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       <title>Saneamento e Controle Ambiental (SCA) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
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              <item>
           <title>DESEMPENHO DE REATORES UASB NO TRATAMENTO DE EFLUENTE SANITÁRIO</title>
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           <media:title type="plain">DESEMPENHO DE REATORES UASB NO TRATAMENTO DE EFLUENTE SANITÁRIO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> MELO, A. F. S. R., BARBOSA, M. H., NAHIME, T. C., FREIRE, I. L., COSTA, J. F., FIA, F. R. L., MATOS, M. P. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Tratamento secundário, carga orgânica volumétrica, alcalinidade</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Considerando as vantagens do uso de sistemas anaeróbios no tratamento de efluentes, como o baixo consumo de energia e baixos custos de implantação e operação, o objetivo do presente trabalho foi avaliar o desempenho de dois reatores anaeróbios de fluxo ascendente e manta de lodo (UASB) no tratamento de efluente sanitário, por meio do monitoramento das variáveis pH, alcalinidade, ácidos voláteis e DQO. O sistema de tratamento contou com um reservatório de 300 L e dois reatores UASBs. O monitoramento do sistema teve duração de 189 dias, sendo a vazão monitorada frequentemente e as amostragens da entrada e saídas dos reatores, realizadas duas vezes na semana. Os dois reatores apresentaram desempenho satisfatório durante toda a operação. As médias de eficiências de remoção foram maiores quando as cargas orgânicas aplicadas também foram maiores.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> MELO, A. F. S. R., BARBOSA, M. H., NAHIME, T. C., FREIRE, I. L., COSTA, J. F., FIA, F. R. L., MATOS, M. P. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Tratamento secundário, carga orgânica volumétrica, alcalinidade</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Considerando as vantagens do uso de sistemas anaeróbios no tratamento de efluentes, como o baixo consumo de energia e baixos custos de implantação e operação, o objetivo do presente trabalho foi avaliar o desempenho de dois reatores anaeróbios de fluxo ascendente e manta de lodo (UASB) no tratamento de efluente sanitário, por meio do monitoramento das variáveis pH, alcalinidade, ácidos voláteis e DQO. O sistema de tratamento contou com um reservatório de 300 L e dois reatores UASBs. O monitoramento do sistema teve duração de 189 dias, sendo a vazão monitorada frequentemente e as amostragens da entrada e saídas dos reatores, realizadas duas vezes na semana. Os dois reatores apresentaram desempenho satisfatório durante toda a operação. As médias de eficiências de remoção foram maiores quando as cargas orgânicas aplicadas também foram maiores.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Tue, 29 Oct 2019 17:16:58 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AVALIAÇÃO DE SISTEMAS ALAGADOS CONSTRUÍDOS COM DIFERENTES CONFIGURAÇÕES</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/434-avaliacao-de-sistemas-alagados-construidos-com-diferentes-configuracoes?format=html</link>
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           <media:title type="plain">AVALIAÇÃO DE SISTEMAS ALAGADOS CONSTRUÍDOS COM DIFERENTES CONFIGURAÇÕES</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> MELO, A. F. S. R., FONSECA, L. C., SOUZA, G. R., LUZ, I. C. A., FIA, F. R. L., MATOS, M. P. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Tratamento terciário, chicanas, efluente sanitário.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A deficiência na coleta e tratamento de esgoto é um desafio enfrentado por comunidades afastadas de grandes centros. Para garantir o tratamento de efluente de pequenas comunidades propõe-se o uso de tecnologias de tratamento decentralizadas, sendo uma opção o uso de Sistemas Alagados Construídos. Dessa forma, o objetivo do presente trabalho foi avaliar a eficiência de tratamento de efluente sanitário em três Sistemas Alagados Construídos de Escoamento Horizontal Subsuperficial (SAC-EHSS) com configurações distintas e cultivados com <i>Pennisetum setaceum </i>(Capim-do-Texas). O efluente a ser tratado é proveniente de uma universidade. Os SACs-EHSS foram construídos em fibra de vidro e se diferenciam pela presença ou não de divisórias no interior. O monitoramento do sistema teve duração de três meses com a avaliação das concentrações afluente e efluente de matéria orgânica e nutrientes. Os sistemas alagados construídos apresentaram boa eficiência no tratamento do efluente, porém não foi verificado diferença significativa entre as três configurações utilizadas.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> MELO, A. F. S. R., FONSECA, L. C., SOUZA, G. R., LUZ, I. C. A., FIA, F. R. L., MATOS, M. P. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Tratamento terciário, chicanas, efluente sanitário.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A deficiência na coleta e tratamento de esgoto é um desafio enfrentado por comunidades afastadas de grandes centros. Para garantir o tratamento de efluente de pequenas comunidades propõe-se o uso de tecnologias de tratamento decentralizadas, sendo uma opção o uso de Sistemas Alagados Construídos. Dessa forma, o objetivo do presente trabalho foi avaliar a eficiência de tratamento de efluente sanitário em três Sistemas Alagados Construídos de Escoamento Horizontal Subsuperficial (SAC-EHSS) com configurações distintas e cultivados com <i>Pennisetum setaceum </i>(Capim-do-Texas). O efluente a ser tratado é proveniente de uma universidade. Os SACs-EHSS foram construídos em fibra de vidro e se diferenciam pela presença ou não de divisórias no interior. O monitoramento do sistema teve duração de três meses com a avaliação das concentrações afluente e efluente de matéria orgânica e nutrientes. Os sistemas alagados construídos apresentaram boa eficiência no tratamento do efluente, porém não foi verificado diferença significativa entre as três configurações utilizadas.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Tue, 29 Oct 2019 17:12:42 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>COMPOSIÇÃO DA PAISAGEM DE ZONAS RIPÁRIAS EM BACIA HIDROGRÁFICA ANTROPIZADA</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/358-composicao-da-paisagem-de-zonas-riparias-em-bacia-hidrografica-antropizada?format=html</link>
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           <media:title type="plain">COMPOSIÇÃO DA PAISAGEM DE ZONAS RIPÁRIAS EM BACIA HIDROGRÁFICA ANTROPIZADA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> MENDONÇA, G. C., OLIVEIRA, L. C. M., COSTA, L. M., GOUVEIA, R. G. L., PARRAS, R., PISSARRA, T. C. T. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Mata ciliar, política de uso do solo, serviços ecossistêmicos</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A vegetação das zonas ripárias exerce importante papel na preservação e conservação da água nas bacias hidrográficas. Distribuídas ao longo da rede de drenagem, a zona ripária e sua vegetação atuam na melhoria da qualidade da água, controle de enchentes, estabilidade dos cursos d’ água, proteção dos ecossistemas e amortece os impactos da antropização. Partindo de sua importância e da diversidade vegetal encontrada nestas áreas, este trabalho tem como objetivo a caracterização da paisagem de zonas ripárias em uma bacia hidrográfica antropizada, considerando a vegetação ripária e a ocorrência de outros usos nesta área. E deste modo, detectar as condições ambientais na bacia e favorecer a conservação e proteção das zonas ripárias, do ecossitema e dos recursos hídricos.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> MENDONÇA, G. C., OLIVEIRA, L. C. M., COSTA, L. M., GOUVEIA, R. G. L., PARRAS, R., PISSARRA, T. C. T. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Mata ciliar, política de uso do solo, serviços ecossistêmicos</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A vegetação das zonas ripárias exerce importante papel na preservação e conservação da água nas bacias hidrográficas. Distribuídas ao longo da rede de drenagem, a zona ripária e sua vegetação atuam na melhoria da qualidade da água, controle de enchentes, estabilidade dos cursos d’ água, proteção dos ecossistemas e amortece os impactos da antropização. Partindo de sua importância e da diversidade vegetal encontrada nestas áreas, este trabalho tem como objetivo a caracterização da paisagem de zonas ripárias em uma bacia hidrográfica antropizada, considerando a vegetação ripária e a ocorrência de outros usos nesta área. E deste modo, detectar as condições ambientais na bacia e favorecer a conservação e proteção das zonas ripárias, do ecossitema e dos recursos hídricos.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 16:53:49 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE UMA CAIXA DE GORDURA CONVENCIONAL NO TRATAMENTO DE ÁGUA RESIDUÁRIA DE ABATEDOURO</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/337-avaliacao-do-desempenho-de-uma-caixa-de-gordura-convencional-no-tratamento-de-agua-residuaria-de-abatedouro?format=html</link>
