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       <title>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
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           <title>BARRA PULVERIZADORA VERTICAL SEGMENTADA COM CONTROLE DA DISTÂNCIA BICO A BICO</title>
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           <media:title type="plain">BARRA PULVERIZADORA VERTICAL SEGMENTADA COM CONTROLE DA DISTÂNCIA BICO A BICO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> ARBELÁEZ, I., LEME, R., ALBIERO, D., GARCIA, A.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Qualidade da aplicação, controle, equipamento de pulverização</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A distância entre o bico e a planta influi na qualidade da distribuição da calda pulverizada sobre as folhas da planta, mantendo-a dentro de valores determinados durante a pulverização, é possível obter uma ótima distribuição de agroquímico sobre as folhas da planta, isto garante uma eficácia biológica do tratamento satisfatória, uma melhora na qualidade do fruto e, ao mesmo tempo, uma redução dos custos de produção. O objetivo deste trabalho foi o desenvolvimento de um protótipo de barra pulverizadora vertical com um sistema de controle da distância da aplicação, composto por dois sistemas de controle em série, um que movimenta os bicos com base nas informações fornecidas por sensores de ultrassom e outro que movimenta a barra em função das posições dos bicos móveis. A avaliação do protótipo foi realizada a partir do índice de desempenho ISE. Os resultados indicam que o sistema reduziu os valores de erro de posicionamento dos bicos, isto é, os valores de distância de aplicação foram próximos ao set point. Comparando os valores de ISE obtidos com e sem habilitar o controle, se observou uma melhora de até 75%. Espera-se que com a implementação do sistema controle da distância seja possível melhorar a qualidade distribuição da calda pulverizada sobre a superfície das folhas da planta.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> ARBELÁEZ, I., LEME, R., ALBIERO, D., GARCIA, A.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Qualidade da aplicação, controle, equipamento de pulverização</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A distância entre o bico e a planta influi na qualidade da distribuição da calda pulverizada sobre as folhas da planta, mantendo-a dentro de valores determinados durante a pulverização, é possível obter uma ótima distribuição de agroquímico sobre as folhas da planta, isto garante uma eficácia biológica do tratamento satisfatória, uma melhora na qualidade do fruto e, ao mesmo tempo, uma redução dos custos de produção. O objetivo deste trabalho foi o desenvolvimento de um protótipo de barra pulverizadora vertical com um sistema de controle da distância da aplicação, composto por dois sistemas de controle em série, um que movimenta os bicos com base nas informações fornecidas por sensores de ultrassom e outro que movimenta a barra em função das posições dos bicos móveis. A avaliação do protótipo foi realizada a partir do índice de desempenho ISE. Os resultados indicam que o sistema reduziu os valores de erro de posicionamento dos bicos, isto é, os valores de distância de aplicação foram próximos ao set point. Comparando os valores de ISE obtidos com e sem habilitar o controle, se observou uma melhora de até 75%. Espera-se que com a implementação do sistema controle da distância seja possível melhorar a qualidade distribuição da calda pulverizada sobre a superfície das folhas da planta.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 17:26:28 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DIAGNÓSTICO DE PERDA ENERGÉTICA DE MOTOR A DIESEL DE UM TRATOR ATRAVÉS DE DINAMÔMETRO DE FREIO HIDRÁULICO</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/365-diagnostico-de-perda-energetica-de-motor-a-diesel-de-um-trator-atraves-de-dinamometro-de-freio-hidraulico?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DIAGNÓSTICO DE PERDA ENERGÉTICA DE MOTOR A DIESEL DE UM TRATOR ATRAVÉS DE DINAMÔMETRO DE FREIO HIDRÁULICO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> SANTOS, V. S., TIRAPELLE, A. M. P., GALVÃO, C. B., ALBIERO, D., GARCIA, A. P., MORAES, G. D. A. C. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Máquinas agrícolas, potência, desempenho</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">O consumo de combustível na produção agrícola representa parcela de grande significância sobre os custos totais de produção em todo o mundo, dado que os sistemas produtivos tendem a se mecanizar cada vez mais e, deste modo, faz-se necessário o estudo da perda de energia dos motores agrícolas a fim de minimizar custos. As curvas de torque e potência de um motor são informações que auxiliam na visualização do desempenho operacional do motor, possibilitando a comparação das características atuais de um motor antigo em relação às disponibilizadas pelo fabricante. Neste sentido, este artigo teve por objetivo construir as curvas de torque e potência de um trator de mais de 30 anos pertencente à faculdade de Engenharia Agrícola da Universidade Estadual de Campinas e obter um valor porcentual para a redução de desempenho frente às curvas fornecidas pelo fabricante do motor novo.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> SANTOS, V. S., TIRAPELLE, A. M. P., GALVÃO, C. B., ALBIERO, D., GARCIA, A. P., MORAES, G. D. A. C. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Máquinas agrícolas, potência, desempenho</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">O consumo de combustível na produção agrícola representa parcela de grande significância sobre os custos totais de produção em todo o mundo, dado que os sistemas produtivos tendem a se mecanizar cada vez mais e, deste modo, faz-se necessário o estudo da perda de energia dos motores agrícolas a fim de minimizar custos. As curvas de torque e potência de um motor são informações que auxiliam na visualização do desempenho operacional do motor, possibilitando a comparação das características atuais de um motor antigo em relação às disponibilizadas pelo fabricante. Neste sentido, este artigo teve por objetivo construir as curvas de torque e potência de um trator de mais de 30 anos pertencente à faculdade de Engenharia Agrícola da Universidade Estadual de Campinas e obter um valor porcentual para a redução de desempenho frente às curvas fornecidas pelo fabricante do motor novo.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 17:23:19 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>LEVANTAMENTO DE CURVA ESPECÍFICA DO MOTOR DE UM TRATOR AGRÍCOLA</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/363-levantamento-de-curva-especifica-do-motor-de-um-trator-agricola?format=html</link>
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           <media:title type="plain">LEVANTAMENTO DE CURVA ESPECÍFICA DO MOTOR DE UM TRATOR AGRÍCOLA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> TIRAPELLE, A. M. P., MORAES, G. D. A. C., SANTOS, V. S., GALVÃO, C. B., ALBIERO, D., GARCIA, A. P.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Máquinas agrícolas, Consumo específico, Faixas de operação</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A otimização das atividades agrícolas mecanizadas intensificou o gerenciamento de máquinas, a fim de controlar o consumo de combustível, que corresponde à maior parcela dos custos de hora-máquina. Este consumo está relacionado com a energia requerida pela máquina (kW/h), tido como um indicador para calcular o esforço da máquina agrícola no campo. Desta forma, a coleta e análise de informações apropriadas são necessárias para tomada de decisão na manipulação de máquinas agrícolas, a fim de ajustar sua condução para um consumo mínimo de combustíveis. Ao fim deste trabalho foi possível confeccionar gráficos de consumo de combustível do trator Massey Fergusson (MF) 235 da Faculdade de Engenharia Agrícola da Universidade Estadual de Campinas.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> TIRAPELLE, A. M. P., MORAES, G. D. A. C., SANTOS, V. S., GALVÃO, C. B., ALBIERO, D., GARCIA, A. P.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Máquinas agrícolas, Consumo específico, Faixas de operação</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A otimização das atividades agrícolas mecanizadas intensificou o gerenciamento de máquinas, a fim de controlar o consumo de combustível, que corresponde à maior parcela dos custos de hora-máquina. Este consumo está relacionado com a energia requerida pela máquina (kW/h), tido como um indicador para calcular o esforço da máquina agrícola no campo. Desta forma, a coleta e análise de informações apropriadas são necessárias para tomada de decisão na manipulação de máquinas agrícolas, a fim de ajustar sua condução para um consumo mínimo de combustíveis. Ao fim deste trabalho foi possível confeccionar gráficos de consumo de combustível do trator Massey Fergusson (MF) 235 da Faculdade de Engenharia Agrícola da Universidade Estadual de Campinas.