNIOR, J. C., BEZERRA, F. M. S., FERREIRA, M. A., TEIXEIRA, A. S.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> irrigação por gotejamento; avaliação de tubo gotejador; performance hidráulica</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O objetivo principal deste estudo foi avaliar o comportamento da vazão de um tubo gotejador sob diferentes pressões de operação. O experimento foi realizado na Universidade Federal do Ceará (Campus do Pici), utilizando um tubo gotejador do fabricante Rivulis, modelo D5000 PC. Foram aferidas as vazões em diferentes pressões (25; 50; 75; 100; 125; 150; 175; 200; 225 e 250 kPa) durante sete minutos. A curva característica da fita gotejadora apresentou equação característica tipo potencial, dada pela equação q =1,5648 x<sup>0,0604</sup>, e R<sup>2</sup> =0,6294, sendo comprovada uma boa relação vazão x pressão. O expoente da equação foi menor que 0,2, classificando-o como autocompensante. O regime de escoamento obtido é caracterizado como turbulento na faixa de pressão utilizada. </span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 16:46:23 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CLASSIFICAÇÃO DA COMPACTAÇÃO DO SOLO EM ÁREA CULTIVADA COM CANA-DE-AÇÚCAR</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/418-classificacao-da-compactacao-do-solo-em-area-cultivada-com-cana-de-acucar?format=html</link>
           <enclosure url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/418-classificacao-da-compactacao-do-solo-em-area-cultivada-com-cana-de-acucar/file" length="231613" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/418-classificacao-da-compactacao-do-solo-em-area-cultivada-com-cana-de-acucar/file"
                fileSize="231613"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">CLASSIFICAÇÃO DA COMPACTAÇÃO DO SOLO EM ÁREA CULTIVADA COM CANA-DE-AÇÚCAR</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">PARRA, J. S., SILVA, I. D. C., SOUZA, Z. M., FARHATE, C. V. V., LOVERA, L. H., OLIVEIRA, I.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Seleção de variáveis, técnicas de mineração de dados, árvores de decisão. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A produção de cana-de-açúcar no Brasil geralmente está associada a processos de degradação do solo relacionados a compactação no solo. Logo, o objetivo deste estudo foi identificar um subconjunto de atributos que afetam a compactação do solo em área de cana-de-açúcar mediante uso de ferramentas para seleção de variáveis e modelagem preditiva. O experimento foi realizado no município de Ibitinga-SP. O delineamento experimental foi por meio de faixas com esquema de parcelas subdivididas, contendo quatro plantas de cobertura (crotalária, milheto, amendoim e sorgo) e três sistemas de preparo do solo (cultivo mínimo, cultivo mínimo com subsolagem profunda e plantio direto), para tal fim foi utilizada uma técnica de classificação por árvores de decisão. O modelo gerado apresentou uma elevada taxa de acerto e reconheceu a resistência do solo à penetração como o atributo com maior relevância na predição da compactação do solo.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/418-classificacao-da-compactacao-do-solo-em-area-cultivada-com-cana-de-acucar?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">PARRA, J. S., SILVA, I. D. C., SOUZA, Z. M., FARHATE, C. V. V., LOVERA, L. H., OLIVEIRA, I.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Seleção de variáveis, técnicas de mineração de dados, árvores de decisão. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A produção de cana-de-açúcar no Brasil geralmente está associada a processos de degradação do solo relacionados a compactação no solo. Logo, o objetivo deste estudo foi identificar um subconjunto de atributos que afetam a compactação do solo em área de cana-de-açúcar mediante uso de ferramentas para seleção de variáveis e modelagem preditiva. O experimento foi realizado no município de Ibitinga-SP. O delineamento experimental foi por meio de faixas com esquema de parcelas subdivididas, contendo quatro plantas de cobertura (crotalária, milheto, amendoim e sorgo) e três sistemas de preparo do solo (cultivo mínimo, cultivo mínimo com subsolagem profunda e plantio direto), para tal fim foi utilizada uma técnica de classificação por árvores de decisão. O modelo gerado apresentou uma elevada taxa de acerto e reconheceu a resistência do solo à penetração como o atributo com maior relevância na predição da compactação do solo.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 15:21:31 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>MODELOS PREDITIVOS PARA ESTIMAR O ESTOQUE DE CARBONO EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/417-modelos-preditivos-para-estimar-o-estoque-de-carbono-em-sistemas-agroflorestais?format=html</link>