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           <media:title type="plain">AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE UMA CAIXA DE GORDURA CONVENCIONAL NO TRATAMENTO DE ÁGUA RESIDUÁRIA DE ABATEDOURO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> BARBOSA, M. H., OLIVEIRA, H. P. S., MELO, A. F. S. R., FARIA, J. S., FIA, F. R. L., MATOS, M. P. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Efluentes agroindustriais, tratamento preliminar, remoção</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">O objetivo do presente trabalho foi avaliar o desempenho de uma caixa de gordura convencional, por meio da remoção de óleos e graxas em um período de 70 horas. A caixa de gordura foi construída em fibra de vidro com volume de aproximadamente 40 litros. O monitoramento e as análise, de pH, temperatura e óleos e graxas, foram realizadas no Laboratório de Águas Residuárias, do Núcleo de Engenharia Ambiental e Sanitária da UFLA. Os valores de pH apresentaram valores levemente ácidos. A temperatura apresentou interferência dos resultados finais e a eficiência média de remoção de O&amp;G foi de 27,5%.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/337-avaliacao-do-desempenho-de-uma-caixa-de-gordura-convencional-no-tratamento-de-agua-residuaria-de-abatedouro?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> BARBOSA, M. H., OLIVEIRA, H. P. S., MELO, A. F. S. R., FARIA, J. S., FIA, F. R. L., MATOS, M. P. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Efluentes agroindustriais, tratamento preliminar, remoção</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">O objetivo do presente trabalho foi avaliar o desempenho de uma caixa de gordura convencional, por meio da remoção de óleos e graxas em um período de 70 horas. A caixa de gordura foi construída em fibra de vidro com volume de aproximadamente 40 litros. O monitoramento e as análise, de pH, temperatura e óleos e graxas, foram realizadas no Laboratório de Águas Residuárias, do Núcleo de Engenharia Ambiental e Sanitária da UFLA. Os valores de pH apresentaram valores levemente ácidos. A temperatura apresentou interferência dos resultados finais e a eficiência média de remoção de O&amp;G foi de 27,5%.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 15:26:56 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AVALIAÇÃO DOS INDICADORES DA QUALIDADE DA ÁGUA DOS SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO DO SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO - SAAE DO MUNICÍPIO DE PAINS/MG</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/245-avaliacao-dos-indicadores-da-qualidade-da-agua-dos-sistemas-de-distribuicao-do-servico-autonomo-de-agua-e-esgoto-saae-do-municipio-de-pains-mg?format=html</link>
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           <media:title type="plain">AVALIAÇÃO DOS INDICADORES DA QUALIDADE DA ÁGUA DOS SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO DO SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO - SAAE DO MUNICÍPIO DE PAINS/MG</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">FRADE, P. R., SILVA, C. C., FIA, R.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Recurso Hídrico, Potabilidade, Tratamento</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Para que a água seja adequada ao consumo humano é necessário seguir diversos parâmetros de qualidade que possam garantir sua potabilidade visando o bem-estar de quem irá consumi-la, sendo necessário ser monitorada rigorosamente de acordo com os parâmetros exigidos. Este trabalho consiste em verificar a qualidade da água em diferentes sistemas de abastecimento do SAAE do município de Pains – MG, a fim de averiguar a eficiência do tratamento e a potabilidade para o consumo da população. Foram definidos 7 sistemas de abastecimento distintos para as coletas, 2 na zona urbana e 5 na zona rural. Os parâmetros físico-químicos analisados foram: cloro residual, pH, turbidez e cor, já os parâmetros microbiológicos foram: coliformes totais, <i>Escherichia coli </i>e bactérias heterotróficas. Os parâmetros físico-químicos das amostras de água bruta e tratada apresentaram conformidade com os padrões de potabilidade estabelecidos pela legislação; enquanto os parâmetros microbiológicos, as amostras de água bruta em 6 sistemas houve a presença de coliformes, mas nas amostras de água tratada as mesmas se apresentaram com resultados satisfatórios evidenciando a eficiência do tratamento realizado.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/245-avaliacao-dos-indicadores-da-qualidade-da-agua-dos-sistemas-de-distribuicao-do-servico-autonomo-de-agua-e-esgoto-saae-do-municipio-de-pains-mg?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">FRADE, P. R., SILVA, C. C., FIA, R.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Recurso Hídrico, Potabilidade, Tratamento</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Para que a água seja adequada ao consumo humano é necessário seguir diversos parâmetros de qualidade que possam garantir sua potabilidade visando o bem-estar de quem irá consumi-la, sendo necessário ser monitorada rigorosamente de acordo com os parâmetros exigidos. Este trabalho consiste em verificar a qualidade da água em diferentes sistemas de abastecimento do SAAE do município de Pains – MG, a fim de averiguar a eficiência do tratamento e a potabilidade para o consumo da população. Foram definidos 7 sistemas de abastecimento distintos para as coletas, 2 na zona urbana e 5 na zona rural. Os parâmetros físico-químicos analisados foram: cloro residual, pH, turbidez e cor, já os parâmetros microbiológicos foram: coliformes totais, <i>Escherichia coli </i>e bactérias heterotróficas. Os parâmetros físico-químicos das amostras de água bruta e tratada apresentaram conformidade com os padrões de potabilidade estabelecidos pela legislação; enquanto os parâmetros microbiológicos, as amostras de água bruta em 6 sistemas houve a presença de coliformes, mas nas amostras de água tratada as mesmas se apresentaram com resultados satisfatórios evidenciando a eficiência do tratamento realizado.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 08:23:37 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DIAGNÓSTICO AGROAMBIENTAL DE UMA PEQUENA UNIDADE DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA DA REGIÃO OESTE DO PARANÁ</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/244-diagnostico-agroambiental-de-uma-pequena-unidade-de-producao-agricola-da-regiao-oeste-do-parana?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DIAGNÓSTICO AGROAMBIENTAL DE UMA PEQUENA UNIDADE DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA DA REGIÃO OESTE DO PARANÁ</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SCHUTZ, F. C. A., SCHNEIDER, E., M LANGER, A. P., ARAÚJO, M. J., BRITO, R. S. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Unidade de Produção Familiar, Agricultura Familiar, Indicadores Descritivos</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">O presente artigo tem como objetivo estudar uma unidade de produção agrícola familiar localizada no município de Missal no estado do Paraná. A propriedade é composta unicamente de agricultura familiar, tendo como principais atividades produtivas o cultivo de milho para produção de grãos e silagem para alimentar o gado, criação de gado de corte e sua principal atividade a fumicultura. Levantou-se através da aplicação de questionário indicadores quantitativos da propriedade, que permitiram a realização de análises e conclusões em torno de algumas características, tais como: terra, trabalho e capital. Especificamente a respeito deste último, o capital, estudou-se e apresentou-se a viabilidade de venda da propriedade, prevendo a aproximação da aposentadoria dos proprietários.