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 17:19:46 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PREPARO DE SOLO PARA O PLANTIO DE CANA-DE-AÇÚCAR UTILIZANDO PARAPLOW ROTATIVO</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/362-preparo-de-solo-para-o-plantio-de-cana-de-acucar-utilizando-paraplow-rotativo?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> GALVÃO, C. B., GARCIA, A. P., ALBIERO, D., TIRAPELLE, A. M. P., SANTOS, V. S., MILITÃO, J. P. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Plantio conservacionista, cultivo em faixa, mecanização agrícola</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A área plantada com cana-de-açúcar no Brasil no ano de 2018 foi de 10,266 milhões de hectares, o que representa 13% da área total plantada no território brasileiro, ficando atrás apenas das culturas de milho e soja. O objetivo deste trabalho foi comparar o preparo de solo da forma convencional, com subsolagem e gradeações, e o preparo feito com o paraplow rotativo, medindo a produtividade da cana. O experimento foi realizado no município de Jaguariúna-SP, com delineamento experimental completamente aleatório, utilizando duas parcelas de 878,5 m2 cada, para isso se caracterizou o solo da área total e verificou-se a homogeneidade e uma análise biométrica da cana para se comparar os dois estandes da cultura através da comparação entre médias da produtividade. O resultado comprovou que não houve diferença significativa entre os tratamentos o que demonstra uma alternativa para o preparo de solo, tendo em vista que, no sistema convencional houve três passadas de trator sobre o solo e o preparo foi na área total, já com o paraplow só houve uma passada e o preparo feito somente na área de produção da cultura, ou seja, em faixa, o que favorece a conservação do solo.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/362-preparo-de-solo-para-o-plantio-de-cana-de-acucar-utilizando-paraplow-rotativo?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> GALVÃO, C. B., GARCIA, A. P., ALBIERO, D., TIRAPELLE, A. M. P., SANTOS, V. S., MILITÃO, J. P. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Plantio conservacionista, cultivo em faixa, mecanização agrícola</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A área plantada com cana-de-açúcar no Brasil no ano de 2018 foi de 10,266 milhões de hectares, o que representa 13% da área total plantada no território brasileiro, ficando atrás apenas das culturas de milho e soja. O objetivo deste trabalho foi comparar o preparo de solo da forma convencional, com subsolagem e gradeações, e o preparo feito com o paraplow rotativo, medindo a produtividade da cana. O experimento foi realizado no município de Jaguariúna-SP, com delineamento experimental completamente aleatório, utilizando duas parcelas de 878,5 m2 cada, para isso se caracterizou o solo da área total e verificou-se a homogeneidade e uma análise biométrica da cana para se comparar os dois estandes da cultura através da comparação entre médias da produtividade. O resultado comprovou que não houve diferença significativa entre os tratamentos o que demonstra uma alternativa para o preparo de solo, tendo em vista que, no sistema convencional houve três passadas de trator sobre o solo e o preparo foi na área total, já com o paraplow só houve uma passada e o preparo feito somente na área de produção da cultura, ou seja, em faixa, o que favorece a conservação do solo.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 17:05:43 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AVALIAÇÃO DAS PERDAS QUANTITATIVAS NA COLHEITA MECÂNICA DE FEIJÃO (Phaseolus vulgaris, L.)</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/361-avaliacao-das-perdas-quantitativas-na-colheita-mecanica-de-feijao-phaseolus-vulgaris-l?format=html</link>
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           <media:title type="plain">AVALIAÇÃO DAS PERDAS QUANTITATIVAS NA COLHEITA MECÂNICA DE FEIJÃO (Phaseolus vulgaris, L.)</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> FAGGION, F., MUHL, M. O., CORREIA, T. P. S., FRANZ, C. A. B. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Máquinas Agrícolas, Gerenciamento, Custo</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A colheita de feijão (<i>Phaseolus vulgaris, </i>L.) era feita manualmente no Brasil até a década de 1940 e mesmo após 1965, com a fabricação de colhedoras de grãos completas, poucos agricultores as utilizaram na cultura do feijão, devido às perdas excessivas. O objetivo deste trabalho foi avaliar as perdas quantitativas de grãos na colheita mecanizada de feijão utilizando dois métodos de colheita. Para tanto foi utilizada uma colhedora de grãos completa com cilindro de fluxo axial e plataforma convencional com caracol recolhedor (colheita em uma etapa) e uma colhedora mecânica, Ceiflex, que realiza o corte e o enleiramento da cultura em fase final de ciclo ainda com umidade elevada e posterior recolhimento e trilha, feitos por outra máquina específica para este fim, Miac, (colheita em duas etapas). Foram avaliadas as perdas ocorridas antes da colheita, durante o corte e o enleiramento, na trilha, separação e limpeza e as perdas totais. Os dados obtidos nas diferentes fases de processamento foram tabulados e organizados de modo a verificar a perda de grãos de feijão durante a colheita. As perdas quantitativas durante a colheita mecânica de feijão foram superiores utilizando a colhedora completa (colheita em uma etapa) do que na colheita feita com duas máquinas (colheita em duas etapas).</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/361-avaliacao-das-perdas-quantitativas-na-colheita-mecanica-de-feijao-phaseolus-vulgaris-l?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> FAGGION, F., MUHL, M. O., CORREIA, T. P. S., FRANZ, C. A. B. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Máquinas Agrícolas, Gerenciamento, Custo</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A colheita de feijão (<i>Phaseolus vulgaris, </i>L.) era feita manualmente no Brasil até a década de 1940 e mesmo após 1965, com a fabricação de colhedoras de grãos completas, poucos agricultores as utilizaram na cultura do feijão, devido às perdas excessivas. O objetivo deste trabalho foi avaliar as perdas quantitativas de grãos na colheita mecanizada de feijão utilizando dois métodos de colheita. Para tanto foi utilizada uma colhedora de grãos completa com cilindro de fluxo axial e plataforma convencional com caracol recolhedor (colheita em uma etapa) e uma colhedora mecânica, Ceiflex, que realiza o corte e o enleiramento da cultura em fase final de ciclo ainda com umidade elevada e posterior recolhimento e trilha, feitos por outra máquina específica para este fim, Miac, (colheita em duas etapas). Foram avaliadas as perdas ocorridas antes da colheita, durante o corte e o enleiramento, na trilha, separação e limpeza e as perdas totais. Os dados obtidos nas diferentes fases de processamento foram tabulados e organizados de modo a verificar a perda de grãos de feijão durante a colheita. As perdas quantitativas durante a colheita mecânica de feijão foram superiores utilizando a colhedora completa (colheita em uma etapa) do que na colheita feita com duas máquinas (colheita em duas etapas).</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 17:02:43 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DIMENSIONAMENTO DE FROTA DE CAMINHÕES EM UMA PROPRIEDADE AGRÍCOLA</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/205-dimensionamento-de-frota-de-caminhoes-em-uma-propriedade-agricola?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DIMENSIONAMENTO DE FROTA DE CAMINHÕES EM UMA PROPRIEDADE AGRÍCOLA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> GRUDTNER, J., STRAPASSON NETO, L., PARIZE, G. L., OIOLE, Y. A., SAVI, D., JASPER, S. P.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Logística; escoamento de safra; transporte</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A economia na logística de escoamento da safra é de fundamental importância para o agronegócio brasileiro, visto que o Brasil é gigante em extensão territorial, e apresenta grande dependência em rodovias, o que resulta em custos elevados para o escoamento da produção. O experimento foi realizado em propriedade agrícola no município de Rebouças, estado do Paraná. Onde teve por finalidade, aperfeiçoar a logística de uma propriedade avaliando o número de viagens por dia, total de viagens por área, o número de viagens necessárias, e custos de transporte, comparando dois veículos distintos, um caminhão trucado (3 eixos) e uma carreta atrelado a cavalo mecânico (6 eixos). Para a realização do estudo foram coletados os dados do tempo de carregamento, tempo de viagem incluindo ida e volta, descarga e espera, também, a distância do percurso de origem e destino, com os respectivos pesos líquidos dos caminhões. O estudo teve como característica uma abordagem quantitativa, onde através de estudo do caso os resultados foram obtidos de maneira descritiva. Os veículos apresentaram valores aproximados de frete, porém, a carreta consegue reduzir o tempo de transporte no escoamento da produção quando comparada ao trucado.