           <enclosure url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/417-modelos-preditivos-para-estimar-o-estoque-de-carbono-em-sistemas-agroflorestais/file" length="145725" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/417-modelos-preditivos-para-estimar-o-estoque-de-carbono-em-sistemas-agroflorestais/file"
                fileSize="145725"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">MODELOS PREDITIVOS PARA ESTIMAR O ESTOQUE DE CARBONO EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">MARÇAL, M. F. M., BEZERRA, L. P., SOUZA, Z. M., FARHATE, C. V. V., LIMA, E. S., LOVERA, L. H. <span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> atributos físico-químicos do solo, sistema de uso do solo, Random Forest.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Dada à importância dos Sistemas Agroflorestais (SAF) em mitigar emissões de gases promotores do efeito estufa e promover a manutenção da produtividade agrícola, objetivou-se por meio desse estudo avaliar o estoque de carbono destes sistemas usando como referência uma área de pastagem e um fragmento florestal em regeneração natural e, em adição, predizer a partir de variáveis físico-químicas do solo, por meio do algoritmo Random Forest, o estoque de carbono em diferentes sistemas de uso do solo. O estudo foi conduzido no município de Itirapina-SP, em uma área de Neossolo Quartzarênico, com o delineamento experimental inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e seis repetições. Os tratamentos definidos foram: (I) SAF pecuária; (II) SAF fruticultura; (III) Pastagem convencional; e (IV) Fragmento florestal. Foram coletadas amostras deformadas e indeformadas de solo para análise de atributos físico-químicos, durante dois anos agrícolas consecutivos nas profundidades de 0,00-0,05 e 0,05-0,10m. Os resultados nos levaram a concluir que os SAF desenvolvidos tanto para a fruticultura como pecuária são mais eficientes em estocar carbono no solo, do que uma área de pastagem e um fragmento florestal. </span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/417-modelos-preditivos-para-estimar-o-estoque-de-carbono-em-sistemas-agroflorestais?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">MARÇAL, M. F. M., BEZERRA, L. P., SOUZA, Z. M., FARHATE, C. V. V., LIMA, E. S., LOVERA, L. H. <span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> atributos físico-químicos do solo, sistema de uso do solo, Random Forest.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Dada à importância dos Sistemas Agroflorestais (SAF) em mitigar emissões de gases promotores do efeito estufa e promover a manutenção da produtividade agrícola, objetivou-se por meio desse estudo avaliar o estoque de carbono destes sistemas usando como referência uma área de pastagem e um fragmento florestal em regeneração natural e, em adição, predizer a partir de variáveis físico-químicas do solo, por meio do algoritmo Random Forest, o estoque de carbono em diferentes sistemas de uso do solo. O estudo foi conduzido no município de Itirapina-SP, em uma área de Neossolo Quartzarênico, com o delineamento experimental inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e seis repetições. Os tratamentos definidos foram: (I) SAF pecuária; (II) SAF fruticultura; (III) Pastagem convencional; e (IV) Fragmento florestal. Foram coletadas amostras deformadas e indeformadas de solo para análise de atributos físico-químicos, durante dois anos agrícolas consecutivos nas profundidades de 0,00-0,05 e 0,05-0,10m. Os resultados nos levaram a concluir que os SAF desenvolvidos tanto para a fruticultura como pecuária são mais eficientes em estocar carbono no solo, do que uma área de pastagem e um fragmento florestal. </span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 15:14:54 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUÇÃO DE FORRAGEM DE AZEVÉM EM SISTEMAS DE CULTIVO IRRIGADO E NÃO IRRIGADO</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/416-producao-de-forragem-de-azevem-em-sistemas-de-cultivo-irrigado-e-nao-irrigado?format=html</link>