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/244-diagnostico-agroambiental-de-uma-pequena-unidade-de-producao-agricola-da-regiao-oeste-do-parana?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SCHUTZ, F. C. A., SCHNEIDER, E., M LANGER, A. P., ARAÚJO, M. J., BRITO, R. S. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Unidade de Produção Familiar, Agricultura Familiar, Indicadores Descritivos</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">O presente artigo tem como objetivo estudar uma unidade de produção agrícola familiar localizada no município de Missal no estado do Paraná. A propriedade é composta unicamente de agricultura familiar, tendo como principais atividades produtivas o cultivo de milho para produção de grãos e silagem para alimentar o gado, criação de gado de corte e sua principal atividade a fumicultura. Levantou-se através da aplicação de questionário indicadores quantitativos da propriedade, que permitiram a realização de análises e conclusões em torno de algumas características, tais como: terra, trabalho e capital. Especificamente a respeito deste último, o capital, estudou-se e apresentou-se a viabilidade de venda da propriedade, prevendo a aproximação da aposentadoria dos proprietários.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 08:21:34 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DIAGNÓSTICO RURAL AMBIENTAL DE UMA PROPRIEDADE_ Parte II</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/243-diagnostico-rural-ambiental-de-uma-propriedade-parte-ii?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DIAGNÓSTICO RURAL AMBIENTAL DE UMA PROPRIEDADE_ Parte II</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SCHUTZ, F. C. A., HORONZI, A. A. M., BUSARELLO, C. J., MENDONÇA, S. N. T. G., SCHMIDT, C. A. P. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Diagnóstico Rural Participativo, Indicadores, Propriedade Rural</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">O presente estudo teve por finalidade fazer um Diagnóstico Rural Participativo (DRP) visando avaliar a implementação de técnicas sustentáveis e autorreguláveis de uma pequena propriedade localizada no município de Medianeira-PR. Esta pesquisa foi desenvolvida por meio de mapeamento dos indicadores: planejamento rural e de insumos, verificação de atendimento de necessidades locais e regionais e tipo de cultivo. Pode-se concluir que é através de diagnósticos como este, que é possível determinar o levantamento da realidade de uma determinada área e a viabilidade da implementação de técnicas sustentáveis e autorregularão. É de extrema importância, a realização sistemática de produção, para auxiliar na rentabilidade do negócio, observou-se aumento nos custos de variáveis de produção, os atuais níveis de preços no mercado internacional somada à expectativa de safra na produção. A sustentabilidade na agricultura é desafiadora, por envolver aspectos econômico, social e ambiental da agricultura de pequeno porte. Devendo combinar a escolhas corretas no sistema de produção devido lucro ser menor.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/243-diagnostico-rural-ambiental-de-uma-propriedade-parte-ii?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SCHUTZ, F. C. A., HORONZI, A. A. M., BUSARELLO, C. J., MENDONÇA, S. N. T. G., SCHMIDT, C. A. P. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Diagnóstico Rural Participativo, Indicadores, Propriedade Rural</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">O presente estudo teve por finalidade fazer um Diagnóstico Rural Participativo (DRP) visando avaliar a implementação de técnicas sustentáveis e autorreguláveis de uma pequena propriedade localizada no município de Medianeira-PR. Esta pesquisa foi desenvolvida por meio de mapeamento dos indicadores: planejamento rural e de insumos, verificação de atendimento de necessidades locais e regionais e tipo de cultivo. Pode-se concluir que é através de diagnósticos como este, que é possível determinar o levantamento da realidade de uma determinada área e a viabilidade da implementação de técnicas sustentáveis e autorregularão. É de extrema importância, a realização sistemática de produção, para auxiliar na rentabilidade do negócio, observou-se aumento nos custos de variáveis de produção, os atuais níveis de preços no mercado internacional somada à expectativa de safra na produção. A sustentabilidade na agricultura é desafiadora, por envolver aspectos econômico, social e ambiental da agricultura de pequeno porte. Devendo combinar a escolhas corretas no sistema de produção devido lucro ser menor.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 08:19:09 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DIAGNÓSTICO RURAL PARTICIPATIVO DE UMA PROPRIEDADE: AVALIAÇÃO PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE TÉCNICAS SUSTENTÁVEIS E AUTORREGULÁVEIS</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/242-diagnostico-rural-participativo-de-uma-propriedade-avaliacao-para-a-implementacao-de-tecnicas-sustentaveis-e-autorregulaveis?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DIAGNÓSTICO RURAL PARTICIPATIVO DE UMA PROPRIEDADE: AVALIAÇÃO PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE TÉCNICAS SUSTENTÁVEIS E AUTORREGULÁVEIS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SCHUTZ, F. C. A., MARTINHAGO, D., MARCOLIN, J. F., ARAÚJO, E. C., SANDMANN, A.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Diagnóstico Rural Participativo, Indicadores, Propriedade Rural</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Este estudo foi realizado em uma propriedade rural localizada no município de Medianeira, na região Oeste do estado do Paraná, tendo por finalidade realizar um Diagnóstico Rural Participativo (DRP), no qual será verificado se esta propriedade atende as necessidades de produção e gera rentabilidade ao seu proprietário. Para isto, foi utilizado o levantamento de dados bibliográficos, documentais e de campo, por meio de visitas a propriedade in loco no ano de 2019, com aplicação de entrevista semiestruturada e questionário ao produtor rural, em uma propriedade de 11.700 hectares; utilizando dos indicadores de uso e ocupação de solo, ambientais, tipo de solo e vegetação, áreas da propriedade, clima e pluviosidade e valores de produção. Concluiu-se que, é de extrema importância a realização deste tipo de análise, uma vez que as decisões afetam a produtividade e na consequente rentabilidade. Com este estudo, pode se observar que houve um crescente aumento nos custos para produção, dificultando a implementação de técnicas sustentáveis e autorreguláveis.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/242-diagnostico-rural-participativo-de-uma-propriedade-avaliacao-para-a-implementacao-de-tecnicas-sustentaveis-e-autorregulaveis?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SCHUTZ, F. C. A., MARTINHAGO, D., MARCOLIN, J. F., ARAÚJO, E. C., SANDMANN, A.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Diagnóstico Rural Participativo, Indicadores, Propriedade Rural</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Este estudo foi realizado em uma propriedade rural localizada no município de Medianeira, na região Oeste do estado do Paraná, tendo por finalidade realizar um Diagnóstico Rural Participativo (DRP), no qual será verificado se esta propriedade atende as necessidades de produção e gera rentabilidade ao seu proprietário. Para isto, foi utilizado o levantamento de dados bibliográficos, documentais e de campo, por meio de visitas a propriedade in loco no ano de 2019, com aplicação de entrevista semiestruturada e questionário ao produtor rural, em uma propriedade de 11.700 hectares; utilizando dos indicadores de uso e ocupação de solo, ambientais, tipo de solo e vegetação, áreas da propriedade, clima e pluviosidade e valores de produção. Concluiu-se que, é de extrema importância a realização deste tipo de análise, uma vez que as decisões afetam a produtividade e na consequente rentabilidade. Com este estudo, pode se observar que houve um crescente aumento nos custos para produção, dificultando a implementação de técnicas sustentáveis e autorreguláveis.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 08:16:13 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AVALIAÇÃO DO USO DE WETLAND NO TRATAMENTO DO EFLUENTE DE PARBOILIZAÇÃO DE ARROZ</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/241-avaliacao-do-uso-de-wetland-no-tratamento-do-efluente-de-parboilizacao-de-arroz?format=html</link>