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> GRUDTNER, J., STRAPASSON NETO, L., PARIZE, G. L., OIOLE, Y. A., SAVI, D., JASPER, S. P.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Logística; escoamento de safra; transporte</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A economia na logística de escoamento da safra é de fundamental importância para o agronegócio brasileiro, visto que o Brasil é gigante em extensão territorial, e apresenta grande dependência em rodovias, o que resulta em custos elevados para o escoamento da produção. O experimento foi realizado em propriedade agrícola no município de Rebouças, estado do Paraná. Onde teve por finalidade, aperfeiçoar a logística de uma propriedade avaliando o número de viagens por dia, total de viagens por área, o número de viagens necessárias, e custos de transporte, comparando dois veículos distintos, um caminhão trucado (3 eixos) e uma carreta atrelado a cavalo mecânico (6 eixos). Para a realização do estudo foram coletados os dados do tempo de carregamento, tempo de viagem incluindo ida e volta, descarga e espera, também, a distância do percurso de origem e destino, com os respectivos pesos líquidos dos caminhões. O estudo teve como característica uma abordagem quantitativa, onde através de estudo do caso os resultados foram obtidos de maneira descritiva. Os veículos apresentaram valores aproximados de frete, porém, a carreta consegue reduzir o tempo de transporte no escoamento da produção quando comparada ao trucado.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 15:27:40 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>EFEITOS DO USO DE VÁLVULAS DE CONTROLE REMOTO EM TRATORES DE 250 KW</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/204-efeitos-do-uso-de-valvulas-de-controle-remoto-em-tratores-de-250-kw?format=html</link>
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           <media:title type="plain">EFEITOS DO USO DE VÁLVULAS DE CONTROLE REMOTO EM TRATORES DE 250 KW</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> STRAPASSON NETO, L., OIOLE, Y. A., SILVA, T. X., SAVI, D., KMIECIK, L. L., JASPER, S. P.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Desempenho; potência na barra de tração; sistema hidráulico</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">O sistema hidráulico de controle remoto permite transportar energia provinda do motor através de fluxo de óleo hidráulico. O objetivo do estudo foi avaliar a influência do número de válvulas de controle remoto (VCRs) em uso, sobre a velocidade, consumo específico, eficiência térmica do motor, e a potência e rendimento na barra de tração de um trator de 250 kW de potência nominal. O ensaio foi realizado em pista de concreto, pelo método de comboio simulando carga de 103 kN na barra de tração, com velocidade alvo de 2,08 m.s-1 (7,5 km h-1). Através de sensores específicos, se coletou dados relacionados a velocidade, potência e rendimento na barra de tração. As vazões nas VCRs foram estabelecidas com o uso de fluxômetro hidráulico simulando a vazão necessária para motores hidráulicos de semeadora a vácuo. O experimento foi conduzido em delineamento em faixas com 4 repetições e 3 tratamentos, sendo eles o número de VCRS em uso (1, 2 ou 3), totalizando 12 unidades experimentais. O número de VCRs usadas durantes o teste apresentou diferença significativa, comprovando que a demanda energética aumenta com o número de válvulas em uso, reduzindo assim a potência disponível na barra de tração.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/204-efeitos-do-uso-de-valvulas-de-controle-remoto-em-tratores-de-250-kw?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> STRAPASSON NETO, L., OIOLE, Y. A., SILVA, T. X., SAVI, D., KMIECIK, L. L., JASPER, S. P.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Desempenho; potência na barra de tração; sistema hidráulico</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">O sistema hidráulico de controle remoto permite transportar energia provinda do motor através de fluxo de óleo hidráulico. O objetivo do estudo foi avaliar a influência do número de válvulas de controle remoto (VCRs) em uso, sobre a velocidade, consumo específico, eficiência térmica do motor, e a potência e rendimento na barra de tração de um trator de 250 kW de potência nominal. O ensaio foi realizado em pista de concreto, pelo método de comboio simulando carga de 103 kN na barra de tração, com velocidade alvo de 2,08 m.s-1 (7,5 km h-1). Através de sensores específicos, se coletou dados relacionados a velocidade, potência e rendimento na barra de tração. As vazões nas VCRs foram estabelecidas com o uso de fluxômetro hidráulico simulando a vazão necessária para motores hidráulicos de semeadora a vácuo. O experimento foi conduzido em delineamento em faixas com 4 repetições e 3 tratamentos, sendo eles o número de VCRS em uso (1, 2 ou 3), totalizando 12 unidades experimentais. O número de VCRs usadas durantes o teste apresentou diferença significativa, comprovando que a demanda energética aumenta com o número de válvulas em uso, reduzindo assim a potência disponível na barra de tração.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 15:24:57 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE UM PROTÓTIPO DE FATIADORA DE CACTÁCEA NO BENEFICIAMENTO DA PALMA FORRAGEIRA</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/202-avaliacao-do-desempenho-de-um-prototipo-de-fatiadora-de-cactacea-no-beneficiamento-da-palma-forrageira?format=html</link>
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           <media:title type="plain">AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE UM PROTÓTIPO DE FATIADORA DE CACTÁCEA NO BENEFICIAMENTO DA PALMA FORRAGEIRA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> FERNANDES, F. R. B., ALBIERO, D., MELO, R. P., BASTOS, R. L. G., UCHÔA, M. R.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Tamanho de partícula, Produtividade, Perdas</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A família Cactácea é constituída por espécimes que vão desde o porte herbáceo ao arbóreo. O objetivo desse trabalho foi avaliar em condições de campo a eficiência de um protótipo de fatiadora de cactáceas forrageiras no beneficiamento da palma forrageira. A avaliação do protótipo foi conduzida na área experimental do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará-IFCE Campus Tauá. O material vegetal utilizado para o experimento foi à palma forrageira cultivar gigante (Opuntia fícusindica). Foi utilizado para realização do ensaio de campo o protótipo de fatiadora de cactácea. A normalidade dos dados foi atestada pelos coeficientes de simetria e curtose, caso os mesmos apresentassem distribuição normal seria feita a análise de variância utilizando o teste de Tukey a 5% de probabilidade. Em condições reais de operação, a fatiadora de cactácea se mostrou eficiente, confirmando a hipótese do trabalho, já que foi possível obter uma máquina para fatiar cactácea com o mínimo de perdas e, com uma boa regularidade no tamanho das partículas. O protótipo de fatiadora de cactácea obteve um ótimo índice de produção em quilograma por hora de trabalho, no entanto, se faz necessário realizar melhorias para reduzir as perdas.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/202-avaliacao-do-desempenho-de-um-prototipo-de-fatiadora-de-cactacea-no-beneficiamento-da-palma-forrageira?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> FERNANDES, F. R. B., ALBIERO, D., MELO, R. P., BASTOS, R. L. G., UCHÔA, M. R.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Tamanho de partícula, Produtividade, Perdas</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A família Cactácea é constituída por espécimes que vão desde o porte herbáceo ao arbóreo. O objetivo desse trabalho foi avaliar em condições de campo a eficiência de um protótipo de fatiadora de cactáceas forrageiras no beneficiamento da palma forrageira. A avaliação do protótipo foi conduzida na área experimental do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará-IFCE Campus Tauá. O material vegetal utilizado para o experimento foi à palma forrageira cultivar gigante (Opuntia fícusindica). Foi utilizado para realização do ensaio de campo o protótipo de fatiadora de cactácea. A normalidade dos dados foi atestada pelos coeficientes de simetria e curtose, caso os mesmos apresentassem distribuição normal seria feita a análise de variância utilizando o teste de Tukey a 5% de probabilidade. Em condições reais de operação, a fatiadora de cactácea se mostrou eficiente, confirmando a hipótese do trabalho, já que foi possível obter uma máquina para fatiar cactácea com o mínimo de perdas e, com uma boa regularidade no tamanho das partículas. O protótipo de fatiadora de cactácea obteve um ótimo índice de produção em quilograma por hora de trabalho, no entanto, se faz necessário realizar melhorias para reduzir as perdas.