           <enclosure url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/416-producao-de-forragem-de-azevem-em-sistemas-de-cultivo-irrigado-e-nao-irrigado/file" length="197543" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/416-producao-de-forragem-de-azevem-em-sistemas-de-cultivo-irrigado-e-nao-irrigado/file"
                fileSize="197543"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">PRODUÇÃO DE FORRAGEM DE AZEVÉM EM SISTEMAS DE CULTIVO IRRIGADO E NÃO IRRIGADO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">OLIVEIRA, A. D. R., MENDONÇA, F. C.<b>, </b>SOUZA, D. P., SANTOS, B. S., CARNEIRO, L. P.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Forragem; Produtividade; Irrigação. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Nos sistemas de produção animal baseados em pastagens irrigadas a utilização de forrageiras de inverno aumenta a oferta de forragem durante o período estacional, quando as forrageiras tropicais sofrem uma redução de produtividade em grande parte do Brasil. Para melhor entendimento do comportamento de uma das forrageiras de inverno mais utilizadas, o azevém-italiano (<i>Lolium multiflorum </i>Lam.), foram estudadas as respostas produtivas dessa forrageira à irrigação e sequeiro. A realização do Teste t-Student, mostrou grandes diferenças entre as médias de Produtividade por área e índice de área foliar, mostrando menos expressivo para produtividade da água. Com esse estudo pode-se observar que a utilização do sistema irrigado permite maior produtividade de massa seca.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/416-producao-de-forragem-de-azevem-em-sistemas-de-cultivo-irrigado-e-nao-irrigado?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">OLIVEIRA, A. D. R., MENDONÇA, F. C.<b>, </b>SOUZA, D. P., SANTOS, B. S., CARNEIRO, L. P.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Forragem; Produtividade; Irrigação. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Nos sistemas de produção animal baseados em pastagens irrigadas a utilização de forrageiras de inverno aumenta a oferta de forragem durante o período estacional, quando as forrageiras tropicais sofrem uma redução de produtividade em grande parte do Brasil. Para melhor entendimento do comportamento de uma das forrageiras de inverno mais utilizadas, o azevém-italiano (<i>Lolium multiflorum </i>Lam.), foram estudadas as respostas produtivas dessa forrageira à irrigação e sequeiro. A realização do Teste t-Student, mostrou grandes diferenças entre as médias de Produtividade por área e índice de área foliar, mostrando menos expressivo para produtividade da água. Com esse estudo pode-se observar que a utilização do sistema irrigado permite maior produtividade de massa seca.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 15:10:42 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ANÁLISE ECONÔMICA DA SOBRESSEMEADURA DE FORRAGEIRAS DE INVERNO EM PASTAGENS TROPICAIS DURANTE O PERÍODO DA SECA</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/415-analise-economica-da-sobressemeadura-de-forrageiras-de-inverno-em-pastagens-tropicais-durante-o-periodo-da-seca?format=html</link>
           <enclosure url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/415-analise-economica-da-sobressemeadura-de-forrageiras-de-inverno-em-pastagens-tropicais-durante-o-periodo-da-seca/file" length="190323" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/415-analise-economica-da-sobressemeadura-de-forrageiras-de-inverno-em-pastagens-tropicais-durante-o-periodo-da-seca/file"