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           <media:title type="plain">AVALIAÇÃO DO USO DE WETLAND NO TRATAMENTO DO EFLUENTE DE PARBOILIZAÇÃO DE ARROZ</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">BORTOLETTO, E. C., ALMEIDA, J. V. C.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Efluente, parboilização, wetland</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">O presente trabalho teve como objetivo avaliar a eficiência do tratamento do efluente gerado na parboilização do arroz por wetland em escala de bancada utilizando Canna indica, por meio da avaliação dos parâmetros Nitrogênio Total Kjeldahl (NTK) e Sólidos totais (ST). O experimento foi realizado no Laboratório de qualidade de água do Departamento de Engenharia Agrícola (UEM/Campus do Arenito). O sistema wetland era composto por um recipiente de 20 L utilizando pedra brita, areia e plantas. Na execução dos ensaios foi adotado o tempo de detenção hidráulica (TDH) de 3 dias, sendo a vazão de efluente constante e controlada por uma bomba peristáltica. As amostras foram coletadas em intervalos de 3 dias. O sistema apresentou elevada eficiência na remoção de NTK, atingindo 79,4% aos 33 dias do inicio do processo. Em relação ao ST a remoção foi baixa, apresentando uma média de 41,1% de eficiência. Conclui-se que a implantação de um wetland na indústria de parboilização de arroz como processo complementar de tratamento seria viável, uma vez que a planta Canna indica demonstrou elevada capacidade de remoção de NTK, além de bom desenvolvimento e adaptação ao efluente utilizado.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">BORTOLETTO, E. C., ALMEIDA, J. V. C.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Efluente, parboilização, wetland</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">O presente trabalho teve como objetivo avaliar a eficiência do tratamento do efluente gerado na parboilização do arroz por wetland em escala de bancada utilizando Canna indica, por meio da avaliação dos parâmetros Nitrogênio Total Kjeldahl (NTK) e Sólidos totais (ST). O experimento foi realizado no Laboratório de qualidade de água do Departamento de Engenharia Agrícola (UEM/Campus do Arenito). O sistema wetland era composto por um recipiente de 20 L utilizando pedra brita, areia e plantas. Na execução dos ensaios foi adotado o tempo de detenção hidráulica (TDH) de 3 dias, sendo a vazão de efluente constante e controlada por uma bomba peristáltica. As amostras foram coletadas em intervalos de 3 dias. O sistema apresentou elevada eficiência na remoção de NTK, atingindo 79,4% aos 33 dias do inicio do processo. Em relação ao ST a remoção foi baixa, apresentando uma média de 41,1% de eficiência. Conclui-se que a implantação de um wetland na indústria de parboilização de arroz como processo complementar de tratamento seria viável, uma vez que a planta Canna indica demonstrou elevada capacidade de remoção de NTK, além de bom desenvolvimento e adaptação ao efluente utilizado.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 08:13:36 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TRATAMENTO ELETROQUÍMICO EM ÁGUA RESIDUÁRIA DE CULTIVO HIDROPÔNICO DE TOMATE</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/240-tratamento-eletroquimico-em-agua-residuaria-de-cultivo-hidroponico-de-tomate?format=html</link>
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           <media:title type="plain">TRATAMENTO ELETROQUÍMICO EM ÁGUA RESIDUÁRIA DE CULTIVO HIDROPÔNICO DE TOMATE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SANTOS, A., VISCONCIN, K. C. L., SILVA, A. J., CÉSAR, T. Q. Z. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Água residuária, fertirrigação, hidroponia</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">O novo modelo de agricultura é: realizar uma produção com qualidade, em quantidade, usando de forma eficiente os recursos de maneira sustentável que está inserida a fertirrigação. A qualidade da água é um aspecto fundamental para o sucesso da utilização de sistemas irrigados, no entanto, a avaliação da qualidade é, muitas vezes, negligenciada. Um método alternativo de tratamento de água residuária para fertirrigação é a tecnologia de tratamento eletroquímico. Sendo assim, o objetivo do presente trabalho foi avaliar a eficiência do uso dessa técnica no tratamento de água residuária de fertirrigação do cultivo de tomate, visando a remoção de compostos orgânicos e inorgânicos em suspensão. Foi utilizado um reator simples, em escala laboratorial, montado utilizando uma célula de vidro transparente, uma fonte chaveada estabilizada (30v 5a 120w) de corrente contínua, dois eletrodos metálicos (ânodo e um cátodo). Foi utilizado voltagem de 30 voltz, distância de 7 cm entre os eletrodos e tempo de 40 minutos. A tecnologia de eletroquímica se mostrou eficiente para o tratamento de água residuária de fertirrigação do cultivo de tomate.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SANTOS, A., VISCONCIN, K. C. L., SILVA, A. J., CÉSAR, T. Q. Z. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Água residuária, fertirrigação, hidroponia</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">O novo modelo de agricultura é: realizar uma produção com qualidade, em quantidade, usando de forma eficiente os recursos de maneira sustentável que está inserida a fertirrigação. A qualidade da água é um aspecto fundamental para o sucesso da utilização de sistemas irrigados, no entanto, a avaliação da qualidade é, muitas vezes, negligenciada. Um método alternativo de tratamento de água residuária para fertirrigação é a tecnologia de tratamento eletroquímico. Sendo assim, o objetivo do presente trabalho foi avaliar a eficiência do uso dessa técnica no tratamento de água residuária de fertirrigação do cultivo de tomate, visando a remoção de compostos orgânicos e inorgânicos em suspensão. Foi utilizado um reator simples, em escala laboratorial, montado utilizando uma célula de vidro transparente, uma fonte chaveada estabilizada (30v 5a 120w) de corrente contínua, dois eletrodos metálicos (ânodo e um cátodo). Foi utilizado voltagem de 30 voltz, distância de 7 cm entre os eletrodos e tempo de 40 minutos. A tecnologia de eletroquímica se mostrou eficiente para o tratamento de água residuária de fertirrigação do cultivo de tomate.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 08:09:51 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ESTADO TRÓFICO DA ÁGUA NA SUB-BACIA MORTES, MINAS GERAIS</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/239-estado-trofico-da-agua-na-sub-bacia-mortes-minas-gerais?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ESTADO TRÓFICO DA ÁGUA NA SUB-BACIA MORTES, MINAS GERAIS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">AMÂNCIO, D. V., COELHO, G, MARQUES, R. P. V., VIOLA, M. R., MELLO, C. R.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Graus de Trofia, esgoto sanitário, atividades agropecuárias</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A água é um patrimônio de todos, sendo a principal fonte de sobrevivência de todo o ecossistema. As atividades ligadas ao homem para um bem maior (tanto na cidade quanto nas zonas rurais) vem degradando o meio ambiente. Partindo disso, o lançamento inadequado de efluentes domésticos e industriais não tratado causa, em partes, diversas interferências. Objetivou-se neste trabalho avaliar os graus de trofia, proposto pelo Índice de Estado Trófico (IET) proposto por Lamparelli (2007) na UPGRH – GD2 (Vertentes do Rio Grande). Foram amostrados três pontos no GD2 (P – IV no Rio das Mortes, P – V no Rio do Peixe e P – VI no Ribeirão dos Tabuões). O período de monitoramento se deu de abril de 2015 a fevereiro de 2016, sendo totalizadas oito coletas. Os parâmetros avaliados foram o Fósforo Total. De posse dos dados, foi calculado o Índice de Estado Trófico. Os resultados obtidos na sub-bacia Mortes teve como grau de trofia Hipereutrófico, associado principalmente com a fonte poluidora de esgoto sanitário não tratado e as atividades agropecuárias no entorno da bacia.