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 15:22:05 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DESENVOLVIMENTO DO PROTÓTIPO DE UMA SEMEADORA CONSERVACIONISTA PARA AGRICULTURA FAMILIAR</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/201-desenvolvimento-do-prototipo-de-uma-semeadora-conservacionista-para-agricultura-familiar?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DESENVOLVIMENTO DO PROTÓTIPO DE UMA SEMEADORA CONSERVACIONISTA PARA AGRICULTURA FAMILIAR</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> MELO<b>, </b>R. P., ALBIERO, D., ARAÚJO, M. C., LIMA, I. A. M., SILVA, L. G. C. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Distribuição de Semente, Punção, Projeto de Máquinas</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Os agricultores familiares do semiárido cearense convivem com uma situação peculiar no que se refere aos níveis de tecnologias adotadas no sistema de produção. Portanto, é necessário realizar a inclusão de tecnologias que contribuam com a elevação da qualidade do trabalho agrícola familiar. O objetivo do trabalho foi desenvolver um protótipo de uma semeadora puncionadora para a agricultura familiar e avaliar a distribuição de sementes do mesmo. Utilizou-se a análise de sistemas técnicos conhecidos e a função síntese para desenvolver a concepção do protótipo. Os desenhos detalhados do protótipo foram feitos por meio do software Solid Edge ST6<sup>®</sup> e o Autodesk Fusion 360</span><sup><span style="font-size: 11.0pt; font-family: Roboto;">®</span></sup><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">. Os espaçamentos da distribuição longitudinal de sementes foram classificados como duplos, aceitáveis ou falhos. O ensaio de simulação de tensão permitiu a percepção dos pontos críticos do projeto e a análise de tensão do protótipo auxiliou de forma significativa, pois forneceu informações relevantes que foram levadas em consideração para realizar melhorias na estrutura do protótipo. O protótipo da semeadora puncionadora obteve ótimo índice de distribuição de sementes, pois na distribuição longitudinal de sementes obteve 94,28 % de espaçamentos aceitáveis.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/201-desenvolvimento-do-prototipo-de-uma-semeadora-conservacionista-para-agricultura-familiar?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> MELO<b>, </b>R. P., ALBIERO, D., ARAÚJO, M. C., LIMA, I. A. M., SILVA, L. G. C. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Distribuição de Semente, Punção, Projeto de Máquinas</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Os agricultores familiares do semiárido cearense convivem com uma situação peculiar no que se refere aos níveis de tecnologias adotadas no sistema de produção. Portanto, é necessário realizar a inclusão de tecnologias que contribuam com a elevação da qualidade do trabalho agrícola familiar. O objetivo do trabalho foi desenvolver um protótipo de uma semeadora puncionadora para a agricultura familiar e avaliar a distribuição de sementes do mesmo. Utilizou-se a análise de sistemas técnicos conhecidos e a função síntese para desenvolver a concepção do protótipo. Os desenhos detalhados do protótipo foram feitos por meio do software Solid Edge ST6<sup>®</sup> e o Autodesk Fusion 360</span><sup><span style="font-size: 11.0pt; font-family: Roboto;">®</span></sup><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">. Os espaçamentos da distribuição longitudinal de sementes foram classificados como duplos, aceitáveis ou falhos. O ensaio de simulação de tensão permitiu a percepção dos pontos críticos do projeto e a análise de tensão do protótipo auxiliou de forma significativa, pois forneceu informações relevantes que foram levadas em consideração para realizar melhorias na estrutura do protótipo. O protótipo da semeadora puncionadora obteve ótimo índice de distribuição de sementes, pois na distribuição longitudinal de sementes obteve 94,28 % de espaçamentos aceitáveis.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 15:19:26 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ESTADO DA ARTE DA SEMEADURA E DAS SEMEADORAS DE FLUXO CONTÍNUO NO SISTEMA PLANTIO DIRETO NO SUL DO BRASIL</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/199-estado-da-arte-da-semeadura-e-das-semeadoras-de-fluxo-continuo-no-sistema-plantio-direto-no-sul-do-brasil?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ESTADO DA ARTE DA SEMEADURA E DAS SEMEADORAS DE FLUXO CONTÍNUO NO SISTEMA PLANTIO DIRETO NO SUL DO BRASIL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">JOHANN, A. L., DELALIBERA, H. C., LADEIRA, A. S., SILVA, A. L., CASÃO JUNIOR, R. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Qualidade de semeadura, máquinas agrícolas, cobertura vegetal</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Dentre os fatores que afetam as características desejáveis do solo para as sementes, na operação de semeadura direta, parte é definida pelas semeadoras de fluxo contínuo, que por trabalharem com espaçamentos pequenos acumulam funções em poucos componentes. Logo, é necessário avaliar a campo com que qualidade estas máquinas estão realizando esta operação. O estado da arte destas semeadoras, no Sul do Brasil, foi levantado em estudos realizados no IAPAR em 2008 e 2012, havendo a necessidade da atualização destas informações. Para tanto, está sendo conduzido novo estudo visando diagnosticar as características destas máquinas em propriedades agrícolas no Brasil. A caracterização foi atendida por meio de determinações a campo das semeadoras em plena operação. O produtor e a propriedade, assim como seu sistema de produção e itinerário técnico, também foram caracterizados. Pode se destacar que, entre os produtores avaliados, em torno de 45% estão errando, acima de 10%, a dosagem desejada de sementes e 70% a de fertilizantes. Houve casos de erros na dosagem desejada superiores a 30% nas sementes e 50% nos fertilizantes. Portando, há a necessidade de melhorar a capacidade dos produtores em regularem as suas máquinas, elevando a produtividade de suas culturas.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">JOHANN, A. L., DELALIBERA, H. C., LADEIRA, A. S., SILVA, A. L., CASÃO JUNIOR, R. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Qualidade de semeadura, máquinas agrícolas, cobertura vegetal</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Dentre os fatores que afetam as características desejáveis do solo para as sementes, na operação de semeadura direta, parte é definida pelas semeadoras de fluxo contínuo, que por trabalharem com espaçamentos pequenos acumulam funções em poucos componentes. Logo, é necessário avaliar a campo com que qualidade estas máquinas estão realizando esta operação. O estado da arte destas semeadoras, no Sul do Brasil, foi levantado em estudos realizados no IAPAR em 2008 e 2012, havendo a necessidade da atualização destas informações. Para tanto, está sendo conduzido novo estudo visando diagnosticar as características destas máquinas em propriedades agrícolas no Brasil. A caracterização foi atendida por meio de determinações a campo das semeadoras em plena operação. O produtor e a propriedade, assim como seu sistema de produção e itinerário técnico, também foram caracterizados. Pode se destacar que, entre os produtores avaliados, em torno de 45% estão errando, acima de 10%, a dosagem desejada de sementes e 70% a de fertilizantes. Houve casos de erros na dosagem desejada superiores a 30% nas sementes e 50% nos fertilizantes. Portando, há a necessidade de melhorar a capacidade dos produtores em regularem as suas máquinas, elevando a produtividade de suas culturas.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 15:15:50 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ESTADO DA ARTE DA SEMEADURA E DAS SEMEADORAS DE PRECISÃO NO SISTEMA PLANTIO DIRETO NO SUL E SUDESTE DO BRASIL</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/197-estado-da-arte-da-semeadura-e-das-semeadoras-de-precisao-no-sistema-plantio-direto-no-sul-e-sudeste-do-brasil?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ESTADO DA ARTE DA SEMEADURA E DAS SEMEADORAS DE PRECISÃO NO SISTEMA PLANTIO DIRETO NO SUL E SUDESTE DO BRASIL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">JOHANN, A. L., DELALIBERA, H. C., LADEIRA, A. S., SILVA, A. L., CASÃO JUNIOR, R. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Qualidade de semeadura, máquinas agrícolas, cobertura vegetal</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">As semeadoras de precisão se caracterizam por distribuir as sementes espaçadas em distâncias supostamente homogêneas. A semeadura adequada é fator importante que influencia o desempenho de culturas como o milho, pois além da distribuição, também afeta características do solo na região das sementes. Logo, é necessário avaliar a campo com que qualidade estas máquinas estão realizando esta operação. O estado da arte destas semeadoras, no Sul do Brasil, foi levantado em estudos realizados no IAPAR em 2008 e 2012, havendo necessidade da atualização destas informações. Para tanto, está sendo conduzido novo estudo visando diagnosticar as características destas máquinas em propriedades agrícolas no Brasil. A caracterização foi atendida por meio de determinações a campo das semeadoras em plena operação. O produtor e a propriedade, assim como seu sistema de produção e itinerário técnico, também foram caracterizados. Pode se destacar que, entre os produtores avaliados, em torno de 40% estão errando, acima de 10%, a dosagem desejada de sementes e 60% a de fertilizantes, e poucos estão fazendo rotação com plantas de cobertura, resultando em pouca cobertura vegetal. Portando, há a necessidade de melhorar a capacidade dos produtores em regular as suas máquinas, bem como de manejar mais adequadamente as suas culturas.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/197-estado-da-arte-da-semeadura-e-das-semeadoras-de-precisao-no-sistema-plantio-direto-no-sul-e-sudeste-do-brasil?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">JOHANN, A. L., DELALIBERA, H. C., LADEIRA, A. S., SILVA, A. L., CASÃO JUNIOR, R. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Qualidade de semeadura, máquinas agrícolas, cobertura vegetal</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">As semeadoras de precisão se caracterizam por distribuir as sementes espaçadas em distâncias supostamente homogêneas. A semeadura adequada é fator importante que influencia o desempenho de culturas como o milho, pois além da distribuição, também afeta características do solo na região das sementes. Logo, é necessário avaliar a campo com que qualidade estas máquinas estão realizando esta operação. O estado da arte destas semeadoras, no Sul do Brasil, foi levantado em estudos realizados no IAPAR em 2008 e 2012, havendo necessidade da atualização destas informações. Para tanto, está sendo conduzido novo estudo visando diagnosticar as características destas máquinas em propriedades agrícolas no Brasil. A caracterização foi atendida por meio de determinações a campo das semeadoras em plena operação. O produtor e a propriedade, assim como seu sistema de produção e itinerário técnico, também foram caracterizados. Pode se destacar que, entre os produtores avaliados, em torno de 40% estão errando, acima de 10%, a dosagem desejada de sementes e 60% a de fertilizantes, e poucos estão fazendo rotação com plantas de cobertura, resultando em pouca cobertura vegetal. Portando, há a necessidade de melhorar a capacidade dos produtores em regular as suas máquinas, bem como de manejar mais adequadamente as suas culturas.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 15:10:56 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RELAÇÃO DE ÁREA DE CONTATO DE PNEU RADIAL EM TRATOR AGRÍCOLA EM FUNÇÃO DE DIFERENTES PRESSÕES INTERNAS</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/196-relacao-de-area-de-contato-de-pneu-radial-em-trator-agricola-em-funcao-de-diferentes-pressoes-internas?format=html</link>
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           <media:title type="plain">RELAÇÃO DE ÁREA DE CONTATO DE PNEU RADIAL EM TRATOR AGRÍCOLA EM FUNÇÃO DE DIFERENTES PRESSÕES INTERNAS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">FERREIRA, C. F., LASKOSKI, M., PARIZE, C. W. L., WEBER, L. L., KMIECIK, L. L., JASPER, S. P.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Compactação; ensaio de tratores; interação rodado solo</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Solos apresentam capacidade de suporte de cargas quanto ao intenso tráfego de máquinas agrícolas variável com suas propriedades físicas. Este projeto de pesquisa tem por objetivo de determinar a área de contato do rodado com o solo submetido a diferentes pressões internas. O presente estudo foi desenvolvido no laboratório de Mecanização Agrícola pertencente a Fazenda Experimental Canguiri, da Universidade Federal do Paraná. Para realização do experimento utilizou-se um trator teste da marca New Holland, modelo T7 equipado com pneu traseiro radial. Foram avaliadas as áreas de contato do rodado em quatro pressões internas nos pneus traseiros em 23 psi (158,58 kPa); 18 psi (124,11 kPa); 14 psi (96,53 kPa); e 12 psi (82,74 kPa), com quatro repetições. As imagens obtidas com câmera digital, processadas no software AutoCad versão 2013. Os dados foram submetidos à análise de regressão. O comportamento das áreas de contato dos pneus apresentou uma relação quadrática negativa. As áreas de contato obtidas variaram entre 735,12; 709,64; 571,45 e 645,52 cm2 para as pressões 12, 14, 18 e 23 psi, respectivamente. As análises estatísticas indicaram uma variância não significativa das pressões internas dos pneus sobre a área de contato.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/196-relacao-de-area-de-contato-de-pneu-radial-em-trator-agricola-em-funcao-de-diferentes-pressoes-internas?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">FERREIRA, C. F., LASKOSKI, M., PARIZE, C. W. L., WEBER, L. L., KMIECIK, L. L., JASPER, S. P.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Compactação; ensaio de tratores; interação rodado solo</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Solos apresentam capacidade de suporte de cargas quanto ao intenso tráfego de máquinas agrícolas variável com suas propriedades físicas. Este projeto de pesquisa tem por objetivo de determinar a área de contato do rodado com o solo submetido a diferentes pressões internas. O presente estudo foi desenvolvido no laboratório de Mecanização Agrícola pertencente a Fazenda Experimental Canguiri, da Universidade Federal do Paraná. Para realização do experimento utilizou-se um trator teste da marca New Holland, modelo T7 equipado com pneu traseiro radial. Foram avaliadas as áreas de contato do rodado em quatro pressões internas nos pneus traseiros em 23 psi (158,58 kPa); 18 psi (124,11 kPa); 14 psi (96,53 kPa); e 12 psi (82,74 kPa), com quatro repetições. As imagens obtidas com câmera digital, processadas no software AutoCad versão 2013. Os dados foram submetidos à análise de regressão. O comportamento das áreas de contato dos pneus apresentou uma relação quadrática negativa. As áreas de contato obtidas variaram entre 735,12; 709,64; 571,45 e 645,52 cm2 para as pressões 12, 14, 18 e 23 psi, respectivamente. As análises estatísticas indicaram uma variância não significativa das pressões internas dos pneus sobre a área de contato.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 15:08:36 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ATUAÇÃO DA TEMPERATURA DO DIESEL NO CONSUMO DE COMBUSTÍVEL ESPECÍFICO (CCE)</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/195-atuacao-da-temperatura-do-diesel-no-consumo-de-combustivel-especifico-cce?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ATUAÇÃO DA TEMPERATURA DO DIESEL NO CONSUMO DE COMBUSTÍVEL ESPECÍFICO (CCE)</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">LASKOSKI, M., KMIECIK, L. L., SILVA, T. X., PARIZE, C. W. L., MACHIOSKI, M. C., JASPER, S. P. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Densidade de biodiesel, termopar, fluxômetros</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A mensuração da quantidade de combustível consumida informa o desempenho do motor como máquina térmica conversora de energia. No cálculo do consumo de combustível específico (CCE) considera-se a densidade do biodiesel, obtida em função da temperatura. O objetivo do trabalho foi confrontar a influência da temperatura do biodiesel no cálculo do consumo de combustível específico. Os dados de consumo de combustível foram obtidos através de fluxômetros instalados no sistema de alimentação de combustível do trator, equipado com termopares que mensuraram as temperaturas. A densidade do biodiesel foi obtida em laboratório, segundo a NBR7148 de 11/2003. Foi calculado o CCE para densidade do biodiesel de 0,852 kg L<sup>-1</sup>, na temperatura de 20ºC. Para comparação, calculou-se o CCE corrigido, considerando a temperatura do biodiesel obtida com os termopares (32ºC) e densidade do biodiesel de 0,827 kg L<sup>-1</sup>. A análise de regressão confirmou a diferença significativa, ao nível de 1%, do CCE considerando a temperatura do biodiesel fornecida pelos termopares. Assim, é válido mensurar a temperatura do combustível para determinação do CCE. A equação da reta permite corrigir o CCE quando não se dispõe de termopares para monitoramento da temperatura.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/195-atuacao-da-temperatura-do-diesel-no-consumo-de-combustivel-especifico-cce?