                fileSize="190323"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">ANÁLISE ECONÔMICA DA SOBRESSEMEADURA DE FORRAGEIRAS DE INVERNO EM PASTAGENS TROPICAIS DURANTE O PERÍODO DA SECA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SOUZA, D. P., SANTOS, G., MENDONÇA, F. C.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> pastagens irrigadas, sobressemeadura, avaliação econômica. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A inserção da irrigação em propriedades leiteiras leva à introdução de novas práticas de manejo para melhor aproveitamento do capital investido nessa técnica. Dentre elas, a sobressemeadura de forrageiras invernais em pastagens tropicais gera ganho produtivo, mas é necessário avaliar o ganho econômico. Este trabalho objetivou avaliar a viabilidade econômica da sobressemeadura, comparando o desempenho de dois sistemas em pastagens irrigadas: (a) cultivo solteiro o ano todo; (b) sobressemeadura no período de outono-inverno. Utilizou-se um estudo de viabilidade econômica de investimento, considerando uma propriedade leiteira com um sistema de ordenha instalado e em funcionamento. A partir disso, foram inseridos: o investimento em um sistema automatizado de irrigação (aquisição, instalação e manutenção), os custos com alimentação do rebanho, fertilização da pastagem e a implantação anual da sobressemeadura. Como receitas, considerou-se a venda do leite e dos animais. A comparação foi realizada por meio de índices de viabilidade econômica (valor presente líquido, taxa interna de retorno, índice de lucratividade e período de retorno do investimento). O sistema com sobressemeadura gerou maior retorno econômico, compensando seus custos. </span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/415-analise-economica-da-sobressemeadura-de-forrageiras-de-inverno-em-pastagens-tropicais-durante-o-periodo-da-seca?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SOUZA, D. P., SANTOS, G., MENDONÇA, F. C.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> pastagens irrigadas, sobressemeadura, avaliação econômica. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A inserção da irrigação em propriedades leiteiras leva à introdução de novas práticas de manejo para melhor aproveitamento do capital investido nessa técnica. Dentre elas, a sobressemeadura de forrageiras invernais em pastagens tropicais gera ganho produtivo, mas é necessário avaliar o ganho econômico. Este trabalho objetivou avaliar a viabilidade econômica da sobressemeadura, comparando o desempenho de dois sistemas em pastagens irrigadas: (a) cultivo solteiro o ano todo; (b) sobressemeadura no período de outono-inverno. Utilizou-se um estudo de viabilidade econômica de investimento, considerando uma propriedade leiteira com um sistema de ordenha instalado e em funcionamento. A partir disso, foram inseridos: o investimento em um sistema automatizado de irrigação (aquisição, instalação e manutenção), os custos com alimentação do rebanho, fertilização da pastagem e a implantação anual da sobressemeadura. Como receitas, considerou-se a venda do leite e dos animais. A comparação foi realizada por meio de índices de viabilidade econômica (valor presente líquido, taxa interna de retorno, índice de lucratividade e período de retorno do investimento). O sistema com sobressemeadura gerou maior retorno econômico, compensando seus custos. </span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 15:06:33 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CALIBRAÇÃO DE SENSORES CAPACITIVOS DE UMIDADE PARA USO EM SUBSTRATOS</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/414-calibracao-de-sensores-capacitivos-de-umidade-para-uso-em-substratos?format=html</link>
           <enclosure url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/414-calibracao-de-sensores-capacitivos-de-umidade-para-uso-em-substratos/file" length="252523" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/414-calibracao-de-sensores-capacitivos-de-umidade-para-uso-em-substratos/file"
                fileSize="252523"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">CALIBRAÇÃO DE SENSORES CAPACITIVOS DE UMIDADE PARA USO EM SUBSTRATOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">CRUBELATTI, G. H., PITA, J. A. S., NAZÁRIO, A. A., MUNIZ, G. L., CAMARGO, A. P., MATSURA, E. E. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> subirrigação; substrato; conteúdo de água no solo </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Este trabalho teve como objetivo determinar curvas de calibração do sensor capacitivo modelo EC-5 da Decagon Devices para três tipos de substratos de uso comercial. As equações obtidas foram confrontadas com aquelas recomendadas pelo fabricante. Foram avaliadas 20 unidades do sensor EC-5 em 3 tipos de substratos comerciais recomendados para a produção de mudas de cana-de-açúcar, citros e espécies florestais. Para cada tipo de substrato foram condicionados 8 níveis conhecidos de conteúdo de água na amostra de substrato, utilizando-se o método de calibração recomendado pelo fabricante dos sensores. As equações calibradas para cada substrato apresentaram indicadores de acurácia superior à equação informada pelo fabricante, evidenciando a necessidade de calibração dos sensores. A equação calibrada utilizando todos os dados experimentais é bastante similar às equações calibradas individualmente para cada um dos substratos, indicando que uma única equação calibrada seria apropriada para os três tipos de substrato avaliados. </span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/414-calibracao-de-sensores-capacitivos-de-umidade-para-uso-em-substratos?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">CRUBELATTI, G. H., PITA, J. A. S., NAZÁRIO, A. A., MUNIZ, G. L., CAMARGO, A. P., MATSURA, E. E. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> subirrigação; substrato; conteúdo de água no solo </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Este trabalho teve como objetivo determinar curvas de calibração do sensor capacitivo modelo EC-5 da Decagon Devices para três tipos de substratos de uso comercial. As equações obtidas foram confrontadas com aquelas recomendadas pelo fabricante. Foram avaliadas 20 unidades do sensor EC-5 em 3 tipos de substratos comerciais recomendados para a produção de mudas de cana-de-açúcar, citros e espécies florestais. Para cada tipo de substrato foram condicionados 8 níveis conhecidos de conteúdo de água na amostra de substrato, utilizando-se o método de calibração recomendado pelo fabricante dos sensores. As equações calibradas para cada substrato apresentaram indicadores de acurácia superior à equação informada pelo fabricante, evidenciando a necessidade de calibração dos sensores. A equação calibrada utilizando todos os dados experimentais é bastante similar às equações calibradas individualmente para cada um dos substratos, indicando que uma única equação calibrada seria apropriada para os três tipos de substrato avaliados. </span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 15:03:27 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>INDICADORES PARA OBTENÇÃO DO ÍNDICE DE ESTRESSE HÍDRICO NA CULTURA DA BERINJELA</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/413-indicadores-para-obtencao-do-indice-de-estresse-hidrico-na-cultura-da-berinjela?format=html</link>
           <enclosure url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/413-indicadores-para-obtencao-do-indice-de-estresse-hidrico-na-cultura-da-berinjela/file" length="207876" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/413-indicadores-para-obtencao-do-indice-de-estresse-hidrico-na-cultura-da-berinjela/file"
                fileSize="207876"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">INDICADORES PARA OBTENÇÃO DO ÍNDICE DE ESTRESSE HÍDRICO NA CULTURA DA BERINJELA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">VENTORIM, J. A., SILVA, L. M. A. L., MELLO, D. F. G., SOUSA, E. F., SILVA, L. D. B.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> CWSIest, CWSImed, Manejo de irrigação. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O crescimento das hortaliças é influenciado pela umidade no solo e pode ter o estresse hídrico como fator limitante para seu progresso. O presente trabalho visa o levantamento de indicadores para obter o estresse hídrico na cultura da Berinjela (Solanum melongena L.), cultivar Nápoli. O experimento foi conduzido no município de Seropédica – RJ. A cultura foi cultivada em vasos de 18 L, preenchidos com uma mistura de solo franco argilo arenoso e 20% de substrato comercial, com espaçamento de 0,70 m x 1,0 m, dispostos em 5 linhas e com 6 vasos cada. Foram dispostos aleatoriamente os vasos em que representam plantas sem/com (T1/T2) estresse hídricos, e refeito em 7 ciclos. Com dados da temperatura da folha umedecida, da temperatura e umidade relativa do ar, foi calculado o índice de estresse hídrico da cultura medido (CWSImed) e o índice de estresse da cultura estimado(CWSIest). A relação entre o CWSIest com o CWSImed obteve desempenho do modelo de estimação classificado como “Muito bom”. Sendo assim, o CWSIest obtido utilizando os indicadores e dados provenientes de um protótipo a baixo custo, pode ser utilizado como indicador de estresse hídrico para a berinjela.