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/239-estado-trofico-da-agua-na-sub-bacia-mortes-minas-gerais?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">AMÂNCIO, D. V., COELHO, G, MARQUES, R. P. V., VIOLA, M. R., MELLO, C. R.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Graus de Trofia, esgoto sanitário, atividades agropecuárias</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A água é um patrimônio de todos, sendo a principal fonte de sobrevivência de todo o ecossistema. As atividades ligadas ao homem para um bem maior (tanto na cidade quanto nas zonas rurais) vem degradando o meio ambiente. Partindo disso, o lançamento inadequado de efluentes domésticos e industriais não tratado causa, em partes, diversas interferências. Objetivou-se neste trabalho avaliar os graus de trofia, proposto pelo Índice de Estado Trófico (IET) proposto por Lamparelli (2007) na UPGRH – GD2 (Vertentes do Rio Grande). Foram amostrados três pontos no GD2 (P – IV no Rio das Mortes, P – V no Rio do Peixe e P – VI no Ribeirão dos Tabuões). O período de monitoramento se deu de abril de 2015 a fevereiro de 2016, sendo totalizadas oito coletas. Os parâmetros avaliados foram o Fósforo Total. De posse dos dados, foi calculado o Índice de Estado Trófico. Os resultados obtidos na sub-bacia Mortes teve como grau de trofia Hipereutrófico, associado principalmente com a fonte poluidora de esgoto sanitário não tratado e as atividades agropecuárias no entorno da bacia.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 08:06:35 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ESTADO TRÓFICO DA ÁGUA NA SUB-BACIA CAPIVARI, MINAS GERAIS</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/238-estado-trofico-da-agua-na-sub-bacia-capivari-minas-gerais?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ESTADO TRÓFICO DA ÁGUA NA SUB-BACIA CAPIVARI, MINAS GERAIS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">AMÂNCIO, D. V., COELHO, G, MARQUES, R. P. V., VIOLA, M. R., MELLO, C. R.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Fósforo, graus de trofia, lançamento de esgoto não tratado</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Os recursos hídricos superficiais constituem-se na principal fonte hídrica, para múltiplos usos na região sul de Minas Gerais. Para tanto, em demandas como o abastecimento público, torna-se essencial o monitoramento da qualidade da água nos mananciais, visando a segurança hídrica e a minimização dos recursos dispendidos com tratamento de água. Objetivou-se avaliar o Índice de Estado Trófico (IET) na UPGRH Alto Rio Grande (GD1). Foram amostrados três pontos no GD1 (PI – Rio Ingaí – Minduri, PII – Rio Capivari e PIII – Rio Ingaí – Luminárias). O período de monitoramento foi entre abril de 2015 a fevereiro de 2016, totalizadas oito coletas. As variáveis avaliadas para o índice de estado trófico foram o Fósforo Total. Calculou-se o IET a metodologia proposta por Lamparelli (2004). Os cursos d’água monitorados ainda não foram enquadrados pelo órgão ambiental, assim considera-se a classe 2 como referência de qualidade para os trechos avaliados, classe essa destinada ao abastecimento para consumo humano, após tratamento convencional, conforme a DN COPAM CERH 01/08. Com base nos resultados, observou-se que os trechos avaliados foram classificados como Hipereutrófico, sinalizando excesso de nutrientes, fator associado às poluições difusas e pontuais nas proximidades da coleta.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/238-estado-trofico-da-agua-na-sub-bacia-capivari-minas-gerais?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">AMÂNCIO, D. V., COELHO, G, MARQUES, R. P. V., VIOLA, M. R., MELLO, C. R.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Fósforo, graus de trofia, lançamento de esgoto não tratado</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Os recursos hídricos superficiais constituem-se na principal fonte hídrica, para múltiplos usos na região sul de Minas Gerais. Para tanto, em demandas como o abastecimento público, torna-se essencial o monitoramento da qualidade da água nos mananciais, visando a segurança hídrica e a minimização dos recursos dispendidos com tratamento de água. Objetivou-se avaliar o Índice de Estado Trófico (IET) na UPGRH Alto Rio Grande (GD1). Foram amostrados três pontos no GD1 (PI – Rio Ingaí – Minduri, PII – Rio Capivari e PIII – Rio Ingaí – Luminárias). O período de monitoramento foi entre abril de 2015 a fevereiro de 2016, totalizadas oito coletas. As variáveis avaliadas para o índice de estado trófico foram o Fósforo Total. Calculou-se o IET a metodologia proposta por Lamparelli (2004). Os cursos d’água monitorados ainda não foram enquadrados pelo órgão ambiental, assim considera-se a classe 2 como referência de qualidade para os trechos avaliados, classe essa destinada ao abastecimento para consumo humano, após tratamento convencional, conforme a DN COPAM CERH 01/08. Com base nos resultados, observou-se que os trechos avaliados foram classificados como Hipereutrófico, sinalizando excesso de nutrientes, fator associado às poluições difusas e pontuais nas proximidades da coleta.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 07:59:34 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE DA ÁGUA NAS SUB-BACIAS HIDROGRÁFICAS DOS RIOS CAPIVARI E MORTES, MINAS GERAIS</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/237-qualidade-da-agua-nas-sub-bacias-hidrograficas-dos-rios-capivari-e-mortes-minas-gerais?format=html</link>
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           <media:title type="plain">QUALIDADE DA ÁGUA NAS SUB-BACIAS HIDROGRÁFICAS DOS RIOS CAPIVARI E MORTES, MINAS GERAIS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">AMÂNCIO, D. V., COELHO, G, MARQUES, R. P. V., VIOLA, M. R., MELLO, C. R.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Índice de Qualidade de água, poluições difusas e pontuais, pecuária</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Os usos múltiplos dos recursos hídricos constituem-se as principais importâncias para a vida, como geração de energia, irrigação e abastecimento público. Para isso, objetivou-se avaliar o Índice de Qualidade de Água (IQA) nas Unidades de Planejamento e Gestão de Recursos Hídricos (UPGRH) Alto Rio Grande (GD1) e Vertentes do Rio Grande (GD2). Foram amostrados três pontos no GD1 (PI – Rio Ingaí – Minduri, PII – Rio Capivari e PIII – Rio Ingaí – Luminárias) e três pontos no GD2 (PIV – Rio das Mortes, PV – Rio do Peixe e PVI – Ribeirão dos Tabuões). O monitoramento foi de abril de 2015 a fevereiro de 2016. As variáveis avaliadas foram: pH, DBO, OD, CT, T, ST, PO4 3-, NO3- e Temperatura. Calculou-se o IQA de acordo com o IGAM (2005). Os cursos d’água monitorados não foram enquadrados pelo órgão ambiental, assim considera-se a classe 2, classe essa destinada ao abastecimento para consumo humano, após tratamento convencional, conforme a DN COPAM CERH 01/08. Diante dos resultados encontrados, os trechos avaliados foram sinalizados excesso de nutrientes devido as poluições difusas e pontuais próximas aos pontos de coleta e também altos valores de CT associados a pecuária foram determinantes nos valores encontrados.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/237-qualidade-da-agua-nas-sub-bacias-hidrograficas-dos-rios-capivari-e-mortes-minas-gerais?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">AMÂNCIO, D. V., COELHO, G, MARQUES, R. P. V., VIOLA, M. R., MELLO, C. R.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Índice de Qualidade de água, poluições difusas e pontuais, pecuária</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Os usos múltiplos dos recursos hídricos constituem-se as principais importâncias para a vida, como geração de energia, irrigação e abastecimento público. Para isso, objetivou-se avaliar o Índice de Qualidade de Água (IQA) nas Unidades de Planejamento e Gestão de Recursos Hídricos (UPGRH) Alto Rio Grande (GD1) e Vertentes do Rio Grande (GD2). Foram amostrados três pontos no GD1 (PI – Rio Ingaí – Minduri, PII – Rio Capivari e PIII – Rio Ingaí – Luminárias) e três pontos no GD2 (PIV – Rio das Mortes, PV – Rio do Peixe e PVI – Ribeirão dos Tabuões). O monitoramento foi de abril de 2015 a fevereiro de 2016. As variáveis avaliadas foram: pH, DBO, OD, CT, T, ST, PO4 3-, NO3- e Temperatura. Calculou-se o IQA de acordo com o IGAM (2005). Os cursos d’água monitorados não foram enquadrados pelo órgão ambiental, assim considera-se a classe 2, classe essa destinada ao abastecimento para consumo humano, após tratamento convencional, conforme a DN COPAM CERH 01/08. Diante dos resultados encontrados, os trechos avaliados foram sinalizados excesso de nutrientes devido as poluições difusas e pontuais próximas aos pontos de coleta e também altos valores de CT associados a pecuária foram determinantes nos valores encontrados.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 07:54:38 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AÇÃO DE COAGULANTES ORGÂNICOS E INORGÂNICOS NO TRATAMENTO DE EFLUENTE DE GALVANOPLASTIA COM AUXÍLIO DE NANOPARTÍCULAS</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/236-acao-de-coagulantes-organicos-e-inorganicos-no-tratamento-de-efluente-de-galvanoplastia-com-auxilio-de-nanoparticulas?format=html</link>