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">LASKOSKI, M., KMIECIK, L. L., SILVA, T. X., PARIZE, C. W. L., MACHIOSKI, M. C., JASPER, S. P. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Densidade de biodiesel, termopar, fluxômetros</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A mensuração da quantidade de combustível consumida informa o desempenho do motor como máquina térmica conversora de energia. No cálculo do consumo de combustível específico (CCE) considera-se a densidade do biodiesel, obtida em função da temperatura. O objetivo do trabalho foi confrontar a influência da temperatura do biodiesel no cálculo do consumo de combustível específico. Os dados de consumo de combustível foram obtidos através de fluxômetros instalados no sistema de alimentação de combustível do trator, equipado com termopares que mensuraram as temperaturas. A densidade do biodiesel foi obtida em laboratório, segundo a NBR7148 de 11/2003. Foi calculado o CCE para densidade do biodiesel de 0,852 kg L<sup>-1</sup>, na temperatura de 20ºC. Para comparação, calculou-se o CCE corrigido, considerando a temperatura do biodiesel obtida com os termopares (32ºC) e densidade do biodiesel de 0,827 kg L<sup>-1</sup>. A análise de regressão confirmou a diferença significativa, ao nível de 1%, do CCE considerando a temperatura do biodiesel fornecida pelos termopares. Assim, é válido mensurar a temperatura do combustível para determinação do CCE. A equação da reta permite corrigir o CCE quando não se dispõe de termopares para monitoramento da temperatura.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 15:04:58 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AVALIAÇÃO DE PERDAS NA COLHEITA MECANIZADA DE SOJA, EM FUNÇÃO DA VELOCIDADE E ROTAÇÃO DO CILINDRO, NO CERRADO MARANHENSE</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/194-avaliacao-de-perdas-na-colheita-mecanizada-de-soja-em-funcao-da-velocidade-e-rotacao-do-cilindro-no-cerrado-maranhense?format=html</link>
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           <media:title type="plain">AVALIAÇÃO DE PERDAS NA COLHEITA MECANIZADA DE SOJA, EM FUNÇÃO DA VELOCIDADE E ROTAÇÃO DO CILINDRO, NO CERRADO MARANHENSE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SOUZA, J. B. C., PASSOS, M. L. V., SILVA, E. A., SOUZA, J. N. C., SOUSA, W. S., ALMEIDA, E. I. B. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> (Glycine max. (L.) Merril). Colhedora. Velocidade</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A lavoura de soja (Glycine max. (L.) Merril) evidencia acentuada participação na economia brasileira. Assim sendo, o presente estudo foi conduzido com o objetivo de quantificar as perdas na plataforma de corte e alimentação e no sistema de trilha na colheita mecanizada de soja. O experimento foi realizado em área comercial de soja de uma fazenda situada em Brejo (MA), durante a safra 2017/2018. A colhedora avaliada foi uma Case IH 8120, com potência máxima de 34,2 kW, sistema Axial Flow com duplo rotor e plataforma de corte de 12,2 m dotada de sistema de esteira transportadora (draper). Os tratamentos consistiram em três velocidades da máquina (4 km h-¹, 6 km h-¹ e 7 km h-¹), associadas aos cilindros em níveis de rotação de 500 rpm e 800 rpm no sistema de trilha. Por meio dos parâmetros da análise de variância para a cultivar BRS 9383, verificou-se significância para os efeitos individuais de velocidade e rotação, contudo, para interação (velocidade x rotação), não houve diferença a 5% de probabilidade. Para a cultivar 9383 da Embrapa, recomenda-se a colheita de soja na velocidade de 4 km h-1 e 800 rpm de rotação no cilindro do sistema de trilha.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/194-avaliacao-de-perdas-na-colheita-mecanizada-de-soja-em-funcao-da-velocidade-e-rotacao-do-cilindro-no-cerrado-maranhense?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SOUZA, J. B. C., PASSOS, M. L. V., SILVA, E. A., SOUZA, J. N. C., SOUSA, W. S., ALMEIDA, E. I. B. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> (Glycine max. (L.) Merril). Colhedora. Velocidade</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A lavoura de soja (Glycine max. (L.) Merril) evidencia acentuada participação na economia brasileira. Assim sendo, o presente estudo foi conduzido com o objetivo de quantificar as perdas na plataforma de corte e alimentação e no sistema de trilha na colheita mecanizada de soja. O experimento foi realizado em área comercial de soja de uma fazenda situada em Brejo (MA), durante a safra 2017/2018. A colhedora avaliada foi uma Case IH 8120, com potência máxima de 34,2 kW, sistema Axial Flow com duplo rotor e plataforma de corte de 12,2 m dotada de sistema de esteira transportadora (draper). Os tratamentos consistiram em três velocidades da máquina (4 km h-¹, 6 km h-¹ e 7 km h-¹), associadas aos cilindros em níveis de rotação de 500 rpm e 800 rpm no sistema de trilha. Por meio dos parâmetros da análise de variância para a cultivar BRS 9383, verificou-se significância para os efeitos individuais de velocidade e rotação, contudo, para interação (velocidade x rotação), não houve diferença a 5% de probabilidade. Para a cultivar 9383 da Embrapa, recomenda-se a colheita de soja na velocidade de 4 km h-1 e 800 rpm de rotação no cilindro do sistema de trilha.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 14:59:28 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>MODOS DE DISTRIBUIÇÃO DO FERTILIZANTE DE SEMEADURA E MECANISMOS SULCADORES NA ROTAÇÃO E SUCESSÃO DE CULTURA DO FEIJOEIRO</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/193-modos-de-distribuicao-do-fertilizante-de-semeadura-e-mecanismos-sulcadores-na-rotacao-e-sucessao-de-cultura-do-feijoeiro?format=html</link>
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           <media:title type="plain">MODOS DE DISTRIBUIÇÃO DO FERTILIZANTE DE SEMEADURA E MECANISMOS SULCADORES NA ROTAÇÃO E SUCESSÃO DE CULTURA DO FEIJOEIRO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">YANO, E. H., TRINDADE, V. D. R., ROSABONI, V. M., SHINKAI, A. L. F., SILVA, A. L. M., CASAGRANDE, R. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> distribuição a lanço; antecipação da adubação e haste sulcadora</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">O objetivo foi avaliar efeito dos restos culturais, os modos e épocas de distribuição do fertilizante de semeadura pelos mecanismos sulcadores sobre as características produtivas do feijoeiro. O experimento foi instalado na FEPE, da FE de Ilha Solteira-UNESP, em Selvíria-MS, utilizando um delineamento estatístico foi de blocos ao acaso do tipo fatorial 2x4x2, composto por dois resíduos culturais de soja e milho, quatro formas de distribuição do fertilizante de semeadura, sendo um incorporado por dois tipos de mecanismos sulcadores (haste e disco duplo desencontrado e defasado) e a lanço aos três dias antes e no dia da semeadura, ambos com 4 repetições. As culturas e formas de deposição do adubo de semeadura e mecanismos sulcadores diferenciaram estatisticamente de modos distintos entre os componentes de produção (população, altura de planta, emissão de vagens/planta, massa de 1000 grãos e biomassa de planta e produtividade de grãos). Concluiu-se que os restos culturais da cultura anterior em sucessão podem interferir na redução da produtividade de grãos do feijoeiro pela falta de rotação de culturas. A pratica de distribuição à lanço independentemente da época de distribuição pode racionalizar e otimizar o tempo e eficiência operacional de semeadura com uso de haste.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/193-modos-de-distribuicao-do-fertilizante-de-semeadura-e-mecanismos-sulcadores-na-rotacao-e-sucessao-de-cultura-do-feijoeiro?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">YANO, E. H., TRINDADE, V. D. R., ROSABONI, V. M., SHINKAI, A. L. F., SILVA, A. L. M., CASAGRANDE, R. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> distribuição a lanço; antecipação da adubação e haste sulcadora</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">O objetivo foi avaliar efeito dos restos culturais, os modos e épocas de distribuição do fertilizante de semeadura pelos mecanismos sulcadores sobre as características produtivas do feijoeiro. O experimento foi instalado na FEPE, da FE de Ilha Solteira-UNESP, em Selvíria-MS, utilizando um delineamento estatístico foi de blocos ao acaso do tipo fatorial 2x4x2, composto por dois resíduos culturais de soja e milho, quatro formas de distribuição do fertilizante de semeadura, sendo um incorporado por dois tipos de mecanismos sulcadores (haste e disco duplo desencontrado e defasado) e a lanço aos três dias antes e no dia da semeadura, ambos com 4 repetições. As culturas e formas de deposição do adubo de semeadura e mecanismos sulcadores diferenciaram estatisticamente de modos distintos entre os componentes de produção (população, altura de planta, emissão de vagens/planta, massa de 1000 grãos e biomassa de planta e produtividade de grãos). Concluiu-se que os restos culturais da cultura anterior em sucessão podem interferir na redução da produtividade de grãos do feijoeiro pela falta de rotação de culturas. A pratica de distribuição à lanço independentemente da época de distribuição pode racionalizar e otimizar o tempo e eficiência operacional de semeadura com uso de haste.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 14:54:46 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>O DÉFICT HÍDRICO PODE COMPROMETER A PRODUÇÃO DE SOJA EM SISTEMA DE INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA POR DIFERENTES MANEJOS DO SOLO?</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/192-o-defict-hidrico-pode-comprometer-a-producao-de-soja-em-sistema-de-integracao-lavoura-pecuaria-por-diferentes-manejos-do-solo?format=html</link>