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/413-indicadores-para-obtencao-do-indice-de-estresse-hidrico-na-cultura-da-berinjela?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">VENTORIM, J. A., SILVA, L. M. A. L., MELLO, D. F. G., SOUSA, E. F., SILVA, L. D. B.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> CWSIest, CWSImed, Manejo de irrigação. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O crescimento das hortaliças é influenciado pela umidade no solo e pode ter o estresse hídrico como fator limitante para seu progresso. O presente trabalho visa o levantamento de indicadores para obter o estresse hídrico na cultura da Berinjela (Solanum melongena L.), cultivar Nápoli. O experimento foi conduzido no município de Seropédica – RJ. A cultura foi cultivada em vasos de 18 L, preenchidos com uma mistura de solo franco argilo arenoso e 20% de substrato comercial, com espaçamento de 0,70 m x 1,0 m, dispostos em 5 linhas e com 6 vasos cada. Foram dispostos aleatoriamente os vasos em que representam plantas sem/com (T1/T2) estresse hídricos, e refeito em 7 ciclos. Com dados da temperatura da folha umedecida, da temperatura e umidade relativa do ar, foi calculado o índice de estresse hídrico da cultura medido (CWSImed) e o índice de estresse da cultura estimado(CWSIest). A relação entre o CWSIest com o CWSImed obteve desempenho do modelo de estimação classificado como “Muito bom”. Sendo assim, o CWSIest obtido utilizando os indicadores e dados provenientes de um protótipo a baixo custo, pode ser utilizado como indicador de estresse hídrico para a berinjela.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 14:59:56 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUTIVIDADE DA ÁGUA DO FEIJOEIRO COMUM IRRIGADO</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/412-produtividade-da-agua-do-feijoeiro-comum-irrigado?format=html</link>
           <enclosure url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/412-produtividade-da-agua-do-feijoeiro-comum-irrigado/file" length="248746" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/412-produtividade-da-agua-do-feijoeiro-comum-irrigado/file"
                fileSize="248746"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">PRODUTIVIDADE DA ÁGUA DO FEIJOEIRO COMUM IRRIGADO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">CONCEIÇÃO, C. G., ROBAINA, A. D., PEITER, M. X., CONCEIÇÃO, J. A., PARIZI, A. R. C., GOMES, A. C. S.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> lâminas de irrigação, total de água aplicada, <i>Phaseolus vulgaris </i>L. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O objetivo do trabalho foi avaliar a produtividade da água na produção de grãos do feijoeiro comum irrigado. O estudo foi realizado no ano de 2016, no município de Alegrete – RS, e conduzido em casa de vegetação. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, com cinco tratamentos de irrigação (0, 25, 50, 75, 100 e 125% da ETc) e quatro repetições. Foram analisados ao fim do experimento os parâmetros de produção da cultura e posteriormente deu-se o estudo da produtividade da água. Os resultados obtidos mostram que produtividade da água decresce conforme o incremento das lâminas de irrigação. </span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/412-produtividade-da-agua-do-feijoeiro-comum-irrigado?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">CONCEIÇÃO, C. G., ROBAINA, A. D., PEITER, M. X., CONCEIÇÃO, J. A., PARIZI, A. R. C., GOMES, A. C. S.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> lâminas de irrigação, total de água aplicada, <i>Phaseolus vulgaris </i>L. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O objetivo do trabalho foi avaliar a produtividade da água na produção de grãos do feijoeiro comum irrigado. O estudo foi realizado no ano de 2016, no município de Alegrete – RS, e conduzido em casa de vegetação. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, com cinco tratamentos de irrigação (0, 25, 50, 75, 100 e 125% da ETc) e quatro repetições. Foram analisados ao fim do experimento os parâmetros de produção da cultura e posteriormente deu-se o estudo da produtividade da água. Os resultados obtidos mostram que produtividade da água decresce conforme o incremento das lâminas de irrigação. </span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 14:56:33 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ANÁLISE MICROMORFOLÓGICA DO SOLO UTILIZANDO MILHETO SOB SISTEMA PLANTIO DIRETO NA CANA-DE-AÇÚCAR</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/411-analise-micromorfologica-do-solo-utilizando-milheto-sob-sistema-plantio-direto-na-cana-de-acucar?format=html</link>
           <enclosure url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/411-analise-micromorfologica-do-solo-utilizando-milheto-sob-sistema-plantio-direto-na-cana-de-acucar/file" length="203335" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/411-analise-micromorfologica-do-solo-utilizando-milheto-sob-sistema-plantio-direto-na-cana-de-acucar/file"
                fileSize="203335"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">ANÁLISE MICROMORFOLÓGICA DO SOLO UTILIZANDO MILHETO SOB SISTEMA PLANTIO DIRETO NA CANA-DE-AÇÚCAR</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">TOTTI, M. C. V., LOVERA, L. H., SOUZA, Z. M., ESTEBAN, D. A. A., OLIVEIRA, I. N., LIMA, E. S.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Área de poros por imagem<b>, </b>manejo conservacionista e Porosidade do solo </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A utilização da micromorfologia é capaz de fornecer resultados quantitativos acerca de porosidade e permeabilidade com precisão, que pode ajudar a entender o que ocorre na estrutura do solo em escala microscópica. O estudo foi conduzido em condições de campo, em área experimental da usina Santa Fé, no município de Ibitinga-SP. A planta de cobertura utilizada foi o Milheto (<i>Pennisetum glaucum </i>L.) cultivar BRS 1501, e esta utilizada em sistema plantio direto e, Para efeito comparativo, realizou-se também, amostragem em sistema convencional de cultivo (Testemunha). Foi coletado monólito de solo no canteiro da cana-de-açúcar com dimensões de 0,07 x 0,12 x 0,06 m nas camadas de 0,00-0,20 e 0,20-0,40 m. Na camada de 0,00-0,20 m, o milheto + PD, apresentou predomínio de área de poros complexos na classe de diâmetro &gt;500 μm, onde poros alongados e complexos afetam a penetração das raízes, armazenamento e a transmissão de água e gases e, consequentemente, o desenvolvimento das plantas. Assim, a análise micromorfológica forneceu informações detalhadas sobre a distribuição de tamanho e forma dos poros, levando as informações úteis sobre as mudanças no poro do solo quando utilizado manejo conservacionista.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/411-analise-micromorfologica-do-solo-utilizando-milheto-sob-sistema-plantio-direto-na-cana-de-acucar?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">TOTTI, M. C. V., LOVERA, L. H., SOUZA, Z. M., ESTEBAN, D. A. A., OLIVEIRA, I. N., LIMA, E. S.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Área de poros por imagem<b>, </b>manejo conservacionista e Porosidade do solo </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A utilização da micromorfologia é capaz de fornecer resultados quantitativos acerca de porosidade e permeabilidade com precisão, que pode ajudar a entender o que ocorre na estrutura do solo em escala microscópica. O estudo foi conduzido em condições de campo, em área experimental da usina Santa Fé, no município de Ibitinga-SP. A planta de cobertura utilizada foi o Milheto (<i>Pennisetum glaucum </i>L.) cultivar BRS 1501, e esta utilizada em sistema plantio direto e, Para efeito comparativo, realizou-se também, amostragem em sistema convencional de cultivo (Testemunha). Foi coletado monólito de solo no canteiro da cana-de-açúcar com dimensões de 0,07 x 0,12 x 0,06 m nas camadas de 0,00-0,20 e 0,20-0,40 m. Na camada de 0,00-0,20 m, o milheto + PD, apresentou predomínio de área de poros complexos na classe de diâmetro &gt;500 μm, onde poros alongados e complexos afetam a penetração das raízes, armazenamento e a transmissão de água e gases e, consequentemente, o desenvolvimento das plantas. Assim, a análise micromorfológica forneceu informações detalhadas sobre a distribuição de tamanho e forma dos poros, levando as informações úteis sobre as mudanças no poro do solo quando utilizado manejo conservacionista.