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           <media:title type="plain">AÇÃO DE COAGULANTES ORGÂNICOS E INORGÂNICOS NO TRATAMENTO DE EFLUENTE DE GALVANOPLASTIA COM AUXÍLIO DE NANOPARTÍCULAS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ANDRADE, M. C., PEREIRA, E. R., ALMEIDA, G. P., GONÇALVES, V. O. S., JANZ, F. J. L., ANAMI, M. H. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Coagulantes, nanopartículas, efluente de galvanoplastia</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Diante da necessidade de tratar o efluente gerado pelo tratamento de ligas metálicas, esta pesquisa tem por objetivo analisar a eficiência de diferentes coagulantes, sendo eles a <i>Moringa oleifera </i>e o <i>BONDERITE S-WT 8723 WATER TRATAMENT </i>(P3 FERROCRYL) associados à nanopartículas magnéticas de Magnetita no tratamento de efluente de galvanoplastia. O ensaio foi realizado em Jar-test simulando o processo de coagulação/floculação/sedimentação. Após estas etapas utilizou-se ainda o processo de filtração, onde os filtros utilizados apresentavam material filtrante em areia de granulometria na faixa de 0,850 e 1,70 mm. Os parâmetros analisados foram cor aparente, turbidez, pH, condutividade elétrica e sólidos dissolvidos totais. Os ensaios foram realizados em duplicata e foram analisados estatisticamente através do programa BioEstat 5.0 por meio da análise de variância ANOVA. Os resultados demostraram que pH não sofreu alteração com ação de nenhum dos coagulantes, enquanto que a cor aparente e a turbidez obtiveram resultados satisfatórios com eficiência de remoção atingindo aproximadamente 100% em todos os tratamentos. A presença da nanopartícula não se mostrou tão efetiva quanto esperado. A condutividade elétrica apresentou redução após a passagem pelos filtros, e os sólidos dissolvidos totais apresentaram melhor desempenho com a aplicação da semente da <i>Moringa oleifera</i>.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/236-acao-de-coagulantes-organicos-e-inorganicos-no-tratamento-de-efluente-de-galvanoplastia-com-auxilio-de-nanoparticulas?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ANDRADE, M. C., PEREIRA, E. R., ALMEIDA, G. P., GONÇALVES, V. O. S., JANZ, F. J. L., ANAMI, M. H. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Coagulantes, nanopartículas, efluente de galvanoplastia</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Diante da necessidade de tratar o efluente gerado pelo tratamento de ligas metálicas, esta pesquisa tem por objetivo analisar a eficiência de diferentes coagulantes, sendo eles a <i>Moringa oleifera </i>e o <i>BONDERITE S-WT 8723 WATER TRATAMENT </i>(P3 FERROCRYL) associados à nanopartículas magnéticas de Magnetita no tratamento de efluente de galvanoplastia. O ensaio foi realizado em Jar-test simulando o processo de coagulação/floculação/sedimentação. Após estas etapas utilizou-se ainda o processo de filtração, onde os filtros utilizados apresentavam material filtrante em areia de granulometria na faixa de 0,850 e 1,70 mm. Os parâmetros analisados foram cor aparente, turbidez, pH, condutividade elétrica e sólidos dissolvidos totais. Os ensaios foram realizados em duplicata e foram analisados estatisticamente através do programa BioEstat 5.0 por meio da análise de variância ANOVA. Os resultados demostraram que pH não sofreu alteração com ação de nenhum dos coagulantes, enquanto que a cor aparente e a turbidez obtiveram resultados satisfatórios com eficiência de remoção atingindo aproximadamente 100% em todos os tratamentos. A presença da nanopartícula não se mostrou tão efetiva quanto esperado. A condutividade elétrica apresentou redução após a passagem pelos filtros, e os sólidos dissolvidos totais apresentaram melhor desempenho com a aplicação da semente da <i>Moringa oleifera</i>.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 07:51:24 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>COMPARAÇÃO ENTRE COAGULANTES ORGÂNICOS E SULFATO DE ALUMÍNIO NO PÓS TRATAMENTO DO EFLUENTE DE INDUSTRIA CERVEJEIRA</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/235-comparacao-entre-coagulantes-organicos-e-sulfato-de-aluminio-no-pos-tratamento-do-efluente-de-industria-cervejeira?format=html</link>
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           <media:title type="plain">COMPARAÇÃO ENTRE COAGULANTES ORGÂNICOS E SULFATO DE ALUMÍNIO NO PÓS TRATAMENTO DO EFLUENTE DE INDUSTRIA CERVEJEIRA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>JANZ, F. J. L., PEREIRA, E. R., RIBEIRO, T., VIZIBELLI, D., BORGES, J. C. A., ANDRADE, M. C. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Indústria de Cervejaria; tratamento de efluentes, coagulantes</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A presente pesquisa comparou a aplicação de diferentes tipos de coagulantes no pós tratamento do efluente proveniente da indústria cervejeira, sendo utilizados os coagulantes Tanino, Sulfato de Alumínio e o extraído da semente de Moringa oleifera. O estudo utilizou a metodologia Jar Teste para simular os processos de coagulação/floculação/sedimentação e foram analisados os parâmetros pH, condutividade elétrica, demanda química de oxigênio, sólidos totais, cor aparente e turbidez. Os ensaios foram realizados em duplicata e foram analisados estatisticamente através do programa BioEstat 5.0 por meio da análise de variância ANOVA avaliando apenas um critério. Todos os coagulantes apresentaram resultados promissores, porém dentre os coagulantes utilizados no estudo, o mais indicado para uso é o extraído da semente de Moringa oleifera, pois obteve os melhores resultados.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/235-comparacao-entre-coagulantes-organicos-e-sulfato-de-aluminio-no-pos-tratamento-do-efluente-de-industria-cervejeira?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>JANZ, F. J. L., PEREIRA, E. R., RIBEIRO, T., VIZIBELLI, D., BORGES, J. C. A., ANDRADE, M. C. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Indústria de Cervejaria; tratamento de efluentes, coagulantes</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A presente pesquisa comparou a aplicação de diferentes tipos de coagulantes no pós tratamento do efluente proveniente da indústria cervejeira, sendo utilizados os coagulantes Tanino, Sulfato de Alumínio e o extraído da semente de Moringa oleifera. O estudo utilizou a metodologia Jar Teste para simular os processos de coagulação/floculação/sedimentação e foram analisados os parâmetros pH, condutividade elétrica, demanda química de oxigênio, sólidos totais, cor aparente e turbidez. Os ensaios foram realizados em duplicata e foram analisados estatisticamente através do programa BioEstat 5.0 por meio da análise de variância ANOVA avaliando apenas um critério. Todos os coagulantes apresentaram resultados promissores, porém dentre os coagulantes utilizados no estudo, o mais indicado para uso é o extraído da semente de Moringa oleifera, pois obteve os melhores resultados.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 07:48:10 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RESÍDUOS ALIMENTARES COMO CASCAS DE FRUTAS E SEMENTES ATUANDO COMO COAGULANTES ORGÂNICOS NO TRATAMENTO DE EFLUENTE TEXTIL</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/234-residuos-alimentares-como-cascas-de-frutas-e-sementes-atuando-como-coagulantes-organicos-no-tratamento-de-efluente-textil?format=html</link>
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           <media:title type="plain">RESÍDUOS ALIMENTARES COMO CASCAS DE FRUTAS E SEMENTES ATUANDO COMO COAGULANTES ORGÂNICOS NO TRATAMENTO DE EFLUENTE TEXTIL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> BORGES, J. C. A., PEREIRA, E. R., RIBEIRO, T., JANZ, F. J. L., SILVA, G. L. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Efluente têxtil, coagulantes, tratamento</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Esta pesquisa possui como objetivo avaliar a eficiência de novas fontes de coagulantes orgânicos originados a partir de restos alimentícios como cascas de frutas (casca de maracujá) e sementes (semente de melancia e semente de Moringa oleifera) como alternativas aos coagulantes inorgânicos abundantemente empregados nas estações de tratamento de esgoto, testado aqui como alternativa de baixo custo para o tratamento do efluente de indústria têxtil. Utilizou-se o equipamento Jar Teste simulando os processos de coagulação/floculação/sedimentação para o ensaio da ação dos coagulantes. Foram analisados os parâmetros pH, condutividade elétrica, cor aparente e turbidez. Os ensaios foram realizados em duplicata e os resultados foram avaliados estatisticamente através do programa (R) versão 3.4.2 por meio da análise de variância ANOVA. Os resultados demonstraram o elevado potencial dos novos coagulantes empregados, destacando-se as potencialidades da semente de Moringa oleifera atingindo valores acima de 90% de eficiência de remoção de cor aparente e turbidez, seguido da casca de maracujá que apresentou 55% de eficiência de remoção de turbidez e da semente de melancia com 43% de eficiência de remoção de cor aparente.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/234-residuos-alimentares-como-cascas-de-frutas-e-sementes-atuando-como-coagulantes-organicos-no-tratamento-de-efluente-textil?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> BORGES, J. C. A., PEREIRA, E. R., RIBEIRO, T., JANZ, F. J. L., SILVA, G. L. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Efluente têxtil, coagulantes, tratamento</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Esta pesquisa possui como objetivo avaliar a eficiência de novas fontes de coagulantes orgânicos originados a partir de restos alimentícios como cascas de frutas (casca de maracujá) e sementes (semente de melancia e semente de Moringa oleifera) como alternativas aos coagulantes inorgânicos abundantemente empregados nas estações de tratamento de esgoto, testado aqui como alternativa de baixo custo para o tratamento do efluente de indústria têxtil. Utilizou-se o equipamento Jar Teste simulando os processos de coagulação/floculação/sedimentação para o ensaio da ação dos coagulantes. Foram analisados os parâmetros pH, condutividade elétrica, cor aparente e turbidez. Os ensaios foram realizados em duplicata e os resultados foram avaliados estatisticamente através do programa (R) versão 3.4.2 por meio da análise de variância ANOVA. Os resultados demonstraram o elevado potencial dos novos coagulantes empregados, destacando-se as potencialidades da semente de Moringa oleifera atingindo valores acima de 90% de eficiência de remoção de cor aparente e turbidez, seguido da casca de maracujá que apresentou 55% de eficiência de remoção de turbidez e da semente de melancia com 43% de eficiência de remoção de cor aparente.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 17:24:43 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS ALAGADOS CONSTRUÍDOS COM USO DE COAGULANTES ORGÂNICOS NO TRATAMENTO DE EFLUENTES DE RESTAURANTE UNIVERSITARIO</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/232-integracao-de-sistemas-alagados-construidos-com-uso-de-coagulantes-organicos-no-tratamento-de-efluentes-de-restaurante-universitario?format=html</link>
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           <media:title type="plain">INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS ALAGADOS CONSTRUÍDOS COM USO DE COAGULANTES ORGÂNICOS NO TRATAMENTO DE EFLUENTES DE RESTAURANTE UNIVERSITARIO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> PEREIRA, E. R., NAKANO, R. S., GONÇALVEZ, V. O. S., JANZ, F. J. L. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Tratamento de efluentes, <i>Moringa oleifera</i>, Tanino</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Este estudo possui como objetivo avaliar a integração do sistema alagado construído (SAC) no tratamento de efluente de restaurante universitário da Universidade Tecnológica Federal do Paraná campus Londrina, auxiliado por coagulantes orgânicos Moringa oleifera e Tanino. Utilizou-se o equipamento Jar Test para o ensaio da ação dos coagulantes através de análise dos parâmetros pH, condutividade elétrica, demanda química de oxigênio, cor aparente e turbidez. Os ensaios foram realizados em duplicata e foram analisados estatisticamente através do programa BioEstat 5.0 por meio da análise de variância ANOVA. Os resultados demonstraram a viabilidade do uso de ambos os coagulantes como meio auxiliar ao processo, obtendo-se destaque ao coagulante Tanino, onde apresentou os melhores resultados de uma maneira geral.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/232-integracao-de-sistemas-alagados-construidos-com-uso-de-coagulantes-organicos-no-tratamento-de-efluentes-de-restaurante-universitario?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> PEREIRA, E. R., NAKANO, R. S., GONÇALVEZ, V. O. S., JANZ, F. J. L. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Tratamento de efluentes, <i>Moringa oleifera</i>, Tanino</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Este estudo possui como objetivo avaliar a integração do sistema alagado construído (SAC) no tratamento de efluente de restaurante universitário da Universidade Tecnológica Federal do Paraná campus Londrina, auxiliado por coagulantes orgânicos Moringa oleifera e Tanino. Utilizou-se o equipamento Jar Test para o ensaio da ação dos coagulantes através de análise dos parâmetros pH, condutividade elétrica, demanda química de oxigênio, cor aparente e turbidez. Os ensaios foram realizados em duplicata e foram analisados estatisticamente através do programa BioEstat 5.0 por meio da análise de variância ANOVA. Os resultados demonstraram a viabilidade do uso de ambos os coagulantes como meio auxiliar ao processo, obtendo-se destaque ao coagulante Tanino, onde apresentou os melhores resultados de uma maneira geral.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 17:22:21 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ISOLAMENTO E PRESERVAÇÃO DE Pythium spp. EM ÁGUAS RESIDUÁRIAS DE SISTEMAS HIDROPÔNICOS</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/231-isolamento-e-preservacao-de-pythium-spp-em-aguas-residuarias-de-sistemas-hidroponicos?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ISOLAMENTO E PRESERVAÇÃO DE Pythium spp. EM ÁGUAS RESIDUÁRIAS DE SISTEMAS HIDROPÔNICOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> FIALHO, J. M., SILVA, A. J., ANGELIS, D. A., ANTONIO, I. C. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Hidroponia; isolamento; preservação de <i>Pythium</i> spp.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A escassez de água e a crescente necessidade de produção de alimentos em maiores escalas tem exigido alternativas sustentáveis que atenda tal demanda. É válido salientar que a água além de ser importante para o bom desenvolvimento dos diversos organismos, também é requerida pelas diversas atividades econômicas, destacando entre elas a agricultura. Os problemas relacionados a quantidade e qualidade da água tem provocado preocupações nos diversos setores da sociedade, já que a mesma pode ser veículo de transmissão de doenças hídricas aos animais, destacando dentre eles o homem, e também às culturas de interesse econômico. Este trabalho teve como objetivo avaliar a presença de Pythium spp. em água residuária de hidroponia e, assim, garantir o isolamento e preservação do fitopatógeno pelo método Castellani e Wheaton para estudos futuros. É importante ressaltar que o Pythium spp. é um dos microrganismos que mais causam doenças em hortaliças cultivadas em sistemas hidropônicos, muitas vezes acarretando na destruição total da cultura.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/231-isolamento-e-preservacao-de-pythium-spp-em-aguas-residuarias-de-sistemas-hidroponicos?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> FIALHO, J. M., SILVA, A. J., ANGELIS, D. A., ANTONIO, I. C. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Hidroponia; isolamento; preservação de <i>Pythium</i> spp.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A escassez de água e a crescente necessidade de produção de alimentos em maiores escalas tem exigido alternativas sustentáveis que atenda tal demanda. É válido salientar que a água além de ser importante para o bom desenvolvimento dos diversos organismos, também é requerida pelas diversas atividades econômicas, destacando entre elas a agricultura. Os problemas relacionados a quantidade e qualidade da água tem provocado preocupações nos diversos setores da sociedade, já que a mesma pode ser veículo de transmissão de doenças hídricas aos animais, destacando dentre eles o homem, e também às culturas de interesse econômico. Este trabalho teve como objetivo avaliar a presença de Pythium spp. em água residuária de hidroponia e, assim, garantir o isolamento e preservação do fitopatógeno pelo método Castellani e Wheaton para estudos futuros. É importante ressaltar que o Pythium spp. é um dos microrganismos que mais causam doenças em hortaliças cultivadas em sistemas hidropônicos, muitas vezes acarretando na destruição total da cultura.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 17:19:32 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ANÁLISE SENSORIAL DA QUALIDADE DO AR NA ÁREA DE INFLUÊNCIA DE UNIDADES ARMAZENADORAS DE GRÃOS</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/229-analise-sensorial-da-qualidade-do-ar-na-area-de-influencia-de-unidades-armazenadoras-de-graos?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ANÁLISE SENSORIAL DA QUALIDADE DO AR NA ÁREA DE INFLUÊNCIA DE UNIDADES ARMAZENADORAS DE GRÃOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> ARRUDA-SILVA, T. A., BARBOSA, D. S., SABÓIA, A. S., ALVES, C. O., ARRUDA, D. Z.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Odores, grãos, poluição</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A produção agrícola do Brasil destaca-se mundialmente. Para guarda deste volume, o governo federal tem financiado a construção de unidades armazenadoras. O objetivo desta pesquisa foi avaliar o potencial poluidor de unidades armazenadoras, em área urbana, do município de Rondonópolis-MT. Realizou-se a análise sensorial pelo Teste de Amostra Única, com posterior construção de mapas de incidência de odores e ocorrência de material particulado. Os odores pútrido e mofo se concentraram nas proximidades das unidades de armazenamento, bem como material particulado de soja, milho e palha de arroz. Foi notado a presença de fertilizantes. Há na área potencial poluidor, indicando a necessidade de um estudo da saúde populacional local.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/229-analise-sensorial-da-qualidade-do-ar-na-area-de-influencia-de-unidades-armazenadoras-de-graos?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> ARRUDA-SILVA, T. A., BARBOSA, D. S., SABÓIA, A. S., ALVES, C. O., ARRUDA, D. Z.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Odores, grãos, poluição</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A produção agrícola do Brasil destaca-se mundialmente. Para guarda deste volume, o governo federal tem financiado a construção de unidades armazenadoras. O objetivo desta pesquisa foi avaliar o potencial poluidor de unidades armazenadoras, em área urbana, do município de Rondonópolis-MT. Realizou-se a análise sensorial pelo Teste de Amostra Única, com posterior construção de mapas de incidência de odores e ocorrência de material particulado. Os odores pútrido e mofo se concentraram nas proximidades das unidades de armazenamento, bem como material particulado de soja, milho e palha de arroz. Foi notado a presença de fertilizantes. Há na área potencial poluidor, indicando a necessidade de um estudo da saúde populacional local.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 17:15:58 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>INATIVAÇÃO DE COLIFORMES POR LÂMPADAS ULTRAVIOLETAS SUBMERSAS EM ÁGUAS RESIDUÁRIAS</title>
           <link>https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/228-inativacao-de-coliformes-por-lampadas-ultravioletas-submersas-em-aguas-residuarias?format=html</link>
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           <media:title type="plain">INATIVAÇÃO DE COLIFORMES POR LÂMPADAS ULTRAVIOLETAS SUBMERSAS EM ÁGUAS RESIDUÁRIAS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> MESQUITA, G., FIA, F., FIALHO, D. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Efluente sanitário, radiação UV, tratamento terciário</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A elevada demanda de água para uso humano e industrial, associada à deterioração de corpos d’água por efluentes não tratados, tem promovido a busca constante por novas técnicas de tratamento de águas residuárias, visando o desenvolvimento socioeconômico e a sustentabilidade ambiental. Nesse contexto, surge a desinfecção de efluentes domésticos através de lâmpadas emissoras de radiação ultravioleta. Trata-se de um tratamento aplicado como alternativa à cloração, já que não produz subprodutos tóxicos na água. O estudo proposto objetiva a avaliação da eficiência do uso de lâmpadas germicidas para remoção de Coliformes Totais e Termotolerantes e a determinação do melhor tempo de contato da lâmpada com o efluente. A análise foi feita com uma única lâmpada de radiação ultravioleta de 75 W, acoplada a um sistema que permite a entrada do efluente sanitário da ETE avaliada por fluxo de batelada. Os tempos de contato avaliados foram de 10, 20, 30, 40 e 50 segundos. Os resultados revelaram que a remoção foi de até 2 log para Coliformes Totais e Termotolerantes e o melhor tempo de contato foi 40 segundos para Coliformes Totais e 20 segundos para Coliformes Termotolerantes, permitindo concluir que o sistema mostrou-se eficiente para a adequação das variáveis estudadas.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://www.conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/228-inativacao-de-coliformes-por-lampadas-ultravioletas-submersas-em-aguas-residuarias?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> MESQUITA, G., FIA, F., FIALHO, D. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Efluente sanitário, radiação UV, tratamento terciário</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A elevada demanda de água para uso humano e industrial, associada à deterioração de corpos d’água por efluentes não tratados, tem promovido a busca constante por novas técnicas de tratamento de águas residuárias, visando o desenvolvimento socioeconômico e a sustentabilidade ambiental. Nesse contexto, surge a desinfecção de efluentes domésticos através de lâmpadas emissoras de radiação ultravioleta. Trata-se de um tratamento aplicado como alternativa à cloração, já que não produz subprodutos tóxicos na água. O estudo proposto objetiva a avaliação da eficiência do uso de lâmpadas germicidas para remoção de Coliformes Totais e Termotolerantes e a determinação do melhor tempo de contato da lâmpada com o efluente. A análise foi feita com uma única lâmpada de radiação ultravioleta de 75 W, acoplada a um sistema que permite a entrada do efluente sanitário da ETE avaliada por fluxo de batelada. Os tempos de contato avaliados foram de 10, 20, 30, 40 e 50 segundos. Os resultados revelaram que a remoção foi de até 2 log para Coliformes Totais e Termotolerantes e o melhor tempo de contato foi 40 segundos para Coliformes Totais e 20 segundos para Coliformes Termotolerantes, permitindo concluir que o sistema mostrou-se eficiente para a adequação das variáveis estudadas.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 17:13:17 -0300</pubDate>
       </item>
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