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           <media:title type="plain">O DÉFICT HÍDRICO PODE COMPROMETER A PRODUÇÃO DE SOJA EM SISTEMA DE INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA POR DIFERENTES MANEJOS DO SOLO?</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">YANO, E. H., ROSABONI, V. M., MAIOLI, B. M., MANTOVANI, F. E., LIMA, T. S., MARTINS, J. V. S. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Cultivo simultâneo, sistemas alternados e plantio direto contínuo</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Objetivou avaliar as consequências do déficit hídrico (enchimento do grão) na cultura de soja, em sistema de cultivo solteiro e consorciado do milho com <i>Panicum maximum </i>cv. Miyagi semeado pela “Terceira Caixa” sobre em sistemas de manejo do continuo e alternado. O experimento foi instalado na FEPE, da FE de Ilha Solteira-UNESP, em Selvíria-MS, utilizando um delineamento estatístico foi de blocos ao acaso com seis manejos do solo (8,0 anos) de cultivo mínimo (CM), preparo reduzido foi substituído pela escarificação à 0,20m, sistema plantio direto (SPD) com haste e disco, sendo ambos contínuos e CM alternado com SPD e vice-versa, nas safras (verão e inverno), e dois sistemas integrados de produção (com e sem) e 4 repetições. A ocorrência do déficit hídrico fez com que os manejos do solo e a consorciação do milho com Miyage diferenciassem estatisticamente entre si com o estabelecimento inicial e final de plantas, produção de biomassa seca de planta, produtividade de grãos da soja, e massa residual. A escarificação à 0,20m em cultivo consorciada do milho com Miyagi, proporcionaram aumento de produtividade de grãos e biomassa seca de plantas com a redução da densidade populacional e maior acumulo da massa residual na superfície do solo.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/192-o-defict-hidrico-pode-comprometer-a-producao-de-soja-em-sistema-de-integracao-lavoura-pecuaria-por-diferentes-manejos-do-solo?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">YANO, E. H., ROSABONI, V. M., MAIOLI, B. M., MANTOVANI, F. E., LIMA, T. S., MARTINS, J. V. S. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Cultivo simultâneo, sistemas alternados e plantio direto contínuo</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Objetivou avaliar as consequências do déficit hídrico (enchimento do grão) na cultura de soja, em sistema de cultivo solteiro e consorciado do milho com <i>Panicum maximum </i>cv. Miyagi semeado pela “Terceira Caixa” sobre em sistemas de manejo do continuo e alternado. O experimento foi instalado na FEPE, da FE de Ilha Solteira-UNESP, em Selvíria-MS, utilizando um delineamento estatístico foi de blocos ao acaso com seis manejos do solo (8,0 anos) de cultivo mínimo (CM), preparo reduzido foi substituído pela escarificação à 0,20m, sistema plantio direto (SPD) com haste e disco, sendo ambos contínuos e CM alternado com SPD e vice-versa, nas safras (verão e inverno), e dois sistemas integrados de produção (com e sem) e 4 repetições. A ocorrência do déficit hídrico fez com que os manejos do solo e a consorciação do milho com Miyage diferenciassem estatisticamente entre si com o estabelecimento inicial e final de plantas, produção de biomassa seca de planta, produtividade de grãos da soja, e massa residual. A escarificação à 0,20m em cultivo consorciada do milho com Miyagi, proporcionaram aumento de produtividade de grãos e biomassa seca de plantas com a redução da densidade populacional e maior acumulo da massa residual na superfície do solo.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 14:51:52 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>MODALIDADES DE DISTRIBUIÇÃO DO FERTILIZANTE DE SEMEADURA DO MILHO EM SISTEMAS INTEGRADOS</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/191-modalidades-de-distribuicao-do-fertilizante-de-semeadura-do-milho-em-sistemas-integrados?format=html</link>
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           <media:title type="plain">MODALIDADES DE DISTRIBUIÇÃO DO FERTILIZANTE DE SEMEADURA DO MILHO EM SISTEMAS INTEGRADOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">YANO, E. H., ROSABONI, V. M., TRINDADE, V. D. R., MAIOLI, B. M., MAGALHAES, A. R., LIMA, T. C. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Adubador de cobertura, incorporação do fertilizante e mecanismo sulcador</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">O objetivo foi avaliar as características produtivas do milho quanto ao modo e época de distribuição do fertilizante por diferentes modos e mecanismos sulcadores. O experimento foi conduzido FEPE, da Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, Selvíria- MS, em Latossolo Vermelho distroférrico de textura argilosa. O delineamento estatístico foi de blocos ao acaso do tipo fatorial 5x4, constituídos por 5 modos de distribuição do fertilizante da semeadura do milho (à lanço e incorporado no sulco por dois mecanismos sulcadores da (haste e disco), em duas épocas sendo uma com três dias e antecedência da semeadura (DAS) e outra no dia da semeadura e incorporado pelo adubador de cobertura ao lado do sulco com uma semana após semeadura do milho) e 4 condições do efeito residual das combinações dos mecanismos sulcadores sobre a mesma linha de semeadura, e 4 repetições. A altura de inserção de 1° vagem e planta e produtividade de grãos diferenciaram estatisticamente entre os modos de distribuição do fertilizante, em que adubação incorporada pelo adubador em uma semana após à semeadura, proporcionou maior produtividade de grãos, demonstrando ser promissor na otimização e racionalização da frota de equipamentos agrícolas e mão-de-obra durante as paradas de reabastecimento do adubo.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">YANO, E. H., ROSABONI, V. M., TRINDADE, V. D. R., MAIOLI, B. M., MAGALHAES, A. R., LIMA, T. C. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Adubador de cobertura, incorporação do fertilizante e mecanismo sulcador</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">O objetivo foi avaliar as características produtivas do milho quanto ao modo e época de distribuição do fertilizante por diferentes modos e mecanismos sulcadores. O experimento foi conduzido FEPE, da Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, Selvíria- MS, em Latossolo Vermelho distroférrico de textura argilosa. O delineamento estatístico foi de blocos ao acaso do tipo fatorial 5x4, constituídos por 5 modos de distribuição do fertilizante da semeadura do milho (à lanço e incorporado no sulco por dois mecanismos sulcadores da (haste e disco), em duas épocas sendo uma com três dias e antecedência da semeadura (DAS) e outra no dia da semeadura e incorporado pelo adubador de cobertura ao lado do sulco com uma semana após semeadura do milho) e 4 condições do efeito residual das combinações dos mecanismos sulcadores sobre a mesma linha de semeadura, e 4 repetições. A altura de inserção de 1° vagem e planta e produtividade de grãos diferenciaram estatisticamente entre os modos de distribuição do fertilizante, em que adubação incorporada pelo adubador em uma semana após à semeadura, proporcionou maior produtividade de grãos, demonstrando ser promissor na otimização e racionalização da frota de equipamentos agrícolas e mão-de-obra durante as paradas de reabastecimento do adubo.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 14:48:48 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PROFUNDIDADE DE DISPOSIÇÃO DE SEMENTES DE MILHO EM FUNÇÃO DA VELOCIDADE DE SEMEADURA NAS CONDIÇOES DO CERRADO MARANHENSE</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/190-profundidade-de-disposicao-de-sementes-de-milho-em-funcao-da-velocidade-de-semeadura-nas-condicoes-do-cerrado-maranhense?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PROFUNDIDADE DE DISPOSIÇÃO DE SEMENTES DE MILHO EM FUNÇÃO DA VELOCIDADE DE SEMEADURA NAS CONDIÇOES DO CERRADO MARANHENSE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SILVA, E. A., SOUZA, J. B. C., SILVA, C. A. A. C., GOMES, J. V. O., ALMEIDA, E. I. B., SOUSA, W. S. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Eficiência, semeadora-adubadora, deslocamento</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">No processo da semeadura mecanizada a influência da velocidade de deslocamento do conjunto trator-semeadora-adubadora tem impacto significativo no estande final das plantas. Considerando a magnitude da velocidade no processo de semeadura, o trabalho objetivou-se avaliar a influência da velocidade do conjunto trator-semeadora-adubadora na profundidade da semeadura do milho. O experimento foi conduzido em duas velocidades (V= 4 km/h; 6 km/h), sob delineamento de blocos casualizados . Os dados submetidos à análise de variância (ANOVA) aplicou-se o teste de studant a 5% de probabilidade, ressaltando-se que não houve diferença estatística da variável analisada. Quanto às médias, foi possível observar que, no geral, os valores foram próximos do recomendado para a cultura, em torno de 5,0 cm.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/190-profundidade-de-disposicao-de-sementes-de-milho-em-funcao-da-velocidade-de-semeadura-nas-condicoes-do-cerrado-maranhense?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SILVA, E. A., SOUZA, J. B. C., SILVA, C. A. A. C., GOMES, J. V. O., ALMEIDA, E. I. B., SOUSA, W. S. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Eficiência, semeadora-adubadora, deslocamento</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">No processo da semeadura mecanizada a influência da velocidade de deslocamento do conjunto trator-semeadora-adubadora tem impacto significativo no estande final das plantas. Considerando a magnitude da velocidade no processo de semeadura, o trabalho objetivou-se avaliar a influência da velocidade do conjunto trator-semeadora-adubadora na profundidade da semeadura do milho. O experimento foi conduzido em duas velocidades (V= 4 km/h; 6 km/h), sob delineamento de blocos casualizados . Os dados submetidos à análise de variância (ANOVA) aplicou-se o teste de studant a 5% de probabilidade, ressaltando-se que não houve diferença estatística da variável analisada. Quanto às médias, foi possível observar que, no geral, os valores foram próximos do recomendado para a cultura, em torno de 5,0 cm.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 14:45:21 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DESEMPENHO DE TRATOR 4X2 TDA EM FUNÇÃO DOS MODELOS DE PNEUS DIANTEIROS</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/189-desempenho-de-trator-4x2-tda-em-funcao-dos-modelos-de-pneus-dianteiros?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DESEMPENHO DE TRATOR 4X2 TDA EM FUNÇÃO DOS MODELOS DE PNEUS DIANTEIROS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">KMIECIK, L. L., SILVA, T. X., MACHIOSKI, M. C., PARIZE, G. L., STRAPASSON NETO, L., JASPER, S. P.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Capacidade de Tração; Instrumentação; Consumo de combustível</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Com a crescente utilização da mecanização na agricultura, cada vez mais busca-se melhorias na eficiência das operações. Com esse objetivo, avaliou-se a velocidade operacional, potência e rendimento na barra de tração e consumo horário de combustível de trator agrícola 4x2 TDA de 161 kW com dois modelos de pneus dianteiros, sob três distintas forças na barra de tração e velocidade de 2,47 m.s-1. Este estudo ocorreu na Fazenda Experimental Canguiri em Pinhais (PR) e foi conduzido em faixas, em arranjo fatorial duplo, sendo 2 diferentes pneus na dianteira (Firestone 420/90R30 e Trelleborg 600/65R28) e 3 cargas na barra de tração (20, 45 e 60kN), em pista de concreto (OECD, 2012) com frenagens controladas na barra de tração, sendo 4 repetições totalizando 24 unidades experimentais. A análise de variância e o teste de médias comprovaram que o pneu de maior banda de rodagem na dianteira proporcionou maior velocidade, potência e rendimento na barra de tração na maior carga, e em contrapartida apresentou maior consumo horário de combustível O outro pneu, teve melhor desempenho na carga de 45 kN, com maior velocidade e menor consumo horário.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-10/189-desempenho-de-trator-4x2-tda-em-funcao-dos-modelos-de-pneus-dianteiros?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">KMIECIK, L. L., SILVA, T. X., MACHIOSKI, M. C., PARIZE, G. L., STRAPASSON NETO, L., JASPER, S. P.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Capacidade de Tração; Instrumentação; Consumo de combustível</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Com a crescente utilização da mecanização na agricultura, cada vez mais busca-se melhorias na eficiência das operações. Com esse objetivo, avaliou-se a velocidade operacional, potência e rendimento na barra de tração e consumo horário de combustível de trator agrícola 4x2 TDA de 161 kW com dois modelos de pneus dianteiros, sob três distintas forças na barra de tração e velocidade de 2,47 m.s-1. Este estudo ocorreu na Fazenda Experimental Canguiri em Pinhais (PR) e foi conduzido em faixas, em arranjo fatorial duplo, sendo 2 diferentes pneus na dianteira (Firestone 420/90R30 e Trelleborg 600/65R28) e 3 cargas na barra de tração (20, 45 e 60kN), em pista de concreto (OECD, 2012) com frenagens controladas na barra de tração, sendo 4 repetições totalizando 24 unidades experimentais. A análise de variância e o teste de médias comprovaram que o pneu de maior banda de rodagem na dianteira proporcionou maior velocidade, potência e rendimento na barra de tração na maior carga, e em contrapartida apresentou maior consumo horário de combustível O outro pneu, teve melhor desempenho na carga de 45 kN, com maior velocidade e menor consumo horário.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 14:41:48 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>USO DA UMIDADE VOLUMÉTRICA PARA AVALIAÇÃO DO VOLUME DA AMOSTRA INDEFORMADA E O TEMPO DE SECAGEM EM ESTUFA</title>
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           <media:title type="plain">USO DA UMIDADE VOLUMÉTRICA PARA AVALIAÇÃO DO VOLUME DA AMOSTRA INDEFORMADA E O TEMPO DE SECAGEM EM ESTUFA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">KMIECIK, L. L., OIOLE, Y. A., SILVA, T. X., PARIZE, G. L., SANTOS, R. F., JASPER, S. P.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Análise Física de Solo, Estufa, Anel Volumétrico</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Amostras indeformadas tem grande utilização nas análises dos atributos físicos do solo, e sua coleta requer o uso de anéis metálicos de bordas cortantes e volume interno conhecido. Com esse objetivo, buscou-se avaliar se o volume do anel utilizado na coleta interfere na umidade volumétrica e no tempo de secagem em estufa para obtenção de massa constante. O experimento foi conduzido em blocos ao acaso, com tratamentos em arranjo fatorial 2 × 3, sendo dois volumes de anéis volumétricos (62 e 175 cm³) e três tempos de secagem em estufa (48, 72 e 96 horas) com quatorze repetições em Latossolo Vermelho-Amarelo Distrófico típico. O tamanho do anel volumétrico varia significativamente o parâmetro umidade volumétrica, sendo que esta variável teve maior resultado no anel de maior volume. O tempo de secagem em estufa, é independente do tamanho do anel, e não obteve variação significativa, portanto o menor tempo avaliado (48 horas) é suficiente para se obter a massa constante da amostra.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">KMIECIK, L. L., OIOLE, Y. A., SILVA, T. X., PARIZE, G. L., SANTOS, R. F., JASPER, S. P.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Análise Física de Solo, Estufa, Anel Volumétrico</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Amostras indeformadas tem grande utilização nas análises dos atributos físicos do solo, e sua coleta requer o uso de anéis metálicos de bordas cortantes e volume interno conhecido. Com esse objetivo, buscou-se avaliar se o volume do anel utilizado na coleta interfere na umidade volumétrica e no tempo de secagem em estufa para obtenção de massa constante. O experimento foi conduzido em blocos ao acaso, com tratamentos em arranjo fatorial 2 × 3, sendo dois volumes de anéis volumétricos (62 e 175 cm³) e três tempos de secagem em estufa (48, 72 e 96 horas) com quatorze repetições em Latossolo Vermelho-Amarelo Distrófico típico. O tamanho do anel volumétrico varia significativamente o parâmetro umidade volumétrica, sendo que esta variável teve maior resultado no anel de maior volume. O tempo de secagem em estufa, é independente do tamanho do anel, e não obteve variação significativa, portanto o menor tempo avaliado (48 horas) é suficiente para se obter a massa constante da amostra.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 14:37:03 -0300</pubDate>
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