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 14:53:02 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TEOR DE UMIDADE DO SOLO EM ÁREA DE CANA-DE-AÇÚCAR SOB DIFERENTES PLANTAS DE COBERTURA E PREPARO DO SOLO</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/410-teor-de-umidade-do-solo-em-area-de-cana-de-acucar-sob-diferentes-plantas-de-cobertura-e-preparo-do-solo?format=html</link>
           <enclosure url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/410-teor-de-umidade-do-solo-em-area-de-cana-de-acucar-sob-diferentes-plantas-de-cobertura-e-preparo-do-solo/file" length="244915" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/410-teor-de-umidade-do-solo-em-area-de-cana-de-acucar-sob-diferentes-plantas-de-cobertura-e-preparo-do-solo/file"
                fileSize="244915"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">TEOR DE UMIDADE DO SOLO EM ÁREA DE CANA-DE-AÇÚCAR SOB DIFERENTES PLANTAS DE COBERTURA E PREPARO DO SOLO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">TOTTI, M. C. V., SOUZA, Z. M., OLIVEIRA, I. N., FARHATE, C. V. V., LOVERA, L. H., LIMA, E. S.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Milheto, amendoim, subsolagem profunda, umidade do solo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A cana-de-açúcar necessita de um grande volume de água para sua produção, com isso, é importante avaliar diferentes plantas de cobertura que mantenham a umidade no solo. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar os teores de umidade no solo induzidos pelas plantas de cobertura amendoim e milheto no sistema de preparo de solo com cultivo mínimo e subsolagem profunda e compará-lo com o tratamento testemunha (sem planta de cobertura e plantio convencional) em área de cana-de-açúcar. O estudo foi conduzido em faixas, na usina Santa Fé, no município de Ibitinga, SP, Brasil. Foram avaliados a precipitação na área, a umidade em profundidade nos períodos seco e úmido durante o ciclo da cana-planta. Para a camada superficial ocorreu efeito dos preparos e das plantas de cobertura no teor de água no solo, com maior teor de água para o tratamento com cultivo mínimo, subsolagem profunda e milheto. Enquanto na camada subsuperficial os tratamentos obtiveram comportamentos próximos, por não sofrerem efeitos significativos das plantas de cobertura. </span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/410-teor-de-umidade-do-solo-em-area-de-cana-de-acucar-sob-diferentes-plantas-de-cobertura-e-preparo-do-solo?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">TOTTI, M. C. V., SOUZA, Z. M., OLIVEIRA, I. N., FARHATE, C. V. V., LOVERA, L. H., LIMA, E. S.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Milheto, amendoim, subsolagem profunda, umidade do solo. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A cana-de-açúcar necessita de um grande volume de água para sua produção, com isso, é importante avaliar diferentes plantas de cobertura que mantenham a umidade no solo. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar os teores de umidade no solo induzidos pelas plantas de cobertura amendoim e milheto no sistema de preparo de solo com cultivo mínimo e subsolagem profunda e compará-lo com o tratamento testemunha (sem planta de cobertura e plantio convencional) em área de cana-de-açúcar. O estudo foi conduzido em faixas, na usina Santa Fé, no município de Ibitinga, SP, Brasil. Foram avaliados a precipitação na área, a umidade em profundidade nos períodos seco e úmido durante o ciclo da cana-planta. Para a camada superficial ocorreu efeito dos preparos e das plantas de cobertura no teor de água no solo, com maior teor de água para o tratamento com cultivo mínimo, subsolagem profunda e milheto. Enquanto na camada subsuperficial os tratamentos obtiveram comportamentos próximos, por não sofrerem efeitos significativos das plantas de cobertura. </span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 14:47:47 -0300</pubDate>
       </item>
          